Allianz leva Alliadoz 2026 aos corretores do Norte e Nordeste
Visitas destacam novidades, diferenciais e benefícios do principal programa de relacionamento da companhia

Allianz lança o programa Alliadoz 2026 em Fortaleza. Crédito: divulgação
Com o intuito de estreitar o relacionamento com os corretores, a Allianz Seguros realiza uma agenda de encontros nas regiões Norte e Nordeste para apresentar a edição 2026 do Alliadoz, principal programa de relacionamento da companhia. Ao longo da programação, os profissionais conhecem as novidades, os detalhes e os diferenciais da iniciativa, estruturada para apoiar o desenvolvimento dos negócios, estimular a diversificação do portfólio e fortalecer as parcerias. As ações ocorrem em diferentes formatos, que incluem cafés da manhã, almoços, jantares e transmissões on-line.
“Percorrer as cidades do Norte e do Nordeste tem sido uma experiência extremamente relevante para fortalecer nossa atuação regional. Esses momentos permitem mostrar, de forma transparente, como o programa evoluiu a partir das demandas dos corretores, além de ser uma oportunidade de compartilhar as entregas realizadas em 2025 e as iniciativas planejadas para este ano”, destaca Eduardo Fazio, diretor Comercial Regional Norte e Nordeste da seguradora.
Nova edição
O programa chega com novidades em 2026. O principal destaque é a criação do segmento “Rubi”, voltado a corretores com PEL acima de R$ 1,2 milhão, que se junta às outras quatro segmentações já existentes (“Private”, “Diamante”, “Esmeralda” e “Topázio”). Entre os benefícios inéditos, estão o superbônus para corretores “Private” que cumprirem todos os requisitos do semestre, além de vantagens como consultoria financeira, gestão de patrimônio, crachá exclusivo e acesso ao escritório da Allianz em São Paulo.
Nesta edição, serão concedidos mais de mil prêmios. Os 20 corretores dos segmentos “Private” e “Diamante” que alcançarem as maiores pontuações ao longo do ano ganharão uma viagem a Pequim e Xangai, na China, com direito a um acompanhante. O roteiro inclui experiências ligadas à cultura oriental, gastronomia típica e hospedagem em hotéis de alto padrão.
Já os 20 corretores da nova categoria “Rubi” com melhor desempenho serão premiados com uma viagem à Patagônia Argentina, em um itinerário exclusivo, e 10 viagens para um resort brasileiro paradisíaco, ambas com um acompanhante cada. E os 125 corretores “Esmeralda” com o melhor desempenho também poderão curtir, com um acompanhante cada, todo o conforto e a tranquilidade de um resort cinco estrelas no Brasil. A ação é aberta a todos os corretores ativos e permanece válida até 31 de dezembro de 2026.
Agenda dos encontros (realizados e a serem cumpridos)
A Allianz já realizou os eventos de lançamento do Alliadoz 2026 em diferentes pontos das regiões Norte e Nordeste, incluindo Fortaleza, Belém, Salvador, Petrolina, Recife e Natal, João Pessoa, Campina Grande, Juazeiro do Norte e Teresina. Ainda estão programados outros encontros nas seguintes cidades:
- 29/1: São Luís (MA)
- 30/1: Imperatriz (MA)
- 2/2: Rio Branco (AC)
- 4/2: Manaus (AM)
- 5/2: Mossoró (RN)
- 5/2: Porto Velho (RO)
- 10/2: Aracaju (SE)
- 12/2: Maceió (AL)
IA redefine o trabalho no mercado de seguros sem eliminar o papel do corretor
Com 96% das seguradoras globais mantendo ou ampliando investimentos em tecnologia, IA passa a redesenhar rotinas de um setor que já representa cerca de 6% do PIB brasileiro
Por anos, o avanço da inteligência artificial foi associado à substituição de postos de trabalho em setores intensivos em serviços. No mercado de seguros, porém, o movimento tem seguido um caminho distinto. Dados do Insurtech Global Outlook 2025 indicam que 96% das seguradoras no mundo pretendem manter ou ampliar investimentos em tecnologia, com prioridade para inovação digital e IA, mas em vez de substituir profissionais, a tecnologia tem sido adotada para automatizar tarefas operacionais, apoiar decisões e liberar tempo para atividades de maior valor, como relacionamento com clientes, análise e estratégia.
Essa tendência está alinhada ao que aponta o Future of Jobs Report, do World Economic Forum (WEF). Segundo o estudo, até 2030 a automação e a inteligência artificial devem deslocar cerca de 92 milhões de postos de trabalho no mundo, ao mesmo tempo em que criarão aproximadamente 170 milhões de novas funções, sobretudo em áreas ligadas à tecnologia, análise e tomada de decisão. O principal impacto da IA, segundo o relatório, não é a substituição direta de pessoas, mas a reconfiguração das atividades exercidas pelos profissionais.
No Brasil, essa transformação ganha relevância especial no setor de seguros, que ocupa posição estratégica na economia. De acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o mercado segurador brasileiro arrecadou mais de R$ 376 bilhões em prêmios entre janeiro e novembro de 2025, representando cerca de 6% do PIB nacional e mantendo crescimento consistente acima da média da economia.
Em um ambiente altamente regulado e baseado em confiança, a adoção de tecnologia tem ocorrido de forma integrada ao trabalho humano. Um estudo da Randstad Research reforça essa dinâmica ao indicar que, no Brasil, cerca de 9,7 milhões de empregos podem ser automatizados na próxima década, ao mesmo tempo em que 7,1 milhões de novas funções devem surgir, evidenciando um processo de transformação, e não de extinção, do trabalho.
O movimento ajuda a explicar o aumento dos investimentos em insurtechs no país. Em um cenário de digitalização acelerada e pressão por eficiência operacional, o capital tem sido direcionado, sobretudo, ao desenvolvimento de tecnologia proprietária e ao uso de inteligência artificial. Em 2025, a Azos, empresa especializada em seguro de vida, protagonizou a maior rodada de investimento do setor, recebendo R$170 milhões, com foco na aplicação de IA em toda a sua operação.
“Esse volume de recursos voltado à tecnologia revela uma mudança estrutural no mercado de seguros: não se trata de substituir pessoas, mas de criar sistemas que apoiem decisões melhores, mais rápidas e com menos fricção”, afirma Rafael Cló, CEO da Azos.
IA como apoio operacional no dia a dia do corretor
Na prática, o uso de inteligência artificial no mercado de seguros tem se concentrado em resolver gargalos históricos, como excesso de burocracia, processos manuais e baixa padronização operacional. Nesse contexto, insurtechs brasileiras passaram a incorporar a IA diretamente nos fluxos de trabalho, atuando como uma camada de suporte contínuo aos profissionais.
Na Azos a tecnologia vem sendo utilizada como infraestrutura operacional para apoiar corretores, equipes de atendimento e áreas internas. Soluções como o Cotador Inteligente, que permite realizar cotações via WhatsApp por texto ou áudio, e o PergunteAI, voltado ao esclarecimento de dúvidas operacionais sobre apólices, subscrição e processos, ajudam a reduzir fricções do dia a dia e a acelerar decisões, sem eliminar o papel do corretor.
Além disso, outras ferramentas atuam nos bastidores da operação. O Rivaldo Churn, copiloto de retenção integrado ao Slack, elevou a taxa de reversão de cancelamentos em 30 dias de 8% para 17%, ao apoiar equipes com recomendações baseadas em dados. Já o MonitoraAI avalia 100% das interações de atendimento, como e-mails, chats e mensagens via WhatsApp, ampliando o controle de qualidade, reduzindo possíveis erros humanos e acelerando a identificação de oportunidades de melhoria.
Para João Levandowski, Diretor Comercial da companhia, a IA não afasta o corretor da operação, ela aproxima o profissional do que realmente importa no negócio. “Quando a tecnologia assume tarefas repetitivas e operacionais, o corretor ganha espaço para atuar onde é insubstituível: relacionamento, entendimento do cliente e orientação estratégica.”, afirma.
Mais do que uma aposta em eficiência, a adoção de inteligência artificial no mercado de seguros indica uma mudança estrutural no modelo operacional do setor. Em um mercado regulado e baseado em confiança, a tecnologia deixa de competir com o corretor e passa a ampliar sua capacidade de atuação.
Com mais de 70% de êxito em demandas administrativas e R$ 8,4 milhões em economia, a mediação se torna linha de frente do seguro em 2026
No setor de securitário, a mediação online foi associada à redução de custos judiciais e à tentativa de desafogar o estoque de processos. Embora esses benefícios permaneçam, o uso da mediação começa a assumir, em 2026, um papel estratégico dentro das companhias de seguros. O que se observa é uma abordagem preventiva, a mediação extrajudicial online deixa de ser acionada apenas após o conflito se instalar e passa a integrar os fluxos de relacionamento com os segurados. O movimento acompanha transformações do setor, como questões regulatórias e um consumidor que prioriza a experiência, busca por soluções céleres e está cada vez mais exigente.
“Tradicionalmente, divergências envolvendo cobertura, indenização ou interpretação contratual seguem um caminho previsível, negativa, insatisfação do segurado e, em muitos casos, judicialização. Mesmo quando a mediação é utilizada, ela costuma surgir em estágio avançado do conflito, quando a relação já está afetada. Para este ano, a mediação online será a nova linha de frente na prevenção das ações judiciais no setor securitário”, explica Mírian Queiroz, advogada, mediadora e diretora da MediarSeg.
Nos últimos anos, Mírian observou que as seguradoras que começaram a testar modelos em que a mediação online é oferecida de forma antecipada, ainda na fase administrativa, alcançaram resultados satisfatórios. “A proposta é simples, criamos um canal online para tratar controvérsias antes que elas evoluam para uma ação judicial. Esse redesenho do fluxo de conflitos tem mostrado resultados relevantes, sobretudo em linhas de grande volume, como automóvel e seguros massificados, onde pequenas controvérsias, quando acumuladas, geram impacto financeiro e reputacional significativo”, revela Nailaine Deusdará, coordenadora da MediarSeg.
Os números mais recentes da mediação na esfera administrativa deixam clara sua efetividade como ferramenta de antecipação de conflitos. Dos 688 casos recebidos, 496 resultaram em acordo, o que demonstra uma capacidade de converter conflito em solução antes que o impasse se transforme em uma ação judicial. O impacto financeiro é ainda mais expressivo, a mediação gerou uma economia de R$ 8.431.435,11. “O procedimento não se limita a encerrar processos, ele redesenha a dinâmica do conflito, transformando-o em uma forma de gestão de risco com resultados mensuráveis, mais de 70% de êxito nas demandas”, celebra Nailaine.
Para Mírian, o que começa a se desenhar como tendência para este ano é uma mudança de posição da mediação dentro das seguradoras. Em vez de ser acionada apenas ações já judicializadas, ela passa a ser incorporada à jornada do segurado, especialmente nos momentos de divergência, frustração de expectativa ou ruído de comunicação. Essa antecipação altera o desfecho dos conflitos, reduzindo sua escalada e, sobretudo, preservando a relação entre as partes.
Além dos ganhos operacionais, começa a surgir um valor menos evidente, mas estrategicamente relevante.
“As mediações produzem informações sobre padrões de insatisfação, identificação do perfil ofensor, ruídos contratuais e falhas de comunicação, oferecendo às seguradoras uma fonte de dados para revisão de produtos, ajustes de linguagem e aprimoramento de processos internos. Trata-se de um ativo que dificilmente seria obtido por meio da judicialização”, enfatiza Mirian.

Entretanto, o desafio permanece, as ferramentas estão disponíveis e são eficazes, o que ainda exige atenção é a disposição das companhias em reposicionar a mediação como parte de sua estratégia, e não apenas como resposta. Isso implica aceitar soluções construídas no diálogo e reconhecer que a gestão do conflito pode gerar valor. Vale destacar que conflitos resolvidos de forma consensual tendem a reduzir custos operacionais, índices de cancelamento, reincidência de reclamações e desgaste da marca. “A forma como uma seguradora trata seus conflitos pode ser interpretada como um reflexo direto de sua cultura organizacional. As ferramentas existem, são seguras e estão disponíveis. O desafio está na mudança de mentalidade. Adotar a mediação exige abandonar o modelo adversarial e reconhecer que o conflito, quando bem administrado, pode se tornar uma fonte de aprendizado e aprimoramento dos próprios produtos e processos internos. Lembrando que o processo não deixará de existir, muitos casos serão resolvidos apenas com a participação do juiz. Nesse sentido, atuamos como um filtro de demandas”, ressalta a diretora da MediarSeg.
Nesse novo contexto, a mediação online deixa de ser uma solução ocasional para se tornar uma ferramenta estratégica da gestão de riscos. As seguradoras que compreenderem esse movimento e incorporarem a mediação estarão mais bem preparadas para lidar com um mercado cada vez mais exigente e competitivo. “O conflito continuará existindo, a diferença estará em como ele será tratado e como as companhias de seguros conseguirão manter os segurados em sua carteira”, finaliza Mírian.
Brasil se consolida como potência no mercado global de saúde animal

Luiz Gênova, CEO da APet / Foto: Divulgação
Os planos de saúde pet seguem impulsionados por mudanças demográficas, transformações culturais e avanços no ecossistema de serviços veterinários. O setor deixa de ser um produto acessório para ocupar um espaço estratégico na vida das famílias contemporâneas e no planejamento de longo prazo das empresas do segmento.
O mercado global, denominado pet insurance (planos de saúde para animais de estimação), vive um período de expansão acelerada, registrando crescimentos anuais na casa dos dois dígitos. Esse fenômeno é liderado por nações com tradição no setor securitário. Atualmente avaliado em USD 15,81 bilhões, o mercado deve saltar para USD 25,97 bilhões até o final de 2030, sustentando uma taxa de crescimento anual composta (TCAC) de 10,44%.
Segundo dados da Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação), o Brasil conta com aproximadamente 170 milhões de pets, o que coloca o país entre os maiores mercados do mundo. A projeção de faturamento para 2026 é de R$ 80 bilhões, com destaque para os serviços veterinários e cuidados especializados. Com base nessas informações, é correto afirmar que o setor se tornou uma das melhores oportunidades de investimento para comercialização de produtos e serviços.
Embora o setor ainda seja jovem no Brasil, o crescimento é acelerado por três fatores principais, como o aumento do custo da medicina veterinária, maior longevidade dos pets e a mudança no perfil do tutor Esse movimento cria uma janela rara com um mercado ainda em formação, mas com consumidores cada vez mais sofisticados. “É um mercado com muito potencial, com cerca de 1% de penetração e deve chegar a 5 milhões de pets cobertos nos próximos três anos. Como está descrito em nosso propósito, queremos democratizar o acesso à saúde e cuidados pet de qualidade”, acrescentou Gênova.
Os pets deixaram de ser apenas “bichos de estimação”. Hoje, eles ocupam o lugar de membros da família. Essa transformação emocional tem reflexo direto no consumo. O perfil redefine expectativas, modelos de negócios e níveis de exigência. É o que explica Luiz Gênova, CEO da APet, “Nesse novo cenário, não basta oferecer cobertura, é preciso entregar confiança, clareza, segurança e uma experiência encantadora e que faça sentido para o tutor e do pet. Na APet, escolhemos seguir um caminho que acreditamos ser sustentável no longo prazo, oferecendo diferenciais, como livre escolha, como a tele consulta pet, a tag localizadora, jornada de compra e reembolso digital, simples e fluída, sempre com preços que cabem no bolso, com excelência técnica e solidez econômica.”
Eficiência, controle e experiência
A verticalização surge como um novo cenário do setor. Grupos que integram os planos de saúde com clínicas próprias, hospitais, laboratórios, telemedicina e canais digitais e buscam reduzir custos assistenciais, padronizar protocolos de atendimento, melhorar previsibilidade financeira e entregar uma experiência mais consistente ao tutor
Luiz Gênova alerta que ainda há pontos de atenção e risco, principalmente em relação à experiência do tutor e para a rede credenciada. O desafio está em manter a gestão de atendimento mantendo a empatia, a transparência e a qualidade clínica, especialmente em um setor onde decisões envolvem afeto, urgência e, muitas vezes, o luto. “Quando uma operadora verticalizada passa a abrir unidades próprias em regiões onde já existem clínicas parceiras e surge um conflito. Pode haver descredenciamento, concentração dos atendimentos e redução da renda recorrente de clínicas independentes. Isso também pode afetar diretamente os tutores que ficam sem opção de escolha e amarrados à estrutura vertical do plano, deixando de ser atendidos pelo veterinário de confiança. ‘’Sem falar dos riscos relacionados à transparência de coberturas, critérios de autorização, protocolos clínicos e negativas de procedimentos’’.
As empresas que não entenderem essa dimensão emocional tendem a perder relevância, mesmo com preços competitivos. Há também uma mudança importante no comportamento de consumo: o tutor moderno planeja. Ele entende prevenção, vacinação, acompanhamento contínuo e custo de longo prazo. O plano deixa de ser apenas uma proteção contra emergências e passa a ser um instrumento de cuidado contínuo. As gerações Millennials e Gen Z já representam importante fatia dos novos tutores urbanos. Essas gerações postergam filhos, vivem mais tempos sozinhas, priorizam experiências e valorizam marcas com propósito
O futuro dos planos de saúde pet aponta para a consolidação e fusões, uma possível regulamentação, o uso intensivo de dados e IA para precificação, atendimento e prevenção, a integração com ecossistemas de serviços pet, e o foco crescente em experiência do cliente. Mais do que um produto financeiro, o plano de saúde pet caminha para se tornar uma plataforma de cuidado.
Allianz apresenta Alliadoz 2026 aos corretores do Rio de Janeiro e do Espírito Santo
Profissionais participam de encontros presenciais e on-line para conhecer as novidades do principal programa de
relacionamento da seguradora, que, desta vez, levará os vencedores a Pequim e Xangai, na China
A Allianz Seguros começou o ano promovendo uma série de encontros nos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo para apresentar a edição 2026 do Alliadoz, seu principal programa de relacionamento com os parceiros de negócios. As ações, que ocorrem em formatos variados, como cafés da manhã, almoços, jantares e transmissões on-line, são uma oportunidade para compartilhar as novidades e os e benefícios da iniciativa e reforçar a proximidade com os profissionais.
De acordo com Cesar Hartmann, diretor Comercial Regional Rio de Janeiro e Espírito Santo da companhia, a realização desses encontros contribui para um alinhamento estratégico mais eficiente.
“Eles nos permitem construir um planejamento comercial sólido ao lado dos corretores. Mantemos um relacionamento constante, mas essas ocasiões são especialmente importantes para estreitar ainda mais os laços e atuar de forma próxima e colaborativa”, pontua o executivo.

Cesar Hartmann / Foto: Divulgação
Nova edição
O programa chega com novidades em 2026. O principal destaque é a criação do segmento “Rubi”, voltado a corretores com PEL acima de R$ 1,2 milhão, que se junta às outras quatro segmentações já existentes (“Private”, “Diamante”, “Esmeralda” e “Topázio”). Entre os benefícios inéditos, estão o superbônus para corretores “Private” que cumprirem todos os requisitos do semestre, além de vantagens como consultoria financeira, gestão de patrimônio, crachá exclusivo e acesso ao escritório da Allianz em São Paulo.
Nesta edição, serão concedidos mais de mil prêmios. Os 20 corretores dos segmentos “Private” e “Diamante” que alcançarem as maiores pontuações ao longo do ano ganharão uma viagem a Pequim e Xangai, na China, com direito a um acompanhante. O roteiro inclui experiências ligadas à cultura oriental, gastronomia típica e hospedagem em hotéis de alto padrão.
Já os 20 corretores da nova categoria “Rubi” com melhor desempenho serão premiados com uma viagem à Patagônia Argentina, em um itinerário exclusivo, e 10 viagens para um resort brasileiro paradisíaco, ambas com um acompanhante cada. E os 125 corretores “Esmeralda” com o melhor desempenho também poderão curtir, com um acompanhante cada, todo o conforto e a tranquilidade de um resort cinco estrelas no Brasil. A ação é aberta a todos os corretores ativos e permanece válida até 31 de dezembro de 2026.
Agenda dos encontros
A Allianz já realizou os eventos de lançamento do Alliadoz 2026 em diferentes pontos do Rio de Janeiro, incluindo Barra da Tijuca, Campos dos Goytacases, Macaé, Nova Friburgo, Niterói, Petrópolis, Teresópolis e a capital. No Espírito Santo, a companhia já passou pela capital, além de Linhares. Ainda estão programados outros encontros nas seguintes cidades:
- 4/2: Ventura
- 4/2: Cabo Frio
- 5/2 e 12/2: Niterói
Fonte: ENS, em 02.02.2026.