
Alunos cegos ou com baixa visão começam a ter acesso ao conhecimento e experimentarem a tão sonhada inclusão, graças aos óculos que permitem uma “visão artificial”. Os dispositivos foram distribuídos neste ano em escolas municipais de Campinas (SP) para 40 alunos. O Governo de Rondônia também investiu na aquisição dos equipamentos de leitura para 52 alunos com deficiência visual da rede estadual.
Desenvolvido por pesquisadores israelenses, o OrCam MyEye 2.0 é o dispositivo de tecnologia assistiva vestível mais avançado do mundo para pessoas com deficiência visual ou com dificuldades de leitura, que permite aos seus usuários lerem textos impressos ou digitais. O aparelho também scaneia em tempo real o ambiente, fazendo o reconhecimento de pessoas e objetos, com descrição por áudio.
O OrCam MyEye 2.0 conta com uma tecnologia avançada de reconhecimento de faces que auxilia o usuário a identificar as pessoas ao seu redor. Pode ler textos em português e inglês e, por ser dotado de leds, pode operar também no escuro. Além disso, possibilita atualizações pela internet e identifica produtos previamente gravados.
O dispositivo ainda identifica cores com um simples toque. Também possui reconhecimento automático de notas de dinheiro e informa a hora sempre que o usuário fizer o gesto de olhar para o pulso, como se estivesse com um relógio. Códigos de barras podem ser lidos pelo aparelho, o que permite ao usuário a autonomia de ir a mercados e lojas. É a tecnologia auxiliando no processo de aprendizagem, garantindo a inclusão e gerando mais qualidade de vida aos deficientes visuais.
Campus ABIMED promove Curso sobre ESG – Gestão de Pessoas

Estão abertas as inscrições para o Curso “ESG – Gestão de Pessoas: Desenvolvendo Competências para uma Liderança Transformadora”, organizado pela ABIMED em parceria com a LMSE – Soluções Educacionais Corporativas Sob Medida. Na modalidade EAD, o módulo aborda temas essenciais diante dos desafios do mercado e promove uma cultura corporativa responsável, inclusiva e sustentável.
O público-alvo são profissionais de empresas de dispositivos médicos, especialmente aqueles que atuam na liderança e gestão de pessoas, incluindo engenheiros, desenvolvedores de produtos, gerentes de vendas e marketing e outros profissionais que queiram aprimorar suas habilidades na gestão de pessoas.
Serão sete encontros on-line e ao vivo, com destaque para o lado Social do ESG, abordando: Diversidade e Inclusão; Como derrubar as barreiras para a mudança; Acessibilidade; Liderança com ética; Agentes de transformação; Inteligência emocional; e Segurança psicológica. Os dois últimos já tiveram início, mas é possível se inscrever para os demais módulos. Para mais informações, acesse o link.
Conformidade com ESG é vista como um dos principais riscos para o setor de saúde

Uma pesquisa da Ernest & Young com 15 empresas do setor da saúde revelou que 40% consideraram provável que o risco da ausência ou insuficiência do compliance com ESG se concretize, com impacto alto ou crítico para 53% delas. A preocupação com a conformidade em relação a aspectos ambientais, sociais e de governança ficou em terceiro lugar no ranking dos riscos, atrás apenas da dinâmica de mercado e falhas no ciclo das receitas.
As empresas ouvidas foram três hospitais, duas operadoras de saúde, três laboratórios de diagnóstico e sete farmacêuticas. A constatação da consultoria torna mais clara a importância de que os princípios ESG estejam alinhados com o planejamento estratégico das organizações. As empresas precisam incorporar práticas sustentáveis, além de promover a inovação tecnológica, para garantir suas vantagens competitivas.
A questão da governança também assume protagonismo quando se avalia que o setor de saúde é um dos mais vulneráveis a ataques cibernéticos, em razão da concentração de altos volumes de dados confidenciais dos pacientes. Márcia Bolesina, sócia da Ernest & Young em cibersegurança, em declaração à Agencia EY, aponta que “mais da metade dos dispositivos médicos hospitalares estão em situação de vulnerabilidade a uma invasão cibernética, assim como, por causa da obsolescência da tecnologia adotada, um terço dos dispositivos de IoT (Internet das Coisas) usados em leitos hospitalares”.
Sobre este risco, 53% das empresas que participaram da pesquisa temem que seja possível um ataque cibernético, com alto impacto por uma parada sistêmica ou indisponibilidade da rede para 67% delas. No caso de hospitais, por exemplo, a suspensão dos sistemas gera prejuízos enormes, sem falar no impacto sobre a saúde dos pacientes. A especialista também avaliou que muitas empresas não colocam a cibersegurança no topo de suas prioridades até que sejam violadas e, então, acabam mudando de postura radicalmente, a fim de evitar novos transtornos.
Na questão ambiental, foi destacado o alto consumo de energia pelo setor da saúde, que precisa motivar a adoção de fontes limpas e renováveis. Além disso, a economia circular precisa ser cada vez mais empregada, pois contribui na redução da quantidade de resíduos, por meio da reutilização e reciclagem dos materiais.
Publicação reúne iniciativas de ESG de associadas da ABIMED
“ESG é mais que uma sigla, é uma pauta que não tem volta. As questões ambientais, sociais e de governança estão no topo das prioridades, tanto para o poder público quanto para a iniciativa privada. Como empresas que lidam no setor da saúde, temos o dever de nos manter protagonistas neste cenário”, declarou Jorge Khauaja, Gerente do Comitê Legal e Compliance da ABIMED, no lançamento da publicação especial sobre Iniciativas ESG das Associadas da entidade. O evento aconteceu em 10 de outubro, como parte das atividades do Diálogo ABIMED, na sede em São Paulo (SP).
Em uma iniciativa inédita, a entidade reuniu 12 experiências de sucesso na revista “Iniciativas ESG – Associadas ABIMED”, compilando soluções e estratégias de empresas de vários segmentos, que mostram a aplicação desses princípios na indústria médica.
Para Fernando Silveira Filho, presidente-executivo da entidade, “quando se trata desta pauta, é preciso ter recortes específicos. Dentro do ambiente de negócios da área da saúde, temos acompanhado de perto as soluções que as empresas estão adotando, de acordo com a atividade de cada uma. A questão de resíduos sólidos é a que mais afeta o setor, mas questões como descarbonização, saúde mental e governança também vão ganhando relevância e mudando o foco das organizações”.
Conheça os projetos inovadores que integram a publicação, os quais podem inspirar outras empresas em suas jornadas por uma atuação mais sustentável:
- Baxter – Avanços na gestão de recursos naturais: um caminho para um Futuro Melhor
- BD – Compromisso com um futuro mais sustentável e transformações mensuráveis
- Carl Zeiss – Ações climáticas, economia circular e engajamento social como pilares ESG – a representante da empresa, Raquel Alvarez, destacou que o maior salto da empresa nesta área foi a obtenção da ISO 14001, uma certificação para sistemas de gestão ambiental, e que é necessário envolver todos os funcionários na mudança de cultura em torno da pauta ESG
- Fresenius Medical Care – Inovações ecológicas e responsabilidade corporativa no tratamento renal
- GE Healthcare – Green Team Network: unindo esforços para a sustentabilidade
- Johnson & Johnson MedTech – Compromisso com as metas de saúde para a humanidade 2025
- Medtronic – Equidade de gênero e ESG para um ambiente de trabalho mais igualitário
- Philips – Avançando com ecodesign, economia circular e parceria sustentáveis
- Roche Farma – Saúde mais inclusiva, integrada e humanizada: iniciativas mais comportamentais
- Siemens Healthineers – Ampliando o acesso à saúde com equidade no cuidado e qualidade
- Smith + Nephew – ESG e prevenção de lesões por pressão na saúde: uma aliança sustentável
- Strattner – Governança sustentável e energia limpa: transformando o setor da saúde
Segundo Khauaja, a ideia é lançar uma nova edição ao final de cada ano. “Esperamos que em 2024 tenhamos ainda mais casos de sucesso. Quanto mais divulgarmos iniciativas que possam ser replicadas, quanto maior o ganho para todas as associadas”, definiu.
O presidente da ABIMED lembrou ainda que os esforços da entidade neste sentido são notórios, o que a levou a ser signatária do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), que determinou 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para que o mundo se torne mais justo e igualitário para todos. Entre os objetivos, o ODS 3 prevê a “garantia do acesso à saúde de qualidade e promoção do bem-estar para todas as idades”, garantindo assim o desenvolvimento sustentável. Para acessar a publicação da ABIMED clique aqui.
Como a quarta revolução industrial beneficia a Saúde 4.0

Estamos vivendo o que alguns estudiosos chamam de quarta revolução industrial ou Indústria 4.0, um processo que está conectando dados, automatizando processos e transformando as relações, em uma velocidade antes impensável. As empresas buscam a agilidade e eficiência pela transformação dos negócios, de forma consistente e abrangente. A aplicação dos recursos tecnológicos desenvolvidos pela indústria 4.0 em áreas essenciais favorece o surgimento da Saúde 4.0, ou Saúde Digital, que está transformando o trabalho de profissionais do setor no País.
O uso da Inteligência Artificial e da automação propiciou a adoção de práticas disruptivas, em um segmento que dependia quase integralmente da ação humana e presencial. De acordo com um estudo publicado pelo Wiscosin Institute for Healthcare Systems Engineering, nos Estados Unidos, há dois elementos principais que representam a Saúde 4.0: a inteligência e a interconexão. O uso da Inteligência Artificial, indiscutivelmente, melhora o diagnóstico e o tratamento, pois possibilita realizar análise preditiva e monitorar o paciente. No quesito da interconexão, a tecnologia permite ganhos em todos os elos do ecossistema: entre a equipe médica, entre médicos e pacientes, entre equipamentos, entre instituições de saúde, enfim, entre todos os stakeholders.
Principalmente depois da pandemia, vemos a tecnologia possibilitando uma assistência médica mais eficiente e integral, em todas as regiões do País, por meio da telemedicina, emissão de laudos à distância, dos aplicativos personalizados de saúde, da integração digital entre clínicas, laboratórios e hospitais, do prontuário eletrônico do paciente (PEP) e da utilização de Big Data para armazenamento de dados e tomada de decisões.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece os avanços da IA e da tecnologia em geral para as melhorias no setor da saúde. Em seu relatório “Ética e governança da Inteligência Artificial para a Saúde”, de 2021, há recomendações que visam garantir o uso da inovação de forma adequada. Resultado de um estudo realizado durante 18 meses, envolvendo uma equipe disciplinar da área da saúde, tecnologia, direitos humanos e ética, o relatório destaca a importância de se considerar a proteção dos dados e a diversidade dos ambientes socioeconômicos.
Em um país de grandes dimensões e profundas desigualdades como o Brasil, a Saúde 4.0 para toda a população é um enorme desafio, que deve ser encarado com seriedade por todos os atores envolvidos. Não restam dúvidas de que o caminho para que todos tenham acesso a serviços médicos de qualidade passa pela rota da inovação.
Chips cerebrais esbarram em negativa da FDA

O empresário Elon Musk havia anunciado que o chip cerebral desenvolvido por sua empresa, Neuralink, deveria iniciar testes em humanos ainda em 2023. Porém, os planos foram adiados, diante da negativa do Food and Drug Administration (FDA), que avaliou que ainda existem muitas dúvidas em aberto antes que a empresa possa iniciar seus testes.
A Neuralink tem projetos de integração entre a inteligência humana e a artificial, defendendo que tal avanço trará a democratização dessa tecnologia. Os primeiros objetivos da empresa com o chip cerebral é que eles permitam a restauração da visão e recuperação da fala e mobilidade para pacientes com deficiência.
Um dos pontos sensíveis do chip, segundo o FDA, é possibilidade de que seus fios possam migrar para outras áreas do cérebro, podendo prejudicar a função cerebral em várias áreas e romper vasos sanguíneos. Outro ponto de atenção é que, se as baterias de lítio do componente, que podem ser carregadas remotamente, apresentarem algum defeito em sua corrente, isso venha a lesionar o tecido do cérebro.
O chip desenvolvido pela Neuralink mede 4 mm por 4 mm e possui 1.024 eletrodos com cinco micrômeros de espessura cada. O micro tamanho facilita a implantação e permite a interface entre o cérebro humano e as máquinas, o que deve possibilitar o controle de dispositivos pessoais por meio da mente.
Para contornar os desafios da implantação do chip no cérebro humano, o que é bastante complexo, Musk anunciou que desenvolveram um robô cirúrgico, para que este procedimento seja feito de maneira segura. A empresa também anunciou a evolução dos testes em animais, envolvendo porcos e macacos.
Porém, tudo indica que o processo não será tão ágil quanto as metas ambiciosas da empresa de Elon Musk. Os órgãos reguladores não são entraves na jornada da inovação, como acusa o empresário, antes são guardiões da ética e balizadores competentes nas questões complexas que envolvem o tema.
Caderno Especial Saúde na Folha de S. Paulo terá apoio da ABIMED
No Dia do Médico, 18 de outubro, a Folha de S. Paulo publicará a 10ª edição do Caderno Especial Saúde, com apoio da ABIMED, em parceria com a Point Comunicação. A publicação terá como enfoque o cenário do setor da saúde, destacando os cuidados preventivos e tratamentos precoces, a indústria de dispositivos médicos e seus avanços, os desafios da saúde suplementar, telemedicina, produtos e medicamentos inovadores, além de tecnologias que geram melhor qualidade de vida para as pessoas.
A Folha de S. Paulo soma mais de 350 mil assinantes, atingindo cerca de 3,5 milhões de pessoas, nas plataformas impressa e digital. Trata-se de uma excelente oportunidade de visibilidade para todas as associadas. Aquelas que apoiarem o Caderno, independentemente do formato, terão como benefício adicional a contrapartida no conteúdo editorial. As empresas interessadas devem entrar em contato com a ABIMED.
ABIMED participa do Congresso Nacional de Hospitais Privados

Nos dias 18 e 19 de outubro, a ABIMED participa do 12º Congresso Nacional de Hospitais Privados (Conahp), que tem como tema “Pessoas que transformam a saúde”. O evento enfoca tópicos como inovação e tecnologia, parcerias público-privadas e novas estratégias para saúde suplementar. Cientes de que a transformação da saúde passa pelas pessoas – desde a linha de frente até a alta gestão – os organizadores decidiram destacar esse protagonismo, na edição de 2023.
Para Fernando Silveira, presidente executivo da ABIMED, “o Conahp contribui para o desenvolvimento da saúde como um todo e, neste ano, não será diferente. O tema é muito oportuno e a participação da ABIMED fortalece sua visão sobre a importância da tecnologia na ampliação do acesso da população a tratamentos médicos e contribui para o enfrentamento dos desafios do setor, no pós-pandemia”. Além dos profissionais que atuam na saúde, o evento também se destina ao público que lida com outros setores, mas que identifica o segmento como norteador de tendências.
Os debates acontecem em torno de três eixos temáticos. “Saúde Suplementar” analisará as mudanças estruturantes necessárias para sua sustentabilidade, passando por legislação, modelo de comercialização e gestão de beneficiários. A transformação digital será o foco do eixo “Tecnologia e Inovação”, abordando desafios como viabilidade e segurança dos dados. O “Engajamento Público-Privado” representa o terceiro eixo, na busca por soluções que otimizem o acesso da população aos serviços médicos, fortalecendo o Sistema Único de Saúde (SUS).
O Conahp se tornou um evento de referência, pois reúne o setor suplementar e governamental. Além disso, promove discussões amplas sobre a estrutura do sistema de saúde e sobre os caminhos da inovação, tecnologia e sustentabilidade. Neste ano, um dos módulos enfocará a importância do ESG para as empresas de saúde, destacando algumas iniciativas, enquanto um outro tratará especificamente sobre a Inteligência Artificial, analisando como o segmento tem se beneficiado dos avanços no diagnóstico, tratamento e monitoramento de pacientes.
O Conahp 2023 acontece no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP). Mais informações
ABIMED e ANS realizam oficina para qualificação do processo de ATS na saúde suplementar

Nos dias 26 e 27 de setembro, aconteceu, em São Paulo, a 1ª Oficina para Qualificação do Processo de ATS e Incorporação de Procedimentos e Dispositivos Médicos na Saúde Suplementar, realizada pela ABIMED e pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O evento discutiu cases e processos de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS), enfocando as dificuldades encontradas para o financiamento e para aprovação de diversos procedimentos, seja pela falta de dados de estudos clínicos, seja pela burocracia enfrentada diante da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e pelo Comitê Permanente de Regulação da Atenção à Saúde (Cosaúde).
Entre os palestrantes, estavam Carlos Rezende, coordenador de Gestão de Tecnologia em Saúde da ANS; Vanessa Teich, diretora de Economia da Saúde do Hospital Albert Einstein; Alexandre Fioranelli, diretor da DIPRO/ANS e Fernando Silveira Filho, presidente-executivo da ABIMED.
Ao longo de 10 meses, a ANS avaliou cerca de 36 mil artigos científicos, que denotam problemas nas seguintes esferas: crise de evidência científica, na qual é necessário entender o que as evidências apresentadas significam para a definição de um horizonte tecnológico; crise de custos e desperdícios para o desenvolvimento e implementação de novas tecnologias; e crise de inclusão dos profissionais, diante da necessidade de atualização para os médicos, para que eles possam fazer uso de novos procedimentos.
Um tema unânime entre os participantes foi a necessidade de um olhar integral sobre as etapas, para identificar o melhor tratamento para cada paciente. Contudo, o consenso esbarra na burocracia. Segundo Fioranelli, da DIPRO/ANS, o país conta com 700 operadoras de saúde e cerca de 100 mil colaboradores que não conversam entre si. “Sem reunir todos e obter um alinhamento, nunca chegaremos ao ponto de discutir ‘valor’. Hoje nem conseguimos mapear a cobertura da saúde suplementar. O SUS fornece a Classificação Internacional de Doenças do paciente, mas, para nós, é necessário solicitar essas informações ao Supremo Tribunal Federal para recebê-las das operadoras. É complicado gerar dados, o que dificulta as avaliações de implementação”, explicou.
No âmbito de geração de informações, um ponto defendido no debate foi a utilização de outras metodologias, além dos estudos clínicos randomizados. Um exemplo é a análise multicritérios, que permite entender o que acontece em todas as etapas do processo, da ANS até o paciente. Outro exemplo são os dados de vida real, promovendo um processo de ATS mais qualificado, abarcando evidências, infraestrutura, risco e custo total.
Fonte: Abimed, em 18.10.2023.