Evento online debate compromissos das instituições financeiras para a sustentabilidade
Transmissão no dia 5 de maio, às 10h, contará com Luiz Pires, nosso gerente de Sustentabilidade
No dia 5 de maio, às 10h, participaremos de um debate online sobre riscos e oportunidades associados à sustentabilidade no Brasil em 2026, incluindo prioridades em clima e natureza e as principais prioridades nestas agendas. Organizado pela ERM, em parceria com a Anbima, Unep-FI, BID Invest, CNseg e Febraban, evento está com as inscrições abertas pelo Teams.
O webinar “Do compromisso à ação: Instituições financeiras dando forma ao amanhã” contará com a participação de Luiz Pires, nosso gerente de Sustentabilidade e Inovação; Claudia Prates, diretora de Sustentabilidade da CNseg; Cintia Cespedes, gerente de Sustentabilidade da Febraban; e moderação de Paula Peirão, coordenadora regional da Unep-FI.
O público-alvo do encontro são lideranças e equipes de sustentabilidade, risco, crédito, negócios, RI e desenvolvimento de produtos.
O evento também apresentará destaques do relatório da ERM sobre a Mesa Redonda Regional da Unep-FI para a América Latina e o Caribe ocorrida em 2025. Estruturado em três pilares, o estudo propõe um roteiro mensurável para instituições financeiras: preparar (governança, dados e metas); implementar (alinhamento dos fluxos de capital a resultados positivos para o clima e a natureza); e engajar (relacionamento com clientes e outros atores para impulsionar a transição na economia real).
As discussões buscam conectar o estudo às prioridades do dia a dia do setor financeiro, como a adequação à Taxonomia Sustentável Brasileira, a concepção de produtos sustentáveis e as agendas das entidades participantes para 2026.
Inscrições: gratuitas via Teams
Cautela do investidor favorece renda fixa de menores prazos no primeiro trimestre de 2026
Em um cenário marcado por maior aversão ao risco, os índices de renda fixa de menores prazos apresentaram melhores resultados no primeiro trimestre de 2026. É o que mostra o desempenho dos subíndices do IMA – carteira que consolida o resultado dos títulos públicos marcados a mercado, que apresentou rentabilidade de 3,07% no período.
“O comportamento dos indicadores reflete o posicionamento mais defensivo dos investidores diante dos possíveis impactos da guerra no Oriente Médio e dos desafios que empresas vem enfrentando no Brasil nas últimas semanas” afirmou Marcelo Cidade, nosso economista.
O principal destaque foi o IMA-B 5, que acompanha as NTN-Bs com vencimento de até cinco anos e acumulou alta de 3,87% até março. Com liquidez média de três anos, o indicador superou com folga o IMA-B 5+ (NTN-Bs com vencimento acima de cinco anos), que registrou rentabilidade acumulada de 2,29% no ano.
Em relação aos prefixados, o IRF-M 1, que mede o desempenho dos títulos com prazo de até um ano, avançou 3,28% no período. Enquanto o IRF-M 1+, que reúne os papéis acima de um ano, rendeu 2,02% no trimestre.
O IMA-S, composto pelas LFTs (títulos pós-fixados atrelados à taxa básica de juros) com vencimento em um dia, apresentou ganhos de 3,49% no primeiro trimestre.
Debêntures
Em relação ao crédito privado, o IDA, que consolida o desempenho das debêntures, acumulou valorização de 2,32% nos três primeiros meses de 2026.
“O mercado de crédito corporativo também foi afetado pela maior cautela dos investidores nos últimos meses, movimento que se intensificou em março, quando os títulos que compõem o IDA passaram a registrar quedas mais expressivas”, explica Cidade. Ainda assim, todos os subíndices fecharam o trimestre no positivo.
O melhor desempenho foi registrado pelo IDA IPCA Ex-Infraestrutura, que replica a carteira de debêntures sem isenção fiscal, com alta de 3,36% no trimestre.
O IDA-DI, composto por debêntures atreladas à taxa DI, teve rendimento de 2,63%. Já o IDA IPCA Infraestrutura, que acompanha as debêntures incentivadas, cresceu 1,96% no período.
Fonte: Anbima, em 17.04.2026.