Segunda edição de estudo da ANBIMA mostra que audiência cresceu 23,6%, chegando aos 91,5 milhões de seguidores
A segunda edição do relatório FInfluence: quem fala de investimentos nas redes sociais agora está disponível em inglês. O estudo mostra que os 277 influenciadores mapeados falam com uma base de seguidores avançou para 91,5 milhões em dezembro de 2021, um avanço de 23,6% frente a fevereiro do mesmo ano. Isso reforça a relevância desses atores nas redes sociais e o crescente interesse dos brasileiros por conteúdos relacionados a investimentos e educação financeira.
+ Baixe a segunda edição do relatório FInfluence em inglês
Os influenciadores expandiram sua atuação. O número de perfis ativos nas redes sociais evoluiu de 591 para 612, mostrando que o escopo de atuação foi ampliado para novos territórios. O Twitter continua como a rede preferida desses players: responde por 62,5% das publicações. O microblog é atrativo pela praticidade na hora de publicar e bastante usado para comentários pontuais.
+ Relembre a primeira edição do relatório de influenciadores em inglês
Rankings
Uma das novidades do relatório é um ranking com os dez mais influentes. Além da classificação geral, também é apresentado o top 10 dentro de cada “tipo” de influenciador. Utilizando a mesma metodologia da primeira edição, os influenciadores foram divididos em 11 diferentes categorias, com base nas descrições de seus perfis, nos comportamentos em vídeos e posts.
Cinco dessas tipologias são líderes em engajamento (curtidas, reações, comentários e compartilhamentos) nas publicações e representam, juntas, 59% dos conteúdos analisados. São os produtores de conteúdo, analistas, traders, investidores independentes e especialistas.
Sobre a pesquisa
A ANBIMA monitora e acompanha os influenciadores digitais que falam sobre investimentos desde setembro de 2020 com o apoio do IBPAD. A partir da análise de postagens públicas feitas por esses players, foram identificados os assuntos e produtos financeiros mais falados, categorias de influenciadores, estratégias de atuação e os principais porta-vozes em cada rede. Em 2021, foi publicado o primeiro relatório FInfluence: quem fala de investimentos nas redes sociais, com dados do início do projeto até 5 de fevereiro. Nesta segunda edição, foram mapeadas aproximadamente 406 mil postagens feitas por 277 influenciadores de investimentos de 6 de fevereiro a 31 de dezembro. Esses atores comandam 612 perfis no Instagram, Twitter, YouTube e Facebook e alcançam uma audiência de 91,5 milhões de seguidores.
25 anos do Ranking ANBIMA: Bradesco BBI lidera em emissão de títulos de renda fixa em 2022
Com a alta da Selic, cinco instituições ultrapassaram a marca de R$ 3 bilhões em originação de títulos de dívida nos dois primeiros meses do ano
O volume de emissões de títulos de renda fixa coordenadas pelo Bradesco BBI soma R$ 9,1 bilhões no ano, segundo dados do nosso Ranking de Renda Fixa. O valor, que contempla operações de janeiro e fevereiro, representa mais de 25% das emissões de títulos de dívida no período e coloca o Bradesco BBI na liderança do ranking. Já o Itaú BBA, que liderou essa lista no consolidado do último ano, foi responsável por R$ 7,24 bilhões nos primeiros dois meses de 2022, ficando com o segundo lugar. Em terceiro está o UBS BB, com R$ 3,62 bilhões.
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Com o ciclo de alta da Selic e as captações recordes em renda fixa, cinco instituições financeiras superaram a marca de R$ 3 bilhões em originação nos dois primeiros meses de 2022. Além de Bradesco BBI, Itaú BBA e UBS BB, ultrapassaram esse valor BTG Pactual (R$ 3,58 bilhões) e Santander (R$ 3 bilhões). Nos dois primeiros meses de 2021, apenas o Itaú BBA havia ultrapassado esse valor.
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Comparação do volume de emissões de títulos de renda fixa coordenadas pelas instituições financeiras em dois períodos – de janeiro a fevereiro de 2022 e de janeiro a fevereiro de 2021 | Fonte: ANBIMA
O desempenho do Bradesco BBI nos dois primeiros meses do ano foi puxado pelas emissões de títulos de longo prazo, que representam R$ 8,28 bilhões do montante coordenado pela instituição. O mesmo aconteceu com o UBS BB, com R$ 3,5 bilhões de seu total de emissões em renda fixa voltado para títulos de longo prazo. O resultado do Itaú, por outro lado, divide-se em emissões de títulos de longo prazo (R$ 3,91 bilhões) e de securitização (R$ 3,2 bilhões).
Em distribuição de títulos de renda fixa, o volume coordenado pelas instituições também cresceu em relação ao primeiro bimestre de 2021. O Itaú BBA e a XP Investimentos inverteram de posição: o Itaú BBA saltou de R$ 806,9 milhões para R$ 2,49 bilhões e assumiu a primeira posição, enquanto a XP Investimentos ficou em segundo lugar, subindo de R$ 833,1 milhões para R$ 1,83 bilhões.
Mas, proporcionalmente, o maior crescimento em distribuição de renda fixa entre os três primeiros colocados da lista foi registrado pelo Bradesco BBI. A instituição, que está em terceiro lugar, subiu de R$ 231,72 milhões para R$ 1,24 bilhões.
Rankings ANBIMA
Em 2022, os Rankings de Mercado de Capitais da ANBIMA completam 25 anos contribuindo para a análise e o entendimento do nosso mercado.
O Ranking de Renda Fixa e Híbridos traz os dados das operações desses tipos divididas em originação e distribuição das emissões. Em originação entram os volumes das emissões coordenadas pelas instituições financeiras, enquanto a parte de distribuição apresenta a colocação desses papéis no mercado, ou seja, a disponibilização aos investidores.
Já o Ranking de Renda Variável consolida as operações no mercado doméstico, e as classifica pelo volume, pela quantidade de ofertas e por aquelas realizadas no varejo. Por fim, o Ranking de Emissões no Mercado Externo reúne as operações de renda fixa feitas no exterior.
Fonte: Anbima, em 01.04.2022.