Dando continuidade ao circuito de lives sobre Educação Financeira, na última quarta-feira, 15 de junho, a Escola de Negócios e Seguros (ENS) transmitiu ao vivo no YouTube o quarto encontro da série, que mostra os benefícios de ter uma boa compreensão sobre finanças e como isso pode contribuir para os objetivos de vida.
Para conversar sobre o tema “Preciso aumentar minha renda, como faço?”, o professor de Finanças e pesquisador da ENS, Carlos Heitor Campani, recebeu como convidado o sócio e gerente na Órama Investimentos, Gilvan Bueno.
A abertura foi conduzida pela diretora de Ensino da Escola, Maria Helena Monteiro, que ressaltou a importância do assunto. “O tema de hoje é extremamente relevante e interessa a todos, porque independente da quantidade de dinheiro que você tem guardado ou do quanto você recebe por mês, todo mundo quer guardar o próprio dinheiro e ‘fazer o pé-de-meia’”.
Afinal, como ganhar mais?
Respondendo à pergunta central do episódio, Gilvan compartilhou dicas valiosas sobre como aumentar a renda de forma inteligente e consciente. Na ocasião, ele trouxe como exemplo a profissão de corretor de seguros. “Como a gente entende a relação de ganhar dinheiro? A grande ideia para você passar a ganhar mais é entender os três pilares que te levam a isso. A comunicação é o primeiro deles. Se você não se comunicar, não consegue se atualizar e estar preparado para o segundo pilar, que são as vendas. Antes de vender qualquer produto, você precisa saber se comunicar e entender precisamente essa atividade. Já o terceiro pilar é a soma dos dois primeiros. O terceiro pilar é a rede de contatos que você estabelece, o famoso networking”.
Bueno salientou ainda que todos os profissionais, de diferentes áreas, precisam buscar conhecimento e preparo, pois nem sempre os ensinamentos serão os mesmos para todas as classes sociais e posições. “Precisamos desenvolver competências e habilidades que nos proporcionem conhecimento para a vida em geral. Por isso, estudar é fundamental. No Brasil, temos diferentes classes sociais, de A a D, e a educação financeira que é ensinada na classe A não é a mesma para quem está na classe C ou D. Nas classes mais baixas, as pessoas recebem, em média, dois salários-mínimos. Portanto, ela nem cogita investir em si mesmo, porque se ela comprar um botijão de gás que custe R$ 150,00 e ela recebe 1,5 mil, nesse investimento ela deixou 10% do salário dela”.
Após essa análise, o gerente fez uma provocação. “Então, qual o mecanismo que fará essa pessoa guardar dinheiro? Investir em conhecimento é a maior recompensa”. Em seguida, complementou, contando a história da sua carreira. “Dos 20 aos 27 anos, eu trabalhava como garçom, servindo mesas. Eu estava insatisfeito com isso e resolvi investir em mim. Logo depois, eu ingressei no mercado financeiro, onde atuei em corretoras, depois em bancos, até que fui Agente Autônomo de Investimentos da XP. Decidi estudar em Nova Iorque, e quando voltei, criei meu próprio negócio digital. Por fim, fui até a Órama, onde fiz a parceria e, após 18 meses, fui convidado a me tornar sócio da companhia, por um trabalho que faço há diversos anos, que é democratizar o acesso à educação financeira”, complementou o palestrante.
Por fim, outro ponto que o palestrante alertou foi para as diferenças entre assegurar uma segunda fonte de renda e para os perigos de tentar conquistar dinheiro fácil. “Não acreditem em dinheiro fácil. Por mais que pareça interessante. Eu gosto sempre de destacar que pessoas esforçadas superam pessoas talentosas, e essas pessoas não precisam buscar saídas fáceis”, finalizou.
Nota máxima no MEC: ENS está entre as melhores do País
A Escola de Negócios e Seguros (ENS) obteve a nota máxima, o conceito 5, no processo de avaliação do Ministério da Educação (MEC) para o recredenciamento da IES (Instituição de Ensino Superior) na modalidade a distância no Rio de Janeiro (RJ). O resultado atesta novamente a excelência do ensino prestado pela Escola, que mais uma vez figura entre as melhores faculdades do País nesta modalidade.
O recredenciamento é uma análise periódica e obrigatória, que tem como objetivo confirmar a qualidade de uma instituição para oferecer cursos em nível superior, incluindo graduações, pós-graduações e MBAs. No processo, são analisados cinco eixos: Planejamento e Avaliação Institucional; Desenvolvimento Institucional; Políticas Acadêmicas; Políticas de Gestão e Infraestrutura.
Para o presidente da ENS, Lucas Vergilio, o resultado da avaliação consolida o papel da Escola como a principal Instituição de ensino do setor. “Receber a nota máxima é a comprovação de que estamos atendendo a todos os requisitos para manter a ENS no topo do ensino superior do País. Essa é a constatação de que estamos cumprindo o nosso papel de disseminar o conhecimento do seguro no Brasil”, declara.
Anos de tradição
De acordo com a diretora de Ensino da ENS, Maria Helena Monteiro, a jornada de 18 anos da Instituição ministrando cursos de ensino superior tem implicado em investimentos e treinamento das equipes e professores, sempre almejando a excelência. “Após anos de tradição no ensino técnico voltado para o mercado de seguros, em 2017, numa demonstração da nossa ambição de realmente fazermos a diferença no mercado de seguros, nosso ensino a distância no ensino superior foi credenciado com a nota máxima. Hoje, temos mais de 1260 alunos matriculados em cursos de ensino superior EaD, que estão presentes em 948 cidades do Brasil, o que demonstra a força desta modalidade. A nota 5 obtida neste momento coroa esses esforços de toda uma equipe especializada, numa instituição focada no mercado de seguros”, ressalta.
A diretora Administrativo-Financeira da ENS, Paola Casado, destaca que uma das prioridades da ENS para o ensino a distância é desenvolver constantemente recursos tecnológicos inovadores e ambientes virtuais que ofereçam aos alunos a mais completa experiência de aprendizado. “Nossa premissa para o ensino virtual é disponibilizar ferramentas que permitam aos estudantes um processo de aprendizagem robusto e com fácil acesso aos conteúdos didáticos. Para isso, oferecemos recursos tecnológicos que permitem a interação entre os alunos e os docentes de forma imersiva e fluida, possibilitando a realização de pesquisas, edição de arquivos de forma colaborativa e conversação em tempo real”, afirma a executiva.
Fonte: ENS, em 26.06.2023.