Planos da Forluz fecham junho com rentabilidades positivas
A economia brasileira tem mantido um bom ritmo de recuperação nos últimos meses. Entre os principais fatores que contribuem para este desempenho, está o avanço da vacinação contra a Covid-19. Em junho, o país atingiu a marca de 1,4 milhão de doses aplicadas por dia. A retomada é refletida nos números: o Boletim Focus do dia 2 de julho de 2021 indicou aumento da expectativa de crescimento do PIB para 5,18%, ante 4,36% da projeção anterior.
A Bolsa de Valores Brasileira fechou o quarto mês consecutivo de números positivos e mantém um fluxo relevante de entrada de recursos estrangeiros, que já ultrapassa R$ 40 bilhões no primeiro semestre de 2021. Embora a perspectiva seja otimista para os próximos meses, alguns pontos de atenção podem ocasionar certa instabilidade, como os desdobramentos das investigações da CPI da Covid, as tensões políticas e a lentidão no encaminhamento das reformas administrativa e tributária.
Na Forluz, os planos previdenciários encerraram o período com retornos positivos. No Plano A, a rentabilidade foi de 0,37%. Já no Plano B, o consolidado ficou em 1,00%. Para os perfis, os retornos obtidos foram: 1,09% no Ultraconservador, 1,00% no Conservador, 1,00% no Moderado e 1,02% no Agressivo.
No Plano Taesaprev, as rentabilidades dos perfis fecharam junho da seguinte forma: 0,23% no Ultraconservador, 0,31% no Conservador, 0,43% no Moderado e 0,62% no Agressivo.
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A Força da governança da Forluz
Em 2020, os órgãos de governança da Forluz realizaram 163 reuniões no total. Além do Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal e Diretoria Executiva, que são os órgãos estatutários, a Fundação possui ainda outros comitês, responsáveis por tratarem temas específicos. São eles: Comitê de Auditoria, de Investimento, de Acompanhamento do Passivo, de ALM e de Conduta e Ética. Uma estrutura robusta e essencial para que o processo de tomada de decisão na Entidade seja seguro e estratégico.
E, para o bom funcionamento desta engrenagem, há uma equipe focada no assessoramento aos órgãos. Um trabalho que demanda organização e responsabilidade, tendo em vista que lida com prazos e um grande volume de documentos e informações restritas, como explica o gerente de Compliance e Governança, Gabriel Lara de Paula. "Temos um nível de governança muito forte na Forluz, com um calendário extenso de reuniões, que envolvem pautas preestabelecidas desde o ano anterior e assuntos extraordinários que são trazidos à deliberação ao longo do ano. São várias pessoas envolvidas para que este processo funcione bem. Isso engloba definir e organizar as pautas junto ao presidente ou coordenador de cada órgão, convocação das reuniões, solicitação de documentos aos gestores e/ou diretores responsáveis, controle dos prazos e produção das atas", afirma.
Ele lembra ainda que o processo para a reunião começa dias antes, com o suporte no preparo dos documentos que irão subsidiar as discussões e definições em cada órgão. Mesmo após o final do encontro, as atividades da equipe de governança continuam. "É nosso papel providenciar os pedidos feitos pelos conselheiros e a formalização das decisões que foram tomadas, por exemplo".
Débora Lopes Lage é a analista da área responsável pelas atividades relacionadas ao Conselho Deliberativo, Fiscal e Comitê de Conduta e Ética. Ela pontua que o objetivo principal é monitorar as entregas dentro dos prazos estabelecidos e oferecer suporte individualizado e eficiente a cada conselheiro ou membro do comitê. "Cada profissional possui necessidades distintas e buscamos estabelecer esta ponte entre eles e as áreas técnicas, para que possamos atendê-los de maneira adequada, visando os melhores resultados para os debates". Além de Débora, Paola Penido da Rocha, Cíntia Dias e Larissa Campos compõem o time de assessoramento aos órgãos de governança.
Melhoria Contínua
Gabriel avalia que a governança da Forluz está em um patamar elevado de qualidade em seus processos, que são bem estabelecidos e precisos. Ele destaca, no entanto, que sempre há espaço para o aprimoramento e a busca pela melhoria contínua é fundamental para simplificar as atividades dos órgãos de governança, que lidam diariamente com assuntos muito complexos.
Entre as medidas já implementadas para dar mais eficiência à rotina, está o uso do sistema Atlas Governance. A ferramenta oferece funcionalidades que vão desde o agendamento das reuniões até o controle das deliberações, votações e registros de atas. Também armazena os documentos, estabelecendo critérios de acesso aos dados, de acordo com o parâmetro de confidencialidade.
Por outro lado, otimizar as discussões para tornar os encontros mais produtivos é uma medida que contou com o comprometimento dos profissionais que integram os grupos. "Os membros dos conselhos e comitês têm uma grande responsabilidade ao discutir assuntos difíceis, que exigem análises aprofundadas e muito estudo. E, com isso, às vezes as reuniões acabam se estendendo. Mas esse efeito tem sido minimizado, graças ao engajamento de todos, que vêm colocando como prioridade discussões mais estratégicas e menos operacionais", afirma Gabriel. Outro procedimento adotado para dar mais fluidez ao dia a dia foi a confecção da ata, no Conselho Deliberativo e no Comitê de Conduta e Ética, imediatamente ao final de cada reunião.
Para Débora, a abertura à inovação e a competência técnica dos membros são os principais diferenciais que contribuem para o sucesso do trabalho dos órgãos de governança da Entidade. "Como profissional que acompanha de perto estes grupos, tenho muita confiança nos gestores, conselheiros e membros dos comitês, e isso contribui muito para as questões operacionais. São pessoas determinadas a fazer o melhor e implantar novas ideias".

Fonte: Forluz, em 08.07.2021