Presidente da AMB coordena debates durante o 63º Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia da Febrasgo

Na última quinta-feira (28), o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Dr. César Eduardo Fernandes coordenou debates que fazem parte da programação do 63º Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia (CBGO 2026), realizado pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). O evento, que acontece em Belo Horizonte, também contou com a presença do vice-presidente da Região Centro-Oeste, Dr. Etelvino Trindade.
Dr. César, que é ginecologista e obstetra e professor titular de Ginecologia da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), mediou a mesa-redonda que trouxe como tema central ‘O ginecologista e a saúde musculoesquelética: uma jornada ao longo da vida’. O especialista também foi responsável por conduzir a sessão que trouxe como tema ‘ANAGO – Medicina e Humanismo: olhares sobre a mulher’.
“É sempre uma honra e uma alegria para mim fazer parte de projetos desenvolvidos pela Febrasgo, entidade a qual tenho muito respeito e admiração, e da qual já fiz parte como presidente e como diretor científico. Conduzi discussões de suma importância para a Ginecologia e Obstetrícia, ao lado de colegas de profissão de extrema competência. Parabéns a todos da Febrasgo, em especial à presidente, Dra. Maria Celeste Osório Wender, pelo grandioso evento. Todo sucesso ao CBGO 2026”, destacou o gestor.
CBGO 2026
O 63º Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia acontece entre os dias 27 e 30 de maio, e traz atualização científica, prática clínica e troca entre especialistas de todo o Brasil. O evento proporciona aos médicos aprendizado, conexões e experiências que fazem diferença na atuação desses profissionais.
Saiba mais sobre o congresso clicando aqui.
Participação da Dra. Luciana Rodrigues, 1ª vice-presidente da AMB no ‘Programa Mais Médicos Especialistas’, realizado na Academia Nacional de Medicina, no Rio de Janeiro

Participação da Dra. Luciana Rodrigues, 1ª vice-presidente da AMB no ‘Programa Mais Médicos Especialistas’, realizado na Academia Nacional de Medicina, no Rio de Janeiro. Durante o encontro, a médica e professora falou sobre a ‘Visão da Associação Médica Brasileira’.
Dr. Luiz Von Bahten representa a AMB em discussões sobre ensino médico no II Fórum CFM e Escolas Médicas
Dr. Luiz Carlos Von Bahten, representou a AMB, como membro da Comissão Ensino Médico do CFM

O Conselho Federal de Medicina (CFM) realiza , nesta sexta-feira (29), em sua sede, o II Fórum CFM e Escolas Médicas, reunindo especialistas, gestores, docentes e representantes da área médica para discutir os desafios da formação médica no Brasil.
Com o tema central “Que Médico Estamos Formando? Ética, Identidade e Cuidado como Fundamentos da Graduação Médica”, o encontro propõe reflexões sobre ética, identidade profissional, saúde mental dos estudantes, telemedicina, inteligência artificial e integração entre ensino, assistência e regulação profissional.
A programação contempla conferências, palestras e mesas-redondas ao longo de todo o dia, promovendo debates sobre o papel das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) e das normativas éticas e técnicas do CFM na preparação dos futuros médicos brasileiros.
Entre os destaques do evento está a participação do Dr. Luiz Carlos Von Bahten, membro representante da Associação Médica Brasileira (AMB) na Comissão de Ensino Médico do CFM e diretor de Comunicação da AMB, e que atua como secretário da conferência de abertura intitulada “Qual a intersecção das novas DCNs de medicina com as normativas éticas e técnicas do CFM? Estamos preparando os estudantes para serem médicos?”. A atividade será presidida por Alcindo Cerci Neto, coordenador da Comissão de Ensino Médico do CFM, e contará com conferência de Richard Halti Cabral, coordenador do curso de Medicina do Centro Universitário ENIAC, em Guarulhos (SP).
A presença de Von Bahten reforça a contribuição institucional da AMB nas discussões sobre qualidade da formação médica, valorização profissional e fortalecimento da ética na graduação. O diretor de Comunicação da entidade tem participado ativamente de debates voltados à qualificação do ensino médico e à defesa de uma formação centrada no cuidado, na responsabilidade profissional e na segurança do paciente.
Ao longo do fórum, serão abordados temas atuais e estratégicos para a Medicina brasileira, como violência contra o médico, telemedicina e inteligência artificial, responsabilidade técnica, empreendedorismo ético, saúde mental do estudante de Medicina, pertencimento à profissão, humanização da formação médica e compartilhamento de campos de estágio.
O evento também promoverá discussões envolvendo representantes do Ministério da Educação, Ministério da Saúde, Ministério Público Federal e membros das comissões de ensino médico, ampliando o diálogo institucional sobre regulação, gestão acadêmica e qualidade da formação médica no país.
O II Fórum CFM e Escolas Médicas reafirma o compromisso das entidades médicas brasileiras com uma formação ética, técnica e humanística, voltada à preparação de profissionais capacitados para responder às demandas da sociedade e aos desafios crescentes da assistência em saúde.
As inscrições estão abertas e podem ser feitas junto ao Conselho Federal de Medicina. O evento também será transmitido pelo canal oficial do CFM no YouTube.
»Confira a programação completa
CNMJ realiza reunião para alinhamento das próximas ações

A Comissão Nacional de Médicos Jovens da Associação Médica Brasileira realizou, nesta semana, reunião online para alinhamento das próximas ações e atualização de pautas estratégicas da comissão.
Entre os temas discutidos, esteve a atualização sobre o evento da CNMJ realizado durante atividades na AMRIGS, no Rio Grande do Sul, além do planejamento para a realização do próximo encontro da comissão na SOMERJ, no Rio de Janeiro.
A reunião também abordou os desdobramentos do Encontro de Líderes, promovido recentemente na Associação Paulista de Medicina, e a participação da Comissão Nacional de Médicos Jovens na programação do Congresso Brasileiro de Medicina Geral, o CBMG 2026.
Os integrantes reforçaram a importância da aproximação com estudantes, residentes e médicos em início de carreira, ampliando o diálogo e a participação dos jovens médicos nas discussões institucionais da Medicina brasileira.
Dr. José Eduardo Dolci reforça papel da AMB na defesa da segurança do paciente em debate sobre a nova lei da acupuntura
AMB foi representada pelo seu diretor científico, Dr. José Eduardo Dolci


Foto: CFM
A Associação Médica Brasileira (AMB) marcou presença no I Fórum da Câmara Técnica de Acupuntura do Conselho Federal de Medicina (CFM), realizado nesta quarta-feira (27), em Brasília, com o tema “A nova era da acupuntura médica no Brasil”. O encontro reuniu especialistas, representantes institucionais e autoridades para debater os impactos da Lei nº 15.345/2026, recentemente sancionada, e discutir medidas voltadas à segurança do paciente e à valorização da Acupuntura como especialidade médica.
Entre os destaques do evento esteve a participação do diretor científico da AMB e conselheiro federal do CFM, Dr. José Eduardo Lutaif Dolci, que reforçou o posicionamento da entidade em defesa da prática da Acupuntura associada ao diagnóstico médico qualificado e à assistência segura.
Durante sua manifestação, Dolci criticou a flexibilização da prática por profissionais, prevista na lei, sem formação médica adequada e enfatizou que a segurança assistencial depende diretamente da capacidade de realizar diagnóstico preciso. “Não existe acupuntura segura sem diagnóstico correto, e não existe diagnóstico sem formação médica”, afirmou.
Segundo ele, a acupuntura não é um procedimento isolado, desconectado do raciocínio clínico. Ela é, antes de tudo, um ato médico quando aplicada no contexto do diagnóstico, da definição terapêutica e do acompanhamento integral do paciente. “E é justamente por isso que estamos aqui: para defender a acupuntura médica com firmeza, responsabilidade e compromisso com a população”, ressaltou.
Dr. Dolci lembrou ainda que nenhuma sociedade séria pode aceitar que procedimentos terapêuticos sejam desvinculados do diagnóstico médico e do acompanhamento clínico adequado. A população brasileira merece cuidado seguro, ético e qualificado. “Por isso a Associação Médica Brasileira reafirma, de forma clara e contundente, seu apoio irrestrito à acupuntura médica, reconhecendo sua importância terapêutica, científica e assistencial e reafirma sua posição contrária à flexibilização irresponsável promovida por essa legislação”, explicou Dolci.
O fórum foi promovido pelo CFM e teve como foco central os efeitos da nova legislação sobre a prática da Acupuntura no Brasil. Na abertura, o presidente do Conselho, José Hiran da Silva Gallo, destacou o compromisso histórico da entidade com as especialidades médicas e reafirmou a importância científica e assistencial da Acupuntura.
Ao longo da programação, especialistas discutiram aspectos legislativos, jurídicos e assistenciais relacionados à nova lei. O senador Hiran Gonçalves defendeu a adoção de medidas judiciais, legislativas e políticas para preservar a segurança da população, enquanto representantes da saúde suplementar alertaram para os riscos de procedimentos realizados sem diagnóstico clínico adequado.
A 2ª vice-presidente do CFM, Rosylane Rocha, reforçou que a realização de procedimentos invasivos exige competência diagnóstica e preparo para lidar com possíveis complicações. Já o presidente do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura (CMBA), Luiz Carlos Sampaio, destacou que os maiores riscos da prática estão relacionados à formação inadequada dos profissionais.
O encontro também contou com representantes do Ministério da Saúde, da saúde suplementar e da área jurídica do CFM, consolidando a posição institucional de que a Acupuntura deve integrar uma linha de cuidado baseada em diagnóstico adequado, indicação criteriosa e acompanhamento médico, sempre priorizando a qualidade da assistência e a proteção da população.
Fonte: AMB, em 29.05.2026.