1º engaj@nvisa: Anvisa reúne 20 influenciadoras e influenciadores em imersão sobre os principais temas da vigilância sanitária
Programação do evento inclui oficinas com diretoria colegiada da Agência e visita a laboratório público de referência de Brasília (DF)

Influenciadoras e influenciadores com diretores da Anvisa na abertura do 1º engaj@nvisa, imersão sobre os principais temas da vigilância sanitária - Foto: Jacqueline Spotto/Anvisa
Nesta quinta-feira (2/7), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu início ao 1º engaj@nvisa, evento que reúne 20 criadoras e criadores de conteúdos sobre saúde e investigação científica na capital federal (DF) para participarem de atividades educativas e de sensibilização relacionadas à vigilância sanitária. “Esse encontro é histórico e pavimenta um canal estratégico entre a Agência e influencers que atuam em favor da proteção da saúde”, afirmou o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle.
A programação do evento, que se estende até sexta-feira (3/7), inclui rodas de conversa com a diretora e os diretores da Agência, além de uma visita ao Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) do Distrito Federal. Todas as atividades propostas terão como foco a sensibilização para temas da saúde e a importância do combate à desinformação que acomete a vigilância sanitária.
Na abertura do 1º engaj@nvisa, a diretoria colegiada da Anvisa abordou a importância da regulação sanitária para o Brasil e do trabalho de quem produz conteúdo digital com base na ciência e em dados oficiais para o enfrentamento de notícias falsas que afetam a saúde pública. “Desinformação nesse campo pode até levar pessoas ao óbito”, alertou Thiago Campos, diretor da quinta diretoria da Agência.
Um dos convidados da ação, o apresentador, jornalista e médico Fred Nicácio afirmou que o evento é uma oportunidade única para ampliar seus conhecimentos a respeito da vigilância sanitária. "Minha expectativa é poder entender cada vez mais sobre a Anvisa, que nos fornece informações para ajudar as escolhas de todos", destacou.
O médico infectologista Ricardo Kores destacou a importância de a Agência abrir as portas para um evento com criadores de conteúdo. "Eu, como infectologista, sou suspeito para falar. A Anvisa, entre outras coisas, evita que as doenças cheguem no Brasil. É até uma questão de soberania nacional."
Outra convidada do evento, a atriz Cacau Protásio afirmou estar muito honrada em participar da iniciativa. Ao relembrar um episódio recente em que sofreu uma lesão ocular após usar uma pomada capilar, ela destacou a importância de a população compreender o papel da Anvisa: "É fundamental levar informação de um jeito simples, que todo mundo entenda. Tudo o que consumimos passa pela Anvisa; vocês nos protegem. Estou muito feliz de estar aqui hoje."
A diretora da Anvisa Daniela Marreco e os diretores Daniel Pereira e Marcelo Moreira também participaram da abertura do evento, sediada no museu SESI Lab.
Mobilização qualificada
Historicamente, criadoras e criadores de conteúdo que participam do 1º engaj@nvisa têm abordado temas da atualidade que envolvem questões de saúde pública, como a regulação de produtos, utilizando linguagem simples, recursos educativos e até humor em seus vídeos.
Confira a lista completa de participantes do evento que, juntos e com suas audiências somadas, têm o alcance potencial de 53,9 milhões de seguidoras e seguidores nas redes sociais em que estão ativos:
- @almanaquesos (Dario Centurione)
- @thelminha (Thelma Assis)
- @cacauprotasiooficial (Cacau Protásio)
- @oantoniomiranda (Antonio Miranda)
- @thalesbretas (Thales Bretas)
- @brunobaroni_a (Bruno Baroni)
- @olaciencia (Lucas Zanandrez)
- @dr.ricardokores (Ricardo Kores)
- @pediatriaintegralbr (Daniel Becker)
- @nuncavi1cientista (Laura Marise e Ana Bonassa)
- @ceiaclandestina (Gustavo Mattos e Rafael Serotini)
- @frednicacio (Fred Nicácio)
- @anaterra.oli (Anaterra Oliveira)
- @drglauberlima (Glauber Lima)
- @flavonoidee (Flávia Masson)
- @julianemassaoka (Juliane Massaoka)
- @draluanaaraujo (Luana Araújo)
- @marifvarella (Mariana Varella)
Nenhum influencer recebeu cachê para participar do evento, que tem contrapartida social. Passagens e hospedagens foram custeadas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Anvisa sem desinformação
Logo após a abertura do 1º engaj@nvisa, houve o lançamento do Programa de Combate à Desinformação da Anvisa, iniciativa relacionada à atuação da vigilância sanitária que tem o objetivo de ampliar a circulação de informações oficiais e verídicas, enfrentar a disseminação de conteúdos falsos e promover a proteção da saúde.
Entre as primeiras medidas do Programa, estão: a assinatura de declarações conjuntas de intenção de cooperação com as principais plataformas de redes sociais - Facebook, Instagram, TikTok e, em breve, YouTube – para ampliar o enfrentamento de conteúdo ilegal sobre saúde no ambiente digital; e a estreia da Anvisa sem desinformação, página de checagem hospedada no Portal da Agência para combater boatos e esclarecer conteúdos falsos ou alarmistas.
Anvisa lança Programa de Combate à Desinformação com participação de plataformas digitais no 1º engaj@nvisa>
Iniciativa visa ampliar o acesso a informações confiáveis e a proteção à saúde no Brasil

Diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, no lançamento do Programa de Combate à Desinformação - Foto: Jacqueline Spotto/Anvisa
As parcerias foram firmadas na abertura do 1º engaj@nvisa, durante o lançamento do Programa de Combate à Desinformação da Anvisa, iniciativa relacionada à atuação da vigilância sanitária que tem o objetivo de ampliar a circulação de informações oficiais e verídicas, enfrentar a disseminação de conteúdos falsos e ilegais e promover a proteção da saúde. Entre as primeiras medidas do projeto, também está a estreia da Anvisa sem desinformação, página de checagem hospedada no Portal da Agência para combater boatos e esclarecer conteúdos falsos ou alarmistas.
“Enfrentar a disseminação de notícias falsas, que colocam em risco a saúde da população, também é uma prioridade da Anvisa. Nossa página de checagem se soma a outros esforços da administração pública e da imprensa profissional para combater a desinformação que também afeta o trabalho da vigilância sanitária”, explica o diretor-presidente da Agência, Leandro Safatle.
O Programa de Combate à Desinformação é mais uma ação da Anvisa para fortalecer a comunicação pública da vigilância sanitária e promover a disseminação de informações baseadas em evidências científicas e em normas sanitárias regulamentadas.
Interesse público
Nas declarações conjuntas de intenção de cooperação, as plataformas disponibilizam e reforçam os canais de denúncia especializados para o encaminhamento e acompanhamento de demandas da Agência relacionadas a conteúdos que violem a legislação sanitária. Também se propõem a ampliar fluxos de comunicação institucional com a Anvisa, por meio do compartilhamento de conhecimentos, boas práticas e ações educativas relacionadas ao ambiente digital.
Um dos objetivos centrais do Programa de Combate à Desinformação da Anvisa é promover a melhoria da compreensão da sociedade sobre produtos e serviços sujeitos à vigilância sanitária no país, considerando que informações falsas sobre vigilância sanitária podem gerar dúvidas e trazer riscos à vida das pessoas.
Medicamento vendido sem receita oferece risco?
Produtos podem causar efeitos colaterais e até levar à intoxicação. Saiba por que a orientação médica é fundamental

Medicamentos não são produtos isentos de risco, o que inclui aqueles vendidos sem receita. Isso porque qualquer medicamento pode causar efeitos colaterais, interagir com outros produtos, provocar reações alérgicas e até levar à intoxicação.
Além disso, o uso de medicamentos sem orientação de um profissional de saúde pode mascarar e agravar doenças. Nosso corpo costuma dar alguns sinais, como febre e dor, para nos alertar que algo errado está acontecendo. Muitas vezes, ao aliviar os sintomas com um analgésico, por exemplo, podemos adiar a busca por orientação médica e agravar quadros mais graves.
Outro problema é o risco de prejudicar o fígado e os rins, uma vez que esses órgãos podem ser muito afetados pelo uso de medicamentos. Para se tornarem ativas, muitas medicações passam por metabolismo hepático e outras são eliminadas pelos rins - o que reforça a importância da orientação médica.
A interação medicamentosa é outro risco para quem utiliza medicamentos sem a devida avaliação e acompanhamento por um profissional de saúde. A questão é que, ao interagirem, uma substância pode influenciar o efeito de outra, seja anulando, aumentando ou alterando o efeito.
Checamos: alho NÃO é antibiótico. Saiba quais são os perigos para a sua saúde
Queridinho da cozinha, ele tem ação antimicrobiana e antifúngica, mas não pode substituir o tratamento com medicamentos

Entre as muitas informações falsas relacionadas à saúde divulgadas nas redes sociais, uma delas envolve o uso de um conhecido tempero culinário e oferece bastante perigo. A crença de que o alho pode ser usado como antibiótico natural já conquistou muitas pessoas, mas representa um risco para a saúde.
Como muitas notícias falsas que circulam na internet, essa se baseia em informações parcialmente verdadeiras, já que algumas sustâncias presentes no alho, em especial a alicina, oferecem efeitos anti-inflamatórios, antioxidantes, cardioprotetores e até imunomoduladores. Apesar disso, NÃO há comprovação científica de que ele trata infecções nem de que pode substituir a amoxicilina ou qualquer outro antibiótico.
Para serem vendidos em farmácias e drogarias, os antibióticos são testados, estudados e aprovados após extensa pesquisa científica. Além disso, para registarem os produtos, agências reguladoras como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fazem uma série de exigências para aprovarem os medicamentos.
Hantavirose NÃO é efeito colateral da vacina da Covid-19
Surto da doença em navio registrado em abril reacendeu teorias conspiratórias sobre imunizantes

Durante a pandemia da Covid-19, o mundo acompanhou uma campanha coordenada de notícias falsas relacionadas a vacinas e medicamentos. Apesar do fim da emergência sanitária, outros episódios costumam despertar novas ondas de desinformação. Um surto de hantavirose, registrado em abril deste ano num cruzeiro, é um dos mais recentes episódios.
Publicações em redes sociais passaram a alegar que a doença está listada em um banco de dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da farmacêutica Pfizer como possível efeito colateral da vacina contra a Covid-19. Tanto a entidade quanto o laboratório tiveram de vir a público para negar a informação.
O imunizante foi um dos que registrados no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, como é possível constatar na bula da vacina, NÃO há nenhuma indicação em relação à hantavirose.
Estratégia nociva
Em 2024, após a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar a Mpox como emergência de saúde internacional, diversos conteúdos falsos sobre a doença começaram a circular na internet. O principal deles é que a doença seria efeito colateral da vacina contra a Covid-19.
A informação foi desmentida, uma vez que NÃO há dado ou evidência científica que confirme a ligação entre vacinação e a doença. A Mpox é uma doença viral zoonótica transmitida aos seres humanos por meio de contato com pessoas infectadas ou materiais contaminados. Ela é causada pelo vírus MPXV, pertencente ao gênero Orthopoxvirus e à família Poxviridae.
Vacina da dengue do Instituto Butantan NÃO é experimental
Imunizante foi aprovado pela Anvisa após seguir todas as etapas de avaliação exigidas para esse tipo de produto no Brasil

Em dezembro de 2025, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou o registro da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan. Até receber a autorização que permite a produção e a comercialização do imunizante, o produto passou por todas as etapas de avaliação exigida de qualquer vacina ou medicamento aprovados para uso no país.
Apesar de ter cumprido todo o rito regulatório, circulam na internet publicações afirmando que a aplicação da vacina produzida pelo Butantan foi um “experimento que usou a população brasileira como cobaia”
Prova de que essa informação é falsa é o fato de a aprovação da vacina Butantan-DV ter sido baseada em 16 estudos clínicos de fase 1, além de estudos de fases 2 e 3. Juntos, esses estudos avaliaram mais de 11 mil pessoas, dentro das práticas regulatórias internacionais e seguindo os guias da Organização Mundial da Saúde (OMS).
O imunizante, o primeiro aplicado em dose única, começou a ser ofertado exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em fevereiro. Em 8 de junho de 2026, o Ministério da Saúde anunciou a descontinuidade temporária da atual estratégia de vacinação da Butantan-DV como medida preventiva após o registro de eventos raros inesperados, que suscitaram sinais de alerta relacionados ao imunizante.
A Anvisa instituiu um grupo de especialistas para organizar, coordenar e apoiar a atuação de um grupo de trabalho de Especialistas voltado à avaliação da segurança da vacina. A medida tem como objetivo aprofundar a investigação epidemiológica de eventos adversos associados ao imunizante e subsidiar a análise do seu perfil benefício-risco com base em evidências científicas atualizadas.
Café NÃO causa calvície
Posts em redes sociais associam suposta mudança na fórmula do café vendido no Brasil à queda de cabelo
A queda de cabelo é um problema que afeta homens e mulheres em todo mundo e impulsiona o desenvolvimento de pesquisas por tratamentos e medicamentos que prometem amenizar ou reverter o quadro. Imagina descobrir que uma das bebidas mais populares do país pode causar calvície? Essa é uma informação falsa que começou a circular nas redes sociais este ano e deixou muita gente com a pulga trás da orelha.
De acordo com as publicações, o motivo seria uma nova fórmula introduzida em 2026 pela indústria, com “produtos químicos tóxicos”, e autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
NÃO houve, no entanto, qualquer mudança na composição ou nos ingredientes do café vendido no Brasil. A Resolução da Diretoria Colegiada 716/2022 trata especificamente dos requisitos sanitários do café e descreve os padrões de qualidade, segurança e composição, bem como o que pode ser adicionado ao alimento.
Também NÃO houve qualquer alteração nos aditivos que podem constar nos cafés vendidos no país. Atualmente, são permitidos quatro tipos: três acidulantes (capazes de aumentar a acidez ou conferir sabor ácido) e um aromatizante natural ou idêntico ao natural (que pode intensificar aroma e sabor). Um painel analítico no Portal da Agência permite que qualquer pessoa consulte os aditivos permitidos para o café e para outros alimentos no Brasil.
Anvisa suspende medicamento e proíbe produtos irregulares
Medida foi publicada nesta quinta-feira (2/7) no Diário Oficial da União
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quinta-feira (2/7) a suspensão do Cloridrato de Dobutamina - 12,5 MG/ML SOL INJ CX 10 AMP VD AMB 20 ML, produzido pela Hypofarma – Instituto de Hypodermia e Farmácia Ltda (CNPJ: 17.174.657/0001-78).
Foi confirmado desvio de qualidade em alguns lotes do medicamento, usado no tratamento de insuficiência cardíaca, que apresentaram precipitados, partículas suspensas, cristalização e alteração de cor (coloração turva, avermelhada ou amarronzada). A suspensão da venda, distribuição e uso atinge os seguintes lotes: 25071640, 25071641, 24071684 e 24092132.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quinta-feira (2/7) o recolhimento de medicamentos que não possuem registro, notificação ou registro e são produzidos por empresas sem Autorização de Funcionamento.
Uma delas é a Supra Ervas Bebidas e Alimentos Ltda (CNPJ: 20.050.136/0001-13), que teve proibidas a fabricação, a distribuição, a venda, a divulgação e o uso dos seguintes produtos (todos os lotes):
- Extrato Concentrado Bios 7 - Crataegus
- Extrato Concentrado Bios 7 - Aloe Vera
- Extrato Concentrado Bios 7 - Dente de Leão
- Extrato Concentrado Bios 7 - Alcaçus
- Extrato Concentrado Bios 7 - Alcachofra
- Extrato Concentrado Bios 7 - Centella asiática
- Extrato Concentrado Bios 7 - Ginseng
- Extrato Concentrado Bios 7 - Castanha da Índia
- Extrato Concentrado Bios 7 - Cavalinha
- Extrato Concentrado Bios 7 - Sene Extrato Concentrado Bios 7 - Salsaparrilha
- Extrato Concentrado Bios 7 - Unha de gato
- Extrato Concentrado Bios 7 - Valeriana
- Extrato Concentrado Supraervas - Amora branca
- Extrato Concentrado Supraervas - Goji berry
- Extrato Concentrado Supraervas - Maca peruana
- Extrato Concentrado Supraervas - Hibisco
- Extrato Concentrado Supraervas - Laranja amarga
- Extrato Concentrado Supraervas - Sálvia
- Extrato Concentrado Supraervas - Cúrcuma
- Extrato Concentrado Supraervas - Gengibre
- Extrato Concentrado Supraervas - Camomila
- Extrato Concentrado Supraervas - Crataegus
- Extrato Concentrado Supraervas - Alcaçuz
- Extrato Concentrado Supraervas - Salsaparrilha
- Extrato Concentrado Supraervas - Cavalinha
- Extrato Concentrado Supraervas - Dente de leão
- Extrato Concentrado Supraervas - Sene
- Extrato Concentrado Supraervas - Ginseng
- Extrato Concentrado Supraervas - Unha de gato
- Extrato Concentrado Supraervas - Centella asiática
- Extrato Concentrado Supraervas - Alcachofra
- Extrato Concentrado Supraervas - Castanha da índia
- Extrato Concentrado Supraervas - Hipérico /erva-de-são-joão
- Extrato Concentrado Supraervas - Valeriana
- Aloe vera max
Os produtos Lipodrene, Tribulus Terrestris, Stimerex ES, Ostarine e Cardarine, fabricados pela empresa Primenutri Comércio Virtual Ltda. (CNPJ: 22.483.207/0001-05) também sofreram as mesmas sanções.
A medida atinge ainda a BG Cryo Indústria de Gases Ltda. (CNPJ: 74.481.011/0007-62), que produz oxigênio medicinal sem o devido licenciamento sanitário.
A Resolução 2.600/2026 também determinou o recolhimento dos seguintes produtos da empresa Segredos da Terra Cristais Ltda. (CNPJ: 41.607.798/0001-11).
- Cartilagem de tubarão Greenora
- Uva ursi Greenora
- Cogumelo do sol Greenora
- Isoflavona Greenora
- Beringela Greenora
- Elixir inhame Greenora
- Sete sangrias Greenora
- Boldo do Chile Greenora
- Óleo de copaíba Greenora
- Maca peruana Greenora
- Berberina Greenora
- Abajeru Greenora
- Catuaba Greenora
- Glucomannan Greenora
- Mamacadela Greenora
- Carvão vegetal ativado Greenora
- Dente de leão Greenora
- Insubiotic Greenora
- Uriclean Greenora
- Composto digestivo Greenora
- Composto laxante Greenora
- Isoflavona com amora miura Greenora
- Berinjela com alcachofra Greenora
- Hibisco + ginseng Greenora
- Ginkgo biloba + ginseng Greenora
- Hibisco + cavalinha Greenora
- Mulungu Greenora
- Alcachofra Greenora
- Sene Greenora
- Castanha da índia Greenora
- Centella asiática Greenora
- Pata de vaca Greenora
- Melão de São Caetano Greenora
- Passiflora incarnata Greenora
- Ginkgo biloba Greenora
Nenhum deles pode ser fabricado, vendido, distribuído ou utilizado.
Confira a Resolução 2.600/2026 no Diário Oficial da União (DOU).
Anvisa vendendo caneta emagrecedora? NÃO caia nesse golpe
Agência alerta empresas e população sobre ações criminosas que vêm sendo aplicadas em nome da vigilância sanitária
"Canetas emagrecedoras" e “Anvisa” são termos que costumam estar juntos em diversos conteúdos das redes sociais. Manchetes de jornais, comentários de profissionais de saúde explicando o tratamento e seus efeitos colaterais, dados sobre venda desses produtos no país. Mas você já ouvir falar que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vende esses medicamentos?
Para enganar as pessoas e dar credibilidade a anúncios falos, golpistas têm criado páginas e perfis que misturam a Anvisa com a comercialização desses produtos. A orientação das autoridades é simples: denuncie o caso à plataforma em que está inserido e à Agência por meio do Fala.BR.
Taxas
Mas se a popularidade dos medicamentos de combate à obesidade é um fenômeno recente, outros golpes são antigos conhecidos. Um dos mais populares é aquele que oferece facilidades para destravar algum processo que tramita na Anvisa.
Um golpista liga, manda mensagem no WhatsApp ou por e-mail informando ser servidor da Agência e cobra um pagamento para agilizar e resolver a situação de um processo.
Muitas empresas acabam fazendo o pagamento e, dias depois, os processos são deferidos. Isso porque os golpistas monitoram o andamento dos processos no site e já sabem o prazo médio de aprovação. A Agência esclarece, no entanto, que esses valores são direcionados a golpistas e NÃO influenciam no prazo de análise.
Cuidado com os golpes
Todas as taxas da Anvisa disponibilizadas pelos sistemas de petição são pagas por meio de Guias de Recolhimento da União (GRUs). Cobranças geradas pelo Sistema Solicita e pelo Porto Sem Papel podem ser pagos com PIX. Em todos os casos, os pedidos de pagamento são feitos de forma administrativa.
A Anvisa nunca pede depósito ou PIX para pessoas físicas. Se existe alguma dívida, a EMPRESA será avisada oficialmente por uma carta registrada (com papel timbrado) ou pelo Diário Oficial da União (DOU). Tudo vem bem explicado, com o passo a passo de como pagar e o que fazer.
Proteja-se
- NÃO clique em nenhum link enviado por e-mail, nem em mensagem ou sites que vendem medicamentos em nome da Anvisa;
- Verifique sempre o domínio de envio dos e-mails e a URL dos sites que oferecem os produtos. O site oficial da Agência é https://www.gov.br/anvisa/pt-br;
- Em caso de dúvidas, entre em contato pelos canais oficiais da Agência : telefone 0800 642-9782 ou por meio do formulário eletrônico;
- Nunca faça nenhum tipo de pagamento solicitado nestes e-mails, mensagens ou telefonemas;
- Encontrou publicações desse tipo em redes sociais? Denuncie a postagem na própria plataforma e NÃO clique;
- Se você ou sua empresa foram contatados por golpistas, envie sua denúncia para a Anvisa pelo Fala.BR.
Fonte: Anvisa, em 02.07.2026.