Foi-se o tempo em que parcela importante da população do Brasil não tinha qualquer acesso ao atendimento de saúde. Antes da criação do SUS, por exemplo, só era atendido na rede pública o cidadão que ocupava cargo formal de trabalho, tendo assim, carteira assinada.
Havia possibilidades mínimas em serviços municipais e hospitais filantrópicos. Só que a maioria, em especial os vulneráveis socialmente, ficavam à margem da assistência. O Sistema Único de Saúde foi marco para a inclusão, ao estabelecer atendimento integral e universal, relevante avanço, só que, ainda, com muitas fragilidades.
Frente a tais insuficiências, cresceu a participação das empresas no campo suplementar. Temos, atualmente, cerca de 50 milhões de usuários em planos e operadoras de saúde. Foi o caminho trilhado pelas pessoas com maior capacidade econômica, para fugir das filas, da espera para consultas e procedimentos diversos da área pública.
Ocorre que, com a crise financeira e a pandemia da Covid-19, o desemprego explodiu no País. Em setembro a taxa chegou a 13,8%, a maior da série histórica, iniciada em 2012, de pesquisas do IBGE. São mais de 13 milhões sem trabalho e, portanto, fonte de renda. Parte delas, já abandonou os planos de saúde, impactando o setor e, mais grave ainda, originando problema social que exige solução urgente.
Com o objetivo de acolher essas pessoas, garantindo o direito ao atendimento médico de qualidade em quaisquer circunstâncias, foi lançada recentemente a plataforma DrApp, em parceria com a Associação Paulista de Medicina – APM.
DrApp.com.br é alternativa real para as pessoas que não possuem ou perderam o plano de saúde, não querem ou não podem depender e esperar pelo sistema público.
Fonte: Saúde Business, em 06.01.2021