Clube da Bolinha encerra Gestão 2025/2026 e entrega relatório anual ao SindsegSC
O Sindicato das Seguradoras de Santa Catarina reforça o compromisso de manter essa parceria e de seguir apoiando iniciativas que fortaleçam o setor
O Clube da Bolinha de Santa Catarina realizou, na noite de 30 de março, um jantar especial de encerramento da Gestão 2025/2026, reunindo integrantes e convidados do mercado de seguros catarinense.

Na ocasião, o Sindicato das Seguradoras de Santa Catarina (SindsegSC) esteve representado pela gerente executiva, Siméia Heleodoro, que recebeu o Relatório Anual com as principais atividades desenvolvidas pelo Clube ao longo de 2025.
O documento passa a integrar o acervo institucional do Sindicato, contribuindo para o registro histórico e valorização das iniciativas que fortalecem o setor de seguros em Santa Catarina.

A gestão que encerrou seu ciclo foi composta por Sergio Musa (Reitor), Salete Monteiro (Secretária) e Nilton Januário (Tesoureiro), que destacaram o trabalho realizado ao longo do período.
“Encerramos este ciclo com a sensação de dever cumprido e a certeza de que contribuímos para o fortalecimento do relacionamento e da integração do mercado segurador catarinense”, afirmou o reitor Sergio Musa.
Para Salete Monteiro, o período foi marcado por colaboração e engajamento: “Foi uma gestão construída com muito comprometimento e união, sempre buscando promover iniciativas relevantes para o setor”.
Já o tesoureiro Nilton Januário ressaltou a responsabilidade na condução dos trabalhos: “Tivemos o cuidado de gerir o Clube com responsabilidade e transparência, garantindo a continuidade das ações e o equilíbrio necessário para novos projetos”.
Em nome do SindsegSC, Siméia Heleodoro destacou a importância do material recebido e da parceria entre as entidades: “Receber este relatório é de grande importância para o Sindicato, pois preserva a memória das ações realizadas e evidencia o legado do Clube da Bolinha para o mercado de seguros catarinense. Reforçamos nosso compromisso de manter essa parceria e de seguir apoiando iniciativas que fortaleçam o setor”.

A gerente executiva também desejou sucesso à nova diretoria, reafirmando que o SindsegSC permanece à disposição para somar com as ações do Clube. A nova gestão do Clube da Bolinha de Santa Catarina será conduzida por Rogerio Fabrim (Reitor), Matheus de Souza (Secretário) e Katia Borges (Tesoureira).

SindsegSC prestigia posse da nova diretoria do Sincor-SC e reforça parceria institucional
O evento marcou o início da gestão 2026/2029 e reuniu lideranças, autoridades e profissionais do mercado de seguros de Santa Catarina

E/D: Leonardo Egert, Dayane Piemonteze, Jean Carlos dos Santos, Auri Bertelli (SincorSC), Siméia Heleodoro,
Sérgio Musa, Luis Cauduro e Fabricio Cardozo / Crédito das fotos: Divulgação SindsegSC
O Sindicato das Seguradoras de Santa Catarina (SindsegSC) participou, na noite de 26 de março, do Jantar Festivo de Posse da nova diretoria do Sindicato dos Corretores de Seguros de Santa Catarina (Sincor-SC), realizado no Teatro Carlos Gomes. O evento marcou o início da gestão 2026/2029 e reuniu lideranças, autoridades e profissionais do mercado de seguros de Santa Catarina.
Representando a entidade, o vice-presidente do SindsegSC, Sérgio Musa, destacou, em seu discurso, a relevância da integração entre as instituições para o fortalecimento do setor. Ele também reconheceu o trabalho desenvolvido pela gestão anterior, liderada por Afonso Luiz Coelho Filho, e desejou sucesso ao novo presidente, Auri Bertelli.
Durante o pronunciamento, Musa ressaltou que a atuação conjunta entre SindsegSC e SincorSC tem sido fundamental para ampliar oportunidades, enfrentar desafios e promover avanços no mercado segurador catarinense. “Essa união nos permite olhar para o futuro com confiança”, afirmou.

O vice-presidente também enfatizou os desafios atuais do setor, como as transformações tecnológicas, as mudanças no comportamento do consumidor e as demandas regulatórias, destacando que esses cenários trazem oportunidades para inovação e crescimento sustentável.
Ao final, reforçou o compromisso do SindsegSC em seguir como parceiro estratégico, contribuindo para o desenvolvimento do mercado e para o fortalecimento das relações institucionais em Santa Catarina.
Confira abaixo o discurso na íntegra:
Senhoras e Senhores, autoridades, lideranças do mercado de seguros, corretores, parceiros e amigos, boa noite! É com grande satisfação que participo deste momento tão significativo para o mercado segurador catarinense: o jantar festivo de posse da nova diretoria do SincorSC para a gestão 2026/2029. Este é um momento que simboliza não apenas a renovação de lideranças, mas também a continuidade de um trabalho sério, comprometido e essencial para o fortalecimento do nosso setor.

Gostaria, em primeiro lugar, de registrar um agradecimento especial ao presidente que encerra seu ciclo, Afonso Luiz Coelho Filho, e a toda a sua diretoria. Ao longo da gestão 2022/2025, construíram uma trajetória marcada pelo diálogo, pela parceria e pela dedicação ao desenvolvimento do mercado de seguros em Santa Catarina. O SindsegSC reconhece e valoriza profundamente essa caminhada conjunta, sempre pautada pela cooperação e pelo propósito comum de fortalecer o nosso setor.
A atuação integrada entre o SincorSC e o SindsegSC tem sido fundamental para ampliar oportunidades, enfrentar desafios e promover avanços relevantes. E é justamente essa união que nos permite olhar para o futuro com confiança. Ao presidente que hoje assume, Auri Bertelli, deixo, em nome do SindsegSC, nossos cumprimentos e votos de uma gestão de muito sucesso. Sabemos que os desafios são constantes – desde as transformações tecnológicas até as mudanças no comportamento do consumidor e as demandas regulatórias –, mas também sabemos que são nesses cenários que surgem as grandes oportunidades.
Temos plena convicção de que esta nova diretoria dará continuidade ao excelente trabalho realizado, trazendo novas ideias, fortalecendo a representatividade dos corretores de seguros e contribuindo ainda mais para o crescimento sustentável do nosso mercado.
Seguiremos juntos, como parceiros estratégicos, somando esforços, compartilhando conhecimento e construindo soluções que beneficiem toda a sociedade catarinense. Que esta nova gestão seja marcada por conquistas, inovação e, sobretudo, pelo fortalecimento das relações institucionais que fazem do nosso mercado um exemplo de união e relevância. Parabéns ao SincorSC, parabéns à nova diretoria, e contem sempre com o SindsegSC. Muito obrigado e um ótimo evento a todos.
Fenacor registra chapa para a gestão 2026–2029

A Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) registrou a chapa que concorrerá à diretoria da entidade para a gestão 2026–2029. A composição foi formalizada com a inscrição da chapa “Fenacor Unida – Força Institucional e Desenvolvimento”, encabeçada por Armando Vergilio dos Santos Júnior, atual presidente da Federação.
Após o registro da chapa, abre-se o prazo estatutário de cinco dias para eventuais impugnações. A eleição para a nova diretoria da entidade está prevista para ocorrer em 27 de abril de 2026.
Entre os integrantes da chapa, representando São Paulo, estão o presidente do Sincor-SP, Boris Ber, indicado para a Vice-Presidência de Benefícios e Patrimônio, Manuel Dantas Matos, indicado para o cargo de 2º vice-presidente, e Rodrigo de Almeida Matos, indicado para a Vice-Presidência de Relações Institucionais.
A composição reúne lideranças de diversas regiões do país e deverá conduzir a entidade no ciclo 2026–2029, dando continuidade às ações institucionais voltadas ao fortalecimento da representação dos corretores de seguros e ao desenvolvimento do mercado segurador brasileiro.
Diretoria Plena – Fenacor (Gestão 2026–2029)
Presidente
Armando Vergilio dos Santos Júnior
1º Vice-Presidente
Lucas de Castro Santos
2º Vice-Presidente
Manuel Dantas Matos
Vice-Presidente Administrativo
Vinícius de Araújo Porto
2º Vice-Presidente Administrativo
Wellerson Cláudio de Castro
Vice-Presidente Financeiro
Robert Bittar
2º Vice-Presidente Financeiro
Arnol Lemos Filho
Vice-Presidente de Relações Institucionais
Rodrigo de Almeida Matos
Vice-Presidente de Benefícios e Patrimônio
Boris Ber
Vice-Presidente de Relações com o Mercado
Henrique Jorge Duarte Brandão Júnior
Vice-Presidente de Marketing e Eventos
Stênio Max Fernandes de Freitas
Vice-Presidente de Comunicação
Fernando Dantas de Santana
Vice-Presidente de Tecnologia e Inovação
Érico José Melo Nery
Vice-Presidente Técnico
José Antônio de Castro
Vice-Presidente Regional Norte
Luiz André Moraes Santos
Vice-Presidente Regional Nordeste
Edmilson Ribeiro Silva
Vice-Presidente Regional Centro-Oeste
José Cristóvão Martins
Vice-Presidente Regional Sudeste
Ricardo Faria Garrido
Vice-Presidente Regional Sul
Ricardo Albino Ferreira Pansera
Vice-Presidentes de Representação (em ordem alfabética)
André Luiz Araujo Thozeski
Auri Bertelli
Cláudia Gerlane Cândida Diniz
Dorival Alves de Sousa
Gustavo Pereira Lima Bentes
Jair Antônio Martins Fernandes
Jair da Conceição
José Luís Cunha Figueiredo
José Alexandre Cid Pinto
Josimar Antunes Ribeiro
2º Vice-Presidentes de Representação
John Neves Fox Rangel
José Fernando Bairos Faracco
José Rômulo da Silva
Jucinêia Márcia Moraes Rosa
Maria Margarete Braga Serra
Ouvidoria
Vice-Presidente de Ouvidoria
Carlos Alberto Valle
2º Vice-Presidente de Ouvidoria
Maria Vitória Tenório de Freitas
Conselho Fiscal – Efetivos
Claudio Simão
Edvan Gomes de Vasconcelos
Juvenal Ribeiro Vilanova
Conselho Fiscal – Suplentes
Jaques Furtado de Andrade
Antônio Carlos Batista da Rocha
Faride Sobreira da Silva
Delegados Representantes junto à CNC – Efetivos
Armando Vergilio dos Santos Júnior
Lucas de Castro Santos
Suplentes
Wilson Pereira
Juliana dos Santos Pereira
A nova composição reforça o compromisso de integração entre os sindicatos estaduais e a Fenacor, fortalecendo a representação institucional dos corretores de seguros e ampliando a atuação da entidade em defesa do setor em todo o país.
CVG-SP debate o papel do seguro diante da necessidade de proteger as mulheres
Talk show discute desde os produtos e serviços que garantem proteção e apoio às mulheres até os benefícios de fortalecer a presença feminina na gestão de empresas

Salão do evento / Crédito das fotos: Antranik Photos
No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o CVG-SP foi além do gesto simbólico da mera homenagem para se aprofundar em questões que premeiam o universo feminino contemporâneo. No talk show “Mulheres que protegem”, realizado durante almoço no dia 31 de março, no Renaissance Hotel, as discussões envolveram desde a necessidade de proteger as mulheres, especialmente diante da emergência nacional dos casos de feminicídios, até a atuação do mercado de seguros nesse cenário, seus produtos e serviços, passando, ainda, pela reflexão sobre os benefícios da diversidade no mundo corporativo.
“Neste momento em que os casos de feminicídios estão aumentando, o CVG-SP quis dar voz às mulheres, não apenas para falarem de carreira e crescimento pessoal, mas também de suas lutas para alcançarem o sucesso profissional”, disse o presidente do CVG-SP, Anderson Mundim, acrescentando que a entidade deseja “abraçar a causa de proteção às mulheres”. Após a abertura do evento realizada pelo diretor do CVG-SP de Relações com o Mercado, Marcos Salum, a diretora adjunta de Seguros, Asenate Souza, mediadora do talk show convidou ao palco a diretora da mesma pasta Hilca Vaz, diretora da MAPFRE, e a presidente da associação Sou Segura, Camila Maximo.

Asenate Souza, Hilca Vaz e Camila Maximo
Seguros que protegem
“Quando falamos em ‘mulheres que protegem’, entendemos que se trata de um público que também precisa de proteção”, disse Asenate Souza. Hilca Vaz concordou e acrescentou que o mercado de seguros já assimilou essa necessidade. “A mulher está em diversos âmbitos da sociedade, ocupando espaços importantes. Por isso, proteger a mulher significa proteger toda a sociedade”, disse. Em seguida, ela elencou os principais produtos de seguros que oferecem proteção às mulheres, começando pelo seguro de vida e acidentes pessoais, além dos específicos para o público feminino, como as assistências de prevenção e autocuidado, psicológica e nutricional.
Hilca Vaz ainda citou, ainda, os produtos de seguros que acompanham a mulher em diversos ciclos de vida, como a maternidade, o puerpério e até a transição de carreira. Em seguida, Asenate Souza quis saber se os produtos criados pela indústria de seguros levam em conta os diversos papeis da mulher na sociedade, a dupla jornada de trabalho, a saúde e a longevidade. Hilca Vaz respondeu que os produtos de seguros são desenvolvidos de acordo com esses parâmetros, especialmente as assistências, mas, o desafio está em identificar o momento de vida das mulheres para criar serviços que acolham, quando necessário. “Tão importante quanto a proteção é a prevenção”, disse.
Camila Maximo destacou a relevância do público feminino, lembrando que no mercado de seguros elas representam mais de 50% da força de trabalho. “Ter produtos que ofereçam segurança e tranquilidade às mulheres é essencial para que possam tocar a vida com tranquilidade”, disse. Ela também mencionou o aumento do feminicídio, observando a importância não apenas do seguro de vida, mas de ferramentas que ajudem mulheres a saírem de situações de violência e vulnerabilidade dentro do lar. “O mercado segurador se preocupa com essa questão, mas não vejo um posicionamento firme das empresas em geral”, disse.
Carreira feminina
Questionada sobre o perfil atual das mulheres no mercado de seguros, Camila Maximo observou que apesar de serem em maior número, ainda é pequena a representatividade feminina nos cargos mais altos. Ela defendeu a maior diversidade nas empresas até como meio de melhorar os resultados. “A inclusão da mulher não é um tema para se falar apenas em março, mas deve ser visto como estratégia de negócios”, disse. Ela falou, ainda, sobre o papel decisor da mulher no lar e também sobre a ascensão no mercado de trabalho. “Não se trata de ocupar o espaço dos homens, mas de dividir com eles”, disse.
Para Hilca Vaz, as mulheres têm algumas aptidões mais latentes que os homens, principalmente no trato com os colaboradores. Segundo ela, algumas seguradoras adotam programas específicos de capacitação para incentivar a carreira das mulheres, com jornadas e fóruns de negócios. No entanto, acredita que o público masculino precisa participar dessa empreitada. “Se os homens não levantarem nossa bandeira, entendendo a importância da mulher no mercado de trabalho e o quanto ela precisa ser acolhida e protegida, essa luta não faz sentido”, disse.
Camila Maximo reconhece que a ascensão profissional da mulher é mais lenta e mais difícil e, por isso, algumas grandes empresas têm oferecido suporte para mantê-las nesta posição. Segundo ela, algumas têm sponsors nos altos comitês que oferecem feedbacks mais reais e precisos, outras oferecem mentorias ou criam grupos de afinidades. “Quando a mulher tem autoconfiança e um espaço seguro para se expressar, é possível notar a melhoria de sua performance e o seu crescimento”, disse. Já Hilca Vaz defende a sororidade feminina. “A mulher não pode enxergar a outra como competidora, mas como aliada. A sua obrigação é estender a mão”, disse.

Anderson Mundim e Marcos Salum
Por fim, as duas profissionais deram dicas para o desenvolvimento profissional das mulheres. Ao ser questionada sobre o que diria para a Hilca Vaz no início de carreira, 30 anos atrás, ela respondeu: “Nunca saia de uma reunião sem dar a sua opinião, se posicione, mesmo que a voz esteja trêmula e que a sala esteja repleta de homens”. Camila Maximo complementou: “Seja curiosa, estude, se prepare e não deixe de se fazer presente”. A seu ver, quanto menos a mulher se expressa, menos é vista. “Para crescer na carreira é preciso se expressar, olhar ao redor e ter uma rede de apoio”.
Camila Maximo aproveitou a ocasião para falar sobre a entidade Sou Segura, que completou sete anos, mas que nasceu da formação original do Clube das Luluzinhas, há 20 anos. “A associação nasceu para dar representatividade e visibilidade às mulheres. Nos eventos não tratamos apenas de temas femininos, mas técnicos”, disse. Segundo ela, a entidade, que defende a representatividade feminina e tem adesão gratuita, tem dado mais enfoque à capacitação, oferecendo, inclusive o patrocínio de MBA para as mulheres que não têm condições de custear. No encerramento, o diretor Marcos Salum elogiou a temática do evento e adiantou que o CVG-SP já tem programado um encontro importante no dia 26 de maio.
SimBrokers completa três anos com R$ 45 milhões em prêmios emitidos
Com atuação nacional, assessoria catarinense reforça estratégia de expansão com presença física no RS e PR
A SimBrokers, assessoria de seguros com sede em Blumenau (SC), completou três anos de operações no último dia 23 de março com o registro de R$ 45 milhões em prêmios emitidos em 2025. Para 2026, a empresa projeta alcançar a marca de R$ 60 milhões, impulsionada pelo plano de expansão regional que prevê presença física no Rio Grande do Sul e no Paraná.

Silvio Krüger, CEO da SimBrokers
Fundada em 2023, a empresa atua como elo estratégico entre companhias seguradoras e corretores de seguros. Atualmente, a base de parceiros soma 900 corretores cadastrados, dos quais 550 mantêm produção ativa. Embora a matriz em Santa Catarina concentre a maior penetração de mercado, a empresa já possui parceiros com operações em todo o território nacional. O portfólio abrange 14 seguradoras, incluindo marcas como Zurich, AXA, EZZE, BVIX, Youse, Suhai, Ituran, Darwin, Pier e Justos.
A estrutura da SimBrokers é dividida por verticais de especialidade, com células dedicadas a operações tradicionais (multiprodutos), canais digitais e frotas. O escopo de atuação abrange os ramos de Automóvel (individual e frota), Residencial, Empresarial, Riscos Nomeados, Responsabilidade Civil, Garantia, RCO e Vida. A assessoria oferece suporte que contempla desde a implantação de sistemas e treinamentos até o acompanhamento técnico e operacional em casos de sinistros.
A criação da assessoria fundamenta-se na trajetória de 39 anos de seu CEO, Silvio Krüger. O executivo iniciou a carreira em 1987 na Tokio Marine Seguradora e consolidou sua atuação no Grupo HDI, onde construiu relacionamento com o mercado segurador, liderando as operações da companhia como diretor regional.
Bacharel em Economia pela Universidade Regional de Blumenau (FURB), Krüger possui MBA em Gestão Comercial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e especialização em administração exponencial (XBA) pela Startse University (SP) e Nova School of Business and Economics (Portugal). Essa bagagem técnica e comercial orienta a governança da empresa para atender à necessidade de descentralização das seguradoras.
Para o executivo, o papel da assessoria é garantir que o corretor tenha acesso a novas tecnologias e produtos de insurtechs sem abdicar do suporte técnico consultivo. “O modelo de assessoria é uma solução eficiente para a distribuição de seguros, pois permite que as companhias ganhem competitividade sem elevar despesas administrativas fixas”, afirma Krüger.
Sobre os próximos passos, o CEO destaca a regionalização da marca. “O planejamento estratégico para o próximo ciclo foca na consolidação da presença física nos estados vizinhos. A demanda crescente por soluções de seguros nos estados do Rio Grande do Sul e Paraná justifica o plano de expansão geográfica em andamento. Mantemos nossa governança baseada em princípios de ética e imparcialidade, com o objetivo de fortalecer a cultura de inovação no setor de seguros da região Sul”, conclui.
Sobre a SimBrokers – A SimBrokers é uma assessoria de seguros que conecta corretores a soluções de seguradoras tradicionais e digitais. Com sede em Blumenau (SC) e atuação nacional, a empresa facilita a prospecção e conversão de negócios em diversos ramos de proteção patrimonial e de pessoas por meio de suporte técnico, operacional e comercial.
Seguro residencial ultrapassa R$ 6 bilhões de arrecadação e segue registrando alta no Brasil
Segmento é um dos que mais cresce no país, impulsionado por famílias que buscam proteção contra imprevistos
Quando os temporais interrompem o fornecimento de energia, centenas de residências ficam às escuras. Em muitos casos, o problema não foi só a falta de luz, mas sim televisores queimados, portões eletrônicos travados, geladeiras danificadas e sistemas de segurança fora do ar, que transformaram uma ocorrência climática em prejuízo financeiro imediato. Para parte das famílias, o impacto foi absorvido pelo seguro residencial. Para outras, virou uma conta inesperada que se estendeu por meses.
E quando o imprevisto acontece fora das grandes tempestades – o chuveiro que queima, a fechadura que trava, um cano que estoura ou uma tomada que entra em curto – o efeito no orçamento pode ser igualmente pesado, especialmente quando o reparo precisa ser feito às pressas e com mão de obra especializada.
Esse conjunto de situações ajuda a explicar por que, em 2026, o seguro residencial passou a ganhar espaço no planejamento financeiro das famílias brasileiras. A maior frequência de eventos climáticos extremos, a pressão sobre a infraestrutura urbana e a elevação nos custos de reposição de eletrodomésticos, eletrônicos (que já não duram tanto) e serviços de reparo criaram um ambiente em que o risco dentro de casa deixou de ser uma hipótese distante e passou a fazer parte da rotina.
Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) projetam que o mercado de seguros no Brasil deve alcançar cerca de R$ 100 bilhões em 2026, com crescimento anual estimado em cerca de 8%. No segmento residencial, aproximadamente 17% dos domicílios brasileiros contam com seguro residencial, o que equivale a cerca de 13 milhões de casas seguradas – um percentual baixo frente ao total de lares, mas que indica expansão em um mercado ainda em formação.
Entre 2023 e 2025, a arrecadação de seguro residencial no país ultrapassou R$ 6 bilhões, um aumento de 16,5% em 2024 em relação ao ano anterior, segundo levantamento da CNseg, reflexo da maior preocupação dos brasileiros com a segurança de seus imóveis diante de riscos como tempestades, quedas de árvores e danos estruturais causados por intempéries.
Perdas seguradas decorrentes de desastres naturais, incluindo tempestades severas e incêndios florestais, chegaram a cerca de US$ 80 bilhões no primeiro semestre de 2025, quase o dobro da média dos últimos dez anos, segundo relatório da Swiss Re Institute.
“A percepção mudou porque os números mudaram. Reparos que antes custavam algumas centenas de reais hoje facilmente ultrapassam milhares. Trocar um portão eletrônico, refazer uma instalação elétrica ou reparar infiltrações após uma tempestade já não cabe no orçamento de boa parte da população. Ao mesmo tempo, a insegurança urbana elevou a demanda por coberturas contra roubo e furto qualificado, especialmente em grandes cidades”, explica Hugo Reichenbach, sócio e diretor de operações da Real Seguros Viagem.
Da emergência ao cotidiano
O que diferencia o seguro residencial atual das apólices tradicionais não é apenas a cobertura contra grandes sinistros, como incêndios ou explosões. O produto foi moldado para o uso recorrente. Serviços como chaveiro, eletricista, encanador e reparos emergenciais fazem parte de grande parte dos contratos.
Na prática, isso altera a lógica do consumo. Uma fechadura quebrada ou um curto-circuito, antes uma despesa inesperada, passou a ser um serviço acionável pelo aplicativo da seguradora. É nesse ponto que o seguro começa a disputar espaço com outras despesas fixas do orçamento doméstico.
“Hoje, o cliente não contrata o seguro apenas pensando no pior cenário. Ele contrata porque usa”, afirma Reichenbach. “A assistência 24 horas tem sido decisiva para muitas famílias, que utilizam o seguro não apenas em grandes sinistros, mas também no dia a dia, reduzindo gastos emergenciais e trazendo tranquilidade em situações corriqueiras”, conta Hugo Reichenbach.
A digitalização também alterou o perfil do produto. Empresas que operavam em nichos como assistência ao viajante ou seguros temporários passaram a aplicar a mesma infraestrutura tecnológica no segmento residencial. O resultado são apólices contratadas em poucos minutos, com coberturas modulares e preços que começam abaixo do custo de um jantar fora.
“Existe uma mudança na forma como as pessoas tratam o imóvel”, diz Reichenbach. “Ele não é só um lugar para morar, mas um ativo. E ativos precisam de proteção contínua, não apenas de uma reserva guardada no banco.”
Com custos de materiais de construção e mão de obra em alta, o impacto de um sinistro doméstico hoje é muito maior do que era há cinco ou dez anos. Uma simples infiltração pode exigir semanas de obra e comprometer o orçamento familiar.
“Assim, o seguro residencial funciona como um mecanismo de amortecimento. Ele não evita o problema, mas impede que o problema vire uma crise financeira”, afirma o diretor da Real Seguros Viagem..
Para 2026, a expectativa do mercado é de que essa lógica se aprofunde. Com mais dados, mais eventos climáticos extremos e maior volatilidade urbana, o risco residencial passa a ser tratado como parte da equação econômica das famílias, não como exceção.
“As pessoas perceberam que não é o evento extremo que mais pesa, mas a soma dos pequenos imprevistos”, diz Reichenbach. “O seguro virou uma forma de manter o orçamento em pé quando tudo ao redor parece cada vez mais instável”, finaliza.
Seguro garantia entra na era das plataformas e melhora o acesso a crédito B2B
O mercado de seguro garantia, que alcançou R$ 6,27 bilhões em 2025 após crescer 23,2% no ano e mais que dobrar de tamanho desde 2020, inicia uma nova fase marcada pela digitalização e pela integração tecnológica. Tradicionalmente operado por processos manuais e intermediados, o segmento passa a incorporar o modelo embedded, no qual a contratação ocorre diretamente dentro de plataformas digitais utilizadas pelas empresas em licitações, gestão contratual e operações corporativas. Esse movimento acompanha a evolução observada em outros serviços financeiros e surge em um contexto de expansão impulsionado pela nova Lei de Licitações, pelo avanço dos investimentos em infraestrutura e pelo aumento das garantias judiciais, que hoje representam cerca de 80% do volume do setor.

Para Felipe Ramos, founder e CEO da Granto Seguros, a mudança representa uma inflexão estrutural na forma como o produto é distribuído e percebido pelas empresas. “O seguro garantia está deixando de ser um produto complexo e burocrático para se tornar uma camada invisível dentro das plataformas que as empresas já utilizam. Isso deve ampliar o acesso, reduzir custos e transformar a forma como contratos são estruturados no Brasil.” A integração via APIs permite reduzir etapas operacionais que atualmente levam dias, criando uma jornada mais fluida e alinhada à velocidade exigida pelos negócios.
A simplificação operacional tende a ampliar o acesso ao seguro garantia entre pequenas e médias empresas, que historicamente enfrentam barreiras técnicas e burocráticas para contratar o produto. Com 44 seguradoras ativas e crescimento de 22% no número de players nos últimos cinco anos, o setor começa a diversificar canais de distribuição e diminuir a forte concentração no setor público, que ainda responde por 86,9% das operações. A incorporação do seguro às cadeias digitais de suprimentos e a plataformas privadas abre espaço para expansão do mercado endereçável e reposiciona o produto como infraestrutura estratégica para viabilizar contratos e destravar crédito corporativo.
Nesse cenário de transformação, Felipe Ramos avalia que o avanço do embedded insurance deve redefinir a lógica competitiva do setor e acelerar sua inserção na economia digital. “Quando o seguro garantia passa a ser oferecido no momento exato em que a empresa precisa fechar um contrato ou participar de uma licitação, ele deixa de ser um obstáculo operacional e se torna um facilitador de negócios, ampliando eficiência, concorrência e acesso ao mercado.” A expectativa é que esse novo modelo sustente a expansão do segmento nos próximos anos, com projeções indicando que o mercado pode superar R$ 10 bilhões até 2028 impulsionado pela digitalização e pela integração entre seguros, tecnologia e plataformas empresariais.
Consórcio avança no Brasil e se consolida como ferramenta de planejamento financeiro e formação de patrimônio
O consórcio tem ganhado espaço no Brasil como alternativa para planejamento financeiro e formação de patrimônio no médio e longo prazo. Tradicionalmente associado à aquisição de veículos e imóveis, o modelo também vem sendo utilizado por pessoas físicas e empresas como estratégia de organização financeira, permitindo programar investimentos de forma gradual e previsível.
No sistema de consórcios, participantes se reúnem em grupos administrados por instituições autorizadas para contribuir mensalmente com parcelas destinadas à formação de um fundo comum. Durante o período de duração do grupo, os consorciados podem ser contemplados por sorteio ou por meio de lances e recebem uma carta de crédito que possibilita a aquisição de bens ou serviços, como imóveis, veículos, reformas ou investimentos produtivos.
O crescimento recente do setor reflete a ampliação desse uso. Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) indicam que o sistema de consórcios no Brasil encerrou 2025 com 12,76 milhões de participantes ativos, número recorde e 13,8% superior ao registrado em 2024. No mesmo período, foram comercializadas 5,16 milhões de cotas, enquanto o volume de créditos disponibilizados ultrapassou R$ 500 bilhões, crescimento superior a 32% em relação ao ano anterior.
Entre os fatores que contribuem para a expansão da modalidade está a ausência de juros, característica que diferencia o consórcio de linhas tradicionais de financiamento. Em vez de juros, os participantes pagam taxas administrativas e contribuições destinadas a fundos que asseguram o funcionamento e a estabilidade dos grupos.
Especialistas do setor financeiro também apontam que o consórcio pode ser utilizado como instrumento de investimento indireto, especialmente quando associado à aquisição de ativos que tendem a se valorizar ao longo do tempo, como imóveis ou equipamentos produtivos. A carta de crédito obtida após a contemplação permite a compra à vista, o que pode ampliar o poder de negociação e possibilitar melhores condições de aquisição.
Outro aspecto frequentemente associado ao consórcio é a disciplina financeira. Ao assumir o compromisso com parcelas mensais durante um período determinado, o participante tende a estruturar de forma mais organizada seu planejamento de longo prazo, direcionando recursos para metas previamente definidas.
Para Anderson Ferreira, gerente de desenvolvimento de negócios da Sicredi Veredas, cooperativa de crédito que integra o Sicredi, sistema financeiro cooperativo presente em todo o Brasil e que oferece soluções financeiras a pessoas e empresas, a modalidade também tem sido adotada por associados como ferramenta de organização financeira voltada à realização de projetos futuros. “O consórcio pode ser entendido como uma estratégia de planejamento financeiro. Ele permite que o associado organize suas finanças e invista de forma programada para alcançar objetivos de médio e longo prazo”, afirma.
Segundo a cooperativa, o consórcio tende a ser especialmente indicado para pessoas que não têm urgência na aquisição de um bem específico, mas que desejam estruturar a construção de patrimônio ou viabilizar projetos futuros com maior previsibilidade financeira.
Lançamento do livro Executivas de Seguros Série Brasília reúne mais de 500 pessoas e é um sucesso absoluto
O lançamento do livro Executivas de Seguros Série Brasília foi um verdadeiro marco para o setor de seguros no Distrito Federal. Com mais de 500 participantes, o evento reuniu profissionais do mercado, executivas de destaque, parceiros e convidados especiais, proporcionando uma noite de celebração, conhecimento e networking de alto nível.

Durante o evento, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer de perto histórias inspiradoras de mulheres que vêm transformando o mercado de seguros, compartilhando trajetórias de liderança, decisões estratégicas e conquistas significativas. Entre palestras, autógrafos e conversas descontraídas, o lançamento se consolidou como um encontro que evidencia talento, inovação e protagonismo no setor.
Sobre o livro
Executivas de Seguros – Série Brasília vai além de um registro biográfico: a obra reúne 28 executivas que atuam em diferentes frentes do mercado segurador do Distrito Federal, compartilhando suas trajetórias, desafios, decisões estratégicas e conquistas. Mais do que relatos individuais, o livro constrói um retrato coletivo de liderança, gestão e empreendedorismo, mostrando como essas profissionais impactam um dos mercados mais relevantes para a proteção da sociedade e para o desenvolvimento econômico do país.
Profissionais que integram a obra
Adriana Ferraz, Alessandra Gaiato, Alessandra Sautier, Ana Berbert, Analice Costa, Andreia Severino, Camila Utsch, Carolina Trein, Cristina Alarcão, Dayse Boaventura, Denise Mesquita, Doris Maciel, Enir Junker, Fernanda Souza, Juliana Morais, Kelly Christina, Liliana Couto, Linda Leite, Luciana Ximenes, Oraida Ferreira, Regina Lacerda, Rosane Mota, Roseli Argolo, Rossana Rios, Silvânia Vieira, Silvia Albuquerque, Suely Ribeiro e Suzana Ribeiro.
O livro já está disponível para aquisição e promete inspirar profissionais de todo o país com histórias de dedicação, competência e sucesso, sendo leitura indispensável para quem deseja conhecer os bastidores do mercado de seguros e as trajetórias de quem o transforma.
Transformação digital redefine o papel do corretor de seguros no Brasil
O Comentário Econômico, programa da GRTV, apresenta sua nova edição com foco nas transformações digitais e no futuro da corretagem de seguros no Brasil.
O apresentador Paulo Alexandre conversa com o consultor econômico Francisco Galiza sobre o papel do canal corretor, que segue como o principal meio de distribuição de seguros no país, mesmo diante do avanço de novas plataformas e modelos digitais. Galiza destaca que, embora o ambiente online esteja ganhando espaço, ele deve atuar como complemento – e não substituto – da atuação tradicional dos corretores.
A edição também traz a participação de Alex Dias, coordenador da Comissão de Jovens Corretores do SINCOR-SP, que aborda a importância da formação de uma nova geração de profissionais mais preparada para os desafios do mercado. Segundo ele, a Comissão atua como ponte entre o modelo tradicional e as novas demandas do setor, incentivando o desenvolvimento de habilidades em gestão, tecnologia e relacionamento.
A análise reforça que o corretor do futuro precisará adotar um perfil híbrido, combinando o uso de ferramentas digitais com um atendimento consultivo e próximo ao cliente. Nesse cenário, tecnologia, dados e relacionamento humano formam o tripé essencial para o sucesso na corretagem.
O Comentário Econômico é um programa semanal da GRTV, dedicado à análise de indicadores, tendências e estratégias que impactam os mercados de seguros, resseguros, investimentos e gestão de riscos.
Confira a íntegra do programa.
SINCOR Goiás empossa sua nova diretoria para a gestão 2026–2029
O Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de Goiás (Sincor-GO) empossou, na terça-feira, 31 de março, a nova diretoria para a gestão 2026–2029. O evento reuniu autoridades do setor, representantes do mercado segurador, entidades parceiras e corretores de seguros eleitos. A eleição do Sincor-GO ocorreu em novembro do ano passado e a nova diretoria foi eleita por aclamação.
O evento marca oficialmente o início de um novo ciclo da entidade, com a recondução do presidente Vinicius de Araújo Porto, reeleito para dar continuidade ao trabalho desenvolvido à frente do sindicato nos últimos quatro anos. A nova gestão assume com o compromisso de dar continuidade ao trabalho de fortalecimento do SINCOR-GO, ampliando sua atuação junto aos corretores, às seguradoras e às entidades do setor.
O novo ciclo também será marcado pelos 40 anos de fundação da entidade – que será celebrado em maio – e por outros importantes fatos, como a realização do 4º CONGRECOR, reforçando o protagonismo do SINCOR-GO no cenário regional e nacional.
Compromisso
Em seu discurso, Vinicius destacou a confiança da categoria e o compromisso com a evolução da entidade, especialmente em um momento simbólico para o Sincor-GO, que se aproxima dos seus 40 anos de fundação.
“A reeleição nos honra, mas, acima de tudo, nos compromete ainda mais. Seguiremos trabalhando com diálogo, proximidade e compromisso com os corretores de seguros, fortalecendo a nossa entidade e ampliando a atuação do SINCOR Goiás no mercado”, afirmou.

Durante sua manifestação, o presidente da Fenacor, Armando Vergilio, informou ao mercado que Vinicius Porto passará a integrar a diretoria da Federação como vice-presidente administrativo, ampliando ainda mais a representatividade do SINCOR-GO no cenário nacional. A eleição da Fenacor ocorre em abril.
“O SINCOR Goiás tem uma história de 40 anos como um paradigma para o mercado de seguros e entidades representativas do setor. O SINCOR Goiás produziu e produz grandes lideranças, é uma entidade que é referência para todos. A recondução do Vinicius Porto não ocorre por acaso, mas porque houve trabalho, entrega e representatividade”, destacou Armando Vergilio.

Inovação e capacitação
Além do presidente da Fenacor, a posse de ontem contou também com a presença de importantes lideranças do mercado de seguros, que destacaram o papel estratégico do SINCOR-GO no fortalecimento da categoria. Entre elas, Lucas Vergilio, vereador por Goiânia e presidente da Escola de Negócios e Seguros (ENS), André Segatt, diretor da Regional Goiás do Sindseg MG/GO/MT/DF (representando a entidade no evento) e Renner Fidelis, vice-presidente do Sicoob Credseguro, além de representantes de várias companhias do mercado segurador.
“A ENS existe para poder contribuir com os sindicatos, na formação e na capacitação dos corretores de seguros. E, junto com o SINCOR Goiás, vamos continuar levando inovação, tecnologia e capacitação de qualidade aos corretores de seguros do nosso estado”, frisou Lucas Vergilio.

“Representando a Sindseg, desejo um novo ciclo de muito diálogo, sucesso e desenvolvimento ao SINCOR Goiás. Nós caminhamos juntos e, assim, geramos potência e desenvolvemos o mercado. O corretor de seguros goiano é cada vez mais bem visto pela sociedade e o segmento e o SINCOR tem papel fundamental nisso. Reforço aqui a parceria entre o Sindseg e o SINCOR Goiás”, afirmou André Luiz Segatt.
Confira a composição da Diretoria do SINCOR-GO para o quadriênio 2026-2029:
Diretoria Efetiva
- Vinícius de Araújo Porto – Presidente
- Roney Almeida Macedo – Vice-Presidente Administrativo
- Deivid Pereira – Vice-Presidente Financeiro
- Anderson Pires Costa Cardoso – Vice-Presidente Técnico
- Carmen Lucy Silva – Vice-Presidente Social e de Benefícios
- Sérgio José de Melo – Vice-Presidente de Marketing e Relações com o Mercado
- Leonardo de Miranda Almeida – Vice-Presidente Institucional e de Relações com o Corretor de Seguros
Diretoria não Efetiva
- Admilson Alves de Castro
- Ana Karla França dos Santos
- Ana Maria Martins de Oliveira Andrade
- Eduardo Miguel Santana Pereira
- Fausto Rodrigues de Godoy
- Geisa Aparecida do Vale
- Giuliano Carlos Fernandes da Silva
- Isaac Alves de Andrade
- Isabella Petini de Oliveira
- Jairo Cirilo Amaral
- João Viktor de Sousa Melo
- Liamar Geralda Martins Ferreira
- Lucélia Soares de Sousa
- Ludmilla de Mesquita Correia Ribeiro
- Luiz Felipe Guimarães Miranda
- Mariana de Jesus Fonseca
- Silvio Roberto de Sousa Rodrigues
- Thiago Perilo de Azevedo Silva
- Vera Lúcia Campos Fornari
- Wallacy Luiz Silva Oliveira
Diretoria Auxiliar
- Clésio Fernandes Leite
- Henrique Junqueira Moreira
Diretoria Territorial
- Jacqueline Fernandes Tavares de Oliveira – Anápolis (GO)
- Mário de Pádua Castro – Catalão (GO)
- Itumbiara (GO) – Vaga
- Rio Verde (GO) – Vaga
Conselho Fiscal
- Amaury Gonçalves da Luz – Presidente
- Marcos Carneiro Martins Arruda – Conselheiro
- Osmar dos Reis de Sousa – Conselheiro
Suplentes:
- Gilson Antônio de Souza
- Ronaldo Luiz de Miranda
- Samuel Azevedo B. Sobrinho
Delegados representantes junto à Fenacor
- Lucas de Castro Santos – 1º Delegado
- Vinícius de Araújo Porto – 2º Delegado
Suplentes:
- Hailton Costa Neves
- Ozório Manuel da Silva
Comitê de Ética
- Raimundo Dionísio Ribeiro – Presidente
- Cláudio Miguel de Pádua – Vice-presidente
- Isaias Fernandes de Paula – Secretário
- Carlos Alberto Machado Ferreira – Conselheiro
- Júlio César Coelho Guilherme – Conselheiro
- Juvair Gonçalves Ferreira – Conselheiro
- Alexandre Miranda Teles – Suplente
- Inamar de Cássia Borges – Suplente
- José Alves de Oliveira – Suplente
- Micheline Pires Costa Cardoso – Suplente
- Murilo de Paula Gomide – Suplente
- Ronaldo de Amorim Chaveiro – Suplente
Fonte: ENS, em 06.04.2026.