Evento exclusivo para associados acontece em 13 de outubro, às 15h
Realizaremos uma live na próxima quinta-feira, dia 13, para discutir como a gestão de recursos é impactada pela possibilidade de negociação de grandes blocos, cuja metologia foi definida esta semana pela CVM. O bate-papo contará com a presença de Alexandre Rangel, diretor da CVM.
O evento é exclusivo para associados e acontece no Workplace, às 15h. Associados que ainda não tenham acesso podem entrar em contato com
Reunião aberta: tire dúvidas sobre regras para classificação de clientes e de derivativos de balcão
Encontro acontece em 18 de outubro, às 10h30. Inscreva-se!
Realizaremos uma reunião aberta em 18 de outubro para esclarecer dúvidas relacionadas às regras de classificação de clientes e de derivativos de balcão presentes em nossas Regras e Procedimentos para Negociação de Derivativos de Balcão. O documento, vinculado ao nosso Código de Negociação de Instrumentos Financeiros, é de observância obrigatória por nossos participantes.
O encontro começa às 10h30 e basta se inscrever para participar. Na ocasião, faremos uma breve apresentação do que é esperado das instituições que devem seguir estas regras e, em seguida, abriremos para perguntas.
Saiba mais
Associados apresentam práticas para promover equidade de gênero em workshop da Rede ANBIMA de Diversidade e Inclusão
Mais de 100 colaboradores de empresas associadas puderam conhecer cases de políticas internas para contratação, retenção e desenvolvimento de talentos femininos.
Mais de 100 pessoas se reuniram na última quarta-feira, 5, para conhecer práticas adotadas por instituições associadas para promover a equidade de gênero em suas instituições. O encontro “Diálogos da Rede” faz parte da programação da Rede ANBIMA de Diversidade e Inclusão e teve como objetivo promover conhecimento de ações que auxiliem na atração, retenção e desenvolvimento de talentos femininos no mercado de capitais.
Durante a abertura do encontro, a consultora Margareth Goldenberg ressaltou a importância de se desenhar estratégias e ações intencionais para todo o ciclo de vida de suas colaboradoras. “Olhar para elas é também olhar para outros grupos sub-representados, como as negras, as LGBTQIA+ e as com deficiência, já que são marcadores identitários que se interseccionam”, lembrou.
A primeira empresa a compartilhar as suas práticas para o tema foi o banco BV. A instituição tem como meta até 2030 ocupar 50% de cargos de liderança com mulheres e garantir 35% de pessoas negras no quadro de colaboradores da empresa. “Nossa atuação em inclusão começa garantindo que a pluralidade do país esteja representada em nosso time”, ressaltou Lucas.
Dentre as ações voltadas para retenção e desenvolvimento das colaboradoras do BV, estão iniciativas que fortalecem a maternidade, como jornadas flexíveis, opção de home office, sala de lactação, auxílio creche e babá, mentorias para carreira etc. O programa Mãe é no BV tem se mostrado bom para elas e para a marca, sendo um case de sucesso nas redes sociais e como referência para benchmarks.
O outro programa, BV a Bordo, trata a parentalidade, com licenças parentais ampliadas e inclusivas para casais heterossexuais e homoafetivos, acompanhando desde a gestação até o pós-nascimento da criança.
O BV promove ações para formar um banco de talentos de mulheres dos grupos sub-representados e para desenvolvê-las na área de TI. Também mantém a Academia de Liderança Feminina e dá autonomia para o grupo de afinidade, o BV com Elas, definir suas ações, sendo referência para a área de Diversidade e Inclusão na hora de desenhar iniciativas que promovam a inclusão de mulheres em todo o ecossistema do banco.
Em seguida, os participantes puderam conhecer como a gestora Dahlia Capital trata do assunto. O trabalho dedicado à diversidade, equidade e inclusão nasceu com junto com a empresa, há quatro anos. Hoje, dos 28 colaboradores, 12 são mulheres e cinco das novas áreas de negócio são liderados por elas.
As iniciativas dentro da gestora – como licenças parentais estendidas, ambiência propícia e acolhedora, incentivo a formações e participações de fóruns e eventos representativos – também se refletem para fora da empresa, que estimula a diversidade nos conselhos administrativos das empresas para onde direciona seus investimentos, por meio de sua Política de Investimentos Responsáveis e Integração ESG. “Queremos garantir diversidade a longo prazo. Boas pessoas, bons negócios e tempo são grandes geradores de resultados”, reforçou a representante.
O Sicred, primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, também apresentou suas práticas de equidade de gênero. Pela especificidade deste modelo de negócio, seu principal desafio é ampliar a participação das mulheres entre associados para que elas ascendam aos demais patamares, chegando à gestão das cooperativas.
A estrutura do grupo é composta por colaboradores CLT e por cargos eleitos (presidente, conselho, coordenação dos núcleos e associados, que são os clientes e que participam dos processos decisórios das cooperativas). O desafio é ampliar a participação das mulheres entre associados para que elas ascendam aos demais patamares, chegando à gestão das cooperativas.
Para isso, o Sicred, desde 2019, promove a implementação do Comitê Mulher Sicred para desenvolver um conjunto de ações formativas, síncronas e assíncronas, que as levem a posições de liderança também nas suas comunidades, promovendo uma rede de network. “Atualmente, mais de 2.400 mulheres estão nos comitês, sendo 330 eleitas para coordenar grupos e 86 para os conselhos”, explicou Francieli.
Já no Bradesco, as ações para promover a equidade de gênero estão relacionadas aos 7 Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs) da ONU (Organização das Nações Unidas). Dentre elas, estão a criação do Comitê de Sustentabilidade e Diversidade, do Grupo de Trabalho de DE&I e de grupos de afinidade. “Queremos formar lideranças que sejam sensíveis ao tema, em todas as áreas e toda hierarquia da corporação”, comentou Julia.
Programas voltados ao combate da violência doméstica, à promoção de uma gestação saudável e retorno ao trabalho pós-licenças, campanhas de prevenção da saúde da mulher são algumas das iniciativas para reter as colaboradoras, assim como cursos de formação de lideranças da Unibrad – universidade corporativa do banco – que favorecem seu desenvolvimento.
O programa de mentoria colaborativa Nós por Elas, em parceria com o IVG, é uma das ações para disseminar e fomentar a equidade de gênero para além do banco, aberto a toda comunidade.
Rede ANBIMA de Diversidade e Inclusão
A Rede ANBIMA de Diversidade e Inclusão é uma comunidade de profissionais de instituições associadas à ANBIMA que tem o objetivo de impulsionar o tema nas empresas do mercado por meio da promoção de debates e a troca de experiências. O próximo “Diálogos da Rede” acontece no dia 7 de dezembro e vai discutir melhor práticas de equidade racial. Para participar da Rede, entre em contato pelo e-mail
Fonte: Anbima, em 07.10.2022.