Na próxima terça-feira, 25 de fevereiro, a Escola de Negócios e Seguros (ENS) realizará, no Gran Hotel Arrey, em Teresina (PI), o primeiro encontro do circuito de palestras “Fomentando a Cultura do Seguro de Vida entre Corretores de Seguros”.
Desenvolvida em parceria com a Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), a iniciativa visa capacitar corretores de seguros e fortalecer a cultura do Seguro de Vida, com programação voltada ao aprendizado e networking.
Contando com a parceria do Sindicato dos Corretores de Seguros do Piauí (Sincor-PI), esta primeira edição terá palestra de Fernando Dantas, presidente do Sincor-CE, um dos idealizadores do projeto junto com as equipes da ENS e da Fenacor.
Em depoimento, Dantas destacou a relevância do tema no cenário atual.
“A conscientização sobre a importância do Seguro de Vida no Brasil abre novas oportunidades de negócios. Nosso objetivo é mostrar aos corretores de seguros que eles são consultores financeiros essenciais para a população, em um momento em que a busca por segurança e estabilidade financeira nunca foi tão evidente”, afirmou.
Em sua apresentação, o executivo abordará estratégias para vendas consultivas, fidelização de clientes e ampliação da comercialização de Seguros de Vida.
ENS Day e benefícios educacionais
O evento também marcará a primeira edição do ENS Day no Nordeste. A iniciativa da Escola percorre empresas e entidades do setor para apresentar oportunidades educacionais e oferecer benefícios exclusivos aos colaboradores dos parceiros e corretores de seguros associados aos Sincors.
A ENS será representada pela coordenadora Comercial, Janine Couto. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail
Estudo do Grupo Allianz avalia sistemas previdenciários de 71 países, incluindo o Brasil

- Tricotomia: os sistemas de pensões ao redor do mundo se dividem em três categorias – baixa necessidade de reforma, alta necessidade de reforma e necessidade urgente de reforma.
- Migração: a panaceia dos últimos anos está perdendo seu efeito.
- Poupança: o déficit previdenciário é grande – mas não insuperável.
- Brasil: baixa pontuação indica alta pressão por reformas.
A Allianz apresenta a terceira edição do seu “Relatório Global Previdenciário”, que analisa 71 sistemas previdenciários ao redor do mundo com o auxílio do próprio Allianz Pension Index (API). O indicador é composto por três pilares: análise da situação demográfica e fiscal, além de uma avaliação da sustentabilidade (como financiamento e períodos de contribuição) e da adequação (como cobertura e níveis de pensão) do sistema previdenciário. No total, são considerados 40 parâmetros, com pontuações variando de 1 (sem necessidade de reforma) a 7 (necessidade aguda de reforma). A soma ponderada de todos os parâmetros reflete a pressão por reformas em cada sistema.
Alta pressão por reformas
A pontuação geral não ponderada de todos os sistemas previdenciários analisados é de 3,7, indicando uma pressão contínua por reformas. Em comparação com o último relatório de 2023, houve algumas movimentações – mas nem sempre na direção correta: na época, a pontuação geral era de 3,6. No entanto, há diferenças significativas entre os países. Um pequeno grupo de nações, como Dinamarca, Holanda e Suécia, apresenta uma pontuação geral bem abaixo de 3 e está em situação relativamente favorável, porque definiram o curso para a sustentabilidade em tempo hábil ao adotar sistemas financiados (veja a lista dos melhores sistemas previdenciários). À primeira vista, pode parecer surpreendente que o Japão também esteja nessa lista. No entanto, nenhum outro país seguiu tão consistentemente um caminho diferente: prolongar a vida ativa, trabalhar mais. Atualmente, um terço da população entre 65 e 70 anos ainda está empregada, e nos próximos anos espera-se que a idade efetiva de aposentadoria suba para 70 anos.
O maior grupo, de longe, é composto por países com pontuação abaixo de 4, onde há uma necessidade urgente de reforma para proteger os sistemas previdenciários dos impactos das mudanças demográficas. Esse grupo inclui muitas nações em desenvolvimento, como Malásia, Colômbia e Nigéria. O problema nesses países geralmente não está no desenho do sistema previdenciário em si, mas em sua cobertura limitada: a parcela de trabalhadores informais sem proteção previdenciária ultrapassa, em muitos casos, 50%. Nesses países, reformas amplas no mercado de trabalho são essenciais para estabelecer as bases de um sistema previdenciário abrangente. Caso contrário, a previdência se tornará mais um fator de aumento da desigualdade.
Por fim, o terceiro grupo de sistemas previdenciários inclui diversos países europeus, como Alemanha, França e Itália, cujos sistemas ainda deram apenas passos tímidos em direção ao financiamento – o modelo de repartição continua predominante, e a pressão por reformas é consequentemente alta, considerando o rápido envelhecimento da população.
Migração: perdendo efeito
A mudança demográfica é uma realidade há anos. A expectativa de vida tem aumentado continuamente por décadas (com apenas uma breve interrupção devido à pandemia de covid-19), enquanto as taxas de natalidade continuam a cair. No entanto, um fator tem atenuado significativamente o impacto esperado nos mercados de trabalho e nos sistemas sociais: a migração. Nos últimos cinco anos, por exemplo, quase 90% dos 1,6 milhão de novos empregos com contribuição para a seguridade social na Alemanha foram ocupados por imigrantes. “Mesmo que nem todos os imigrantes tenham encontrado um emprego imediatamente, a migração ajudou muito no balanço geral”, afirmou Michaela Grimm, coautora do Relatório. “Provavelmente, não poderemos mais contar com isso no futuro. Isso porque, nos principais países de origem, há cada vez menos candidatos dispostos a emigrar. Além disso, a Europa pode perder parte de sua atratividade como destino migratório nos próximos anos. Portanto, será crucial aproveitarmos ainda melhor o potencial existente. Isso inclui mulheres que trabalham meio período, que precisam de mais suporte para equilibrar os cuidados com crianças e idosos, e trabalhadores mais velhos, que ainda enfrentam discriminação etária no mercado de trabalho.”
O déficit na poupança para pensões pode ser fechado
De acordo com os cálculos da Allianz, o déficit na poupança para previdências das gerações mais jovens na zona do euro é de cerca de 350 bilhões de euros por ano, em média. Isso pode parecer muito – mas é possível de ser superado se a taxa de poupança aumentasse em 25%. “Os membros da geração X precisam economizar mais para garantir o padrão de vida desejado na velhice – isso é indiscutível”, disse Ludovic Subran, economista-chefe do Grupo Allianz. “Mas não podemos olhar apenas para um lado da equação, os esforços de poupança das famílias. É crucial pensar sobre a segurança das previdências e o desenvolvimento dos mercados de capitais de forma integrada. As economias para a aposentadoria precisam ser investidas de maneira rentável, visando o crescimento e a inovação no futuro. Essa é a chave para superar a mudança demográfica (bem como a mudança climática). A Europa ainda apresenta grandes déficits nessa área.”
Brasil: baixa pontuação
Com uma pontuação geral de 4,2, o sistema previdenciário brasileiro está próximo ao fundo do ranking global. Embora ainda tenha uma população relativamente jovem, o panorama demográfico está rapidamente se deteriorando: a razão de dependência de idosos deve aumentar de 16% para 36% nos próximos 25 anos. Dadas suas baixas poupanças privadas e altas taxas de contribuição, não há como contornar uma expansão sustentável dos pilares ocupacionais e privados totalmente financiados no sistema previdenciário brasileiro. Outras necessidades de reforma incluem benefícios generosos e o grande mercado de trabalho informal, levando a lacunas de cobertura.
Os melhores sistemas de pensões do mundo com uma pontuação total abaixo de 3.
|
País |
Pontuação total |
Condições básicas (pontuação) |
Sustentabilidade (pontuação) |
Adequação (pontuação) |
|
Dinamarca |
2.3 |
3.2 |
2.3 |
2.0 |
|
Holanda |
2.6 |
3.0 |
3.3 |
1.7 |
|
Suécia |
2.6 |
2.9 |
2.9 |
2.2 |
|
Japão |
2.7 |
3.7 |
2.4 |
2.4 |
|
Nova Zelândia |
2.8 |
3.6 |
3.3 |
2.0 |
|
Israel |
3.0 |
2.9 |
3.0 |
2.9 |
|
Brasil |
4.2 |
4.6 |
4.6 |
3.6 |
Habilitar.me investe em tecnologia de ponta para atuar no monitoramento com CNH protegida, garantindo o direito de dirigir
A Habilitar.me, especializada em auxiliar condutores no monitoramento da CNH, com agilidade e eficiência em sua defesa, ampliou as atividades no setor de seguros. A plataforma tem como missão otimizar as consultas, andamentos e prazos dos processos e gerar alerta de novas demandas de multas e autos suspensivos.
Ao mesmo tempo que as atividades da empresa contribuem para monitorar as infrações, as suspensões e as cassações na Carteira Nacional de Habilitação, o sistema automatiza toda a indicação dos condutores, quando há o descumprimento das normas de trânsito.
“Iniciamos a nossa jornada com a missão de garantir que motoristas tenham o suporte necessário para proteger seu direito de dirigir. Acreditamos que a tecnologia é a chave para oferecer soluções ágeis, eficientes e acessíveis para a defesa dos condutores. Com o monitoramento da CNH Protegida, conseguimos não apenas alertar nossos clientes sobre novas infrações e processos administrativos, mas também automatizar a indicação de condutores e a gestão de penalidades, evitando transtornos e garantindo a continuidade da mobilidade dos motoristas”, explicou Varley Silva, CEO da Habilitar.me
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Varley Silva Habilitar.me / Foto: Divulgação |
A empresa traz para o setor de seguros as suas principais ferramentas de gestão, relacionadas ao acompanhamento dos processos de infração, multas e cassação do direito de dirigir. A CNH Protegida possui integração com Detran`s, E-Gov, API para B2B, indicação de condutor, Gerenciamento de Pontos da CNH, Recurso de multas e autos suspensivos, de processos de suspensão e cassação e evita o cancelamento de clientes.
Na Habilitar.me, a Inteligência Artificial é utilizada para elaborar peças de defesa administrativa, adquirir leads via dados públicos nos editais dos órgãos fiscalizadores e aumentar a demanda de novos contatos com a IA, utilizando e-mail, WhatsApp e a chamada telefônica. A plataforma atua com uma conexão API (white label e embedded), onde todo o desenvolvimento de conexão está automatizado para vendas b2B e B2B2C, com a utilização de um BIG DATA, para manter os clientes atualizados sobre eventos vinculados a sua CNH. E o Cold Outreach, desenvolvendo ferramentas que proporcionam a capacidade de contatar um alto volume de pessoas.
Em um ano, a Habilitar.me teve mais de 100 mil pessoas contatadas em um ano, além de um crescimento estimado de 7.300% em novembro do ano passado, com mais de 22 mil habilitados contactados através dos nossos sistemas, possui mais de 300 despachantes parceiros, atuando com diversas soluções em recursos administrativos de infrações, multas e cassações, mais de 3 mil defesas protocoladas e um índice de 90% de decisões favoráveis.
“O nosso objetivo é entregar os diferenciais e unir a produção para facilitar o cotidiano das seguradoras, e até mesmo dos segurados. Vamos construir uma parceria sólida, onde as soluções oferecidas agreguem no suporte ao gerenciamento de riscos, quando falamos do monitoramento da CNH das pessoas. Viemos para o setor para tirar as empresas da zona de conforto, levando uma proposta de valor onde é possível oferecer um serviço que vai ser incorporado ao seguro auto”. concluiu Gustavo Zobaran, conselheiro da Habilitar.me
Fonte: ENS, em 21.02.2025.

