
No Brasil, de acordo com a legislação tributária, pessoas que sofrem de determinadas doenças graves estão isentas de pagar Imposto de Renda sobre seus rendimentos.
O que é?
Serviço para pedir isenção de imposto de renda. Válido apenas para pessoas com doenças específicas.
A doença deve ser comprovada com documentos médicos (atestado, laudo ou relatório).
Este pedido é realizado pela internet, você só precisa ir ao INSS se chamado para perícia médica.
Quem pode utilizar este serviço?
Pessoa que recebe benefício, com uma ou mais doenças listadas na Lei 7.713/88, mesmo que tenha adoecido depois da aposentadoria. São elas:
- moléstia profissional
- tuberculose ativa
- alienação mental
- esclerose múltipla
- neoplasia maligna
- cegueira, hanseníase
- paralisia irreversível e incapacitante
- cardiopatia grave
- doença de Parkinson
- espondiloartrose anquilosante
- nefropatia grave
- hepatopatia grave
- estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante)
- contaminação por radiação
- síndrome da imunodeficiência adquirida, com base em conclusão da medicina especializada.
Etapas para realização deste serviço:
- Entre no Meu INSS;
- Clique no botão “Novo Pedido”;
- Digite “isenção de imposto de renda”;
- Na lista, clique no nome do serviço/benefício;
- Leia o texto que aparece na tela e avance seguindo as instruções.
- Baixe o Meu INSS
Para acompanhar e receber a resposta do seu processo:
- Entre no Meu INSS;
- Clique no botão “Consultar Pedidos”;
- Encontre seu processo na lista;
- Para ver mais detalhes, clique em “Detalhar”.
- Tempo de duração da etapa
- Em média 30 dias corridos
Procedimentos de atendimento quando o sistema informatizado se encontrar indisponível:
- Ligue para 135.
- Web: Site do Meu INSS
- Tempo estimado de espera: Até 5 minutos
Presencial:
- Encontre a agência do INSS mais próxima no Site do Meu INSS.
- Tempo estimado de espera : Até 30 minutos
- Documentação em comum para todos os casos
Obrigatória:
- Número do CPF;
- Documentos médicos (atestado, laudo ou relatório) que comprovem a doença.
Se for procurador ou representante legal:
- Procuração pública e Termo de Responsabilidade ou particular (modelo do INSS);
- Termo de representação legal (tutela, curatela ou termo de guarda);
- Documento de identificação com foto (RG, CNH ou CTPS) e CPF do procurador ou representante.
Roda de Conersa – CELESC e CELOS

O programa Viva na Celesc completou 20 anos em setembro, justamente quando inicia esta parceria com a CELOS, para um novo estilo de atenção aos celesquianos para iniciarem a planejar seu futuro.
O evento piloto aconteceu em 15 de setembro de forma online na Agência Regional de Videira.
A “Roda de Conversa: Você conhece os benefícios dos seus planos na CELOS”, teve a característica de ser com vagas limitadas, assim os 10 primeiros interessados a se inscrever participariam deste momento de bate papo.
O evento possibilitou aos empregados com menor tempo de empresa compreender os planos, e como eles ajudarão no seu futuro. Assim como, verificar como será o seu futuro, como melhor garantir e planejar a aposentadoria para os colegas com maior tempo de casa. Um momento de tirar dúvidas, usar exemplos, de forma informal e íntima.

“Como estávamos em poucas pessoas, todos pudemos participar, perguntando e tirando dúvidas, principalmente sobre os planos previdenciários, contribuições e rendimentos. Foi um momento de imersão e atenção plena: a equipe da CELOS estava ali para nós realmente. Foi muito gratificante!” afirma a assistente social Djone Turazzi de Oliveira.
A intenção agora é que estas rodas de conversa aconteçam nas demais regionais, com grupos reduzidos de pessoas, objetivando a qualidade na prestação de informações e o momento de reflexão sobre o futuro, sobre como cada um está se programando frente ao trabalho, família, saúde e financeiramente.
Outubro Rosa: um mês de solidariedade e esperança na luta contra o câncer de mama

Nutricionista explica como ter uma alimentação mais saudável para fortalecer o organismo contra doenças.
Dados alarmantes revelam que o câncer de mama afeta milhares de mulheres brasileiras anualmente. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), este é o tipo mais comum, respondendo por cerca de 30% dos novos casos da doença a cada ano. E, apesar dos avanços no tratamento, é uma das principais causas de morte por câncer entre o público feminino.
Nesse cenário, a mobilização se torna fundamental para incentivar o diagnóstico precoce da doença, uma vez que a detecção em estágios iniciais aumenta consideravelmente as chances de tratamento bem-sucedido. Dessa forma, o Outubro Rosa hoje não se limita a uma campanha, mas sim a uma importante jornada de educação, prevenção e cuidado com a saúde das mulheres e da população em geral.
Entretanto, além das ações voltadas para a conscientização e realização regular de exames preventivos, a nutricionista Gracielle Beseke, que integra a rede de Credenciados do Plano CELOS, destaca a influência dos hábitos de vida saudável na prevenção do câncer de mama. A doença é multifatorial, ou seja, a genética, estilo de vida e fatores ambientais também estão envolvidos.
Estilo de vida e fatores ambientais
A preocupação com os dois últimos itens – estilo de vida e fatores ambientais – se deve ao fato de que apenas 5% dos casos de câncer têm relação com histórico familiar. A porcentagem restante fica a cargo de mutações dos genes BRCA1 e BRCA2, que têm ligação direta com os casos de câncer de mama associados com o estilo de vida e ao ambiente.
Muitos alimentos contêm nutrientes com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, como fitoesteróis, vitaminas C e E, e betacaroteno. Esses nutrientes desempenham um papel crucial na proteção das células do corpo.
Diversos estudos comprovam que manter um padrão de alimentação saudável pode reduzir o risco de desenvolvimento do câncer. A relação entre uma dieta saudável e a manutenção do peso corporal é um aspecto vital, especialmente para mulheres na pré e pós-menopausa, devido às mudanças hormonais que ocorrem nesta fase. Vale ressaltar que, embora seja menos comum, homens também podem ser afetados por essa doença, portanto, a prevenção e o cuidado devem ser uma preocupação para ambos os sexos.
A Importância da Campanha
O Outubro Rosa não é apenas um mês de conscientização, mas uma oportunidade para promover mudanças reais na saúde das mulheres. Essa campanha inspira ações como:
Acesso a Exames:
Mobiliza esforços para garantir que as mulheres tenham acesso facilitado à mamografia e ao diagnóstico precoce.
Educação:
Promove a educação sobre autoexame e fatores de risco para que as mulheres possam adotar medidas preventivas em suas vidas cotidianas.
Apoio Psicológico:
Oferece apoio psicológico e emocional para as mulheres que estão enfrentando o diagnóstico e tratamento do câncer de mama.
Solidariedade:
Estimula a solidariedade, incentivando doações para organizações de combate ao câncer e apoio a pacientes.
Fatores de risco relacionados à alimentação
- O consumo de álcool é considerado um fator de risco para o desenvolvimento de câncer de mama. Não há indicação de dose segura. Portanto, a recomendação da IARC (Agência Internacional de Pesquisa em Câncer) é não consumir principalmente no período pré menopausa;
- Em relação ao peso, estudos mais atuais demonstram que o fator de risco se deve não apenas ao excesso de peso, mas ao aumento do percentual de gordura, especialmente na região abdominal. Outra condição comum associada ao ganho de peso é o menor controle glicêmico, que também teria impacto negativo e pode colaborar com o surgimento da doença;
- O consumo de alimentos ultraprocessados é associado com maior incidência da doença e as razões para essa associação são: baixa qualidade nutricional e presença de substâncias que atuam de forma semelhante ao estrogênio (os chamados disruptores endócrinos);
- Os agrotóxicos podem atuar como iniciadores, promotores e aceleradores de mutações que originam um tumor. Nas categorias de agrotóxicos e poluentes químicos, estão presentes substâncias que apresentam propriedades bioquímicas semelhantes ao estrogênio (hormônio feminino responsável pelo controle da ovulação e preparo do útero para a reprodução), que ocasionam um estímulo hormonal adicional.
Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), mulheres que apresentam agrotóxicos no organismo, têm o dobro de chances de desenvolver câncer de mama.
Fonte: Celos, em 25.10.2023.