Por Lucianne Carneiro
O diretor da Previc citou que “uma ampla gama de fatores” precisa ser analisada na seleção de um FIP pelas fundações
O diretor de Orientações Técnicas e Normas da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), José Carlos Chedeak, afirmou há pouco que não se pode “demonizar” nenhum tipo de investimento, seja um Fundo de Investimento em Participações (FIP) ou outro. Ao participar do painel “Retomada dos FIPs: é preciso ter cuidado e não medo”, no congresso da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), ele reconheceu que houve um período turbulento dos investimentos em FIPs por parte das entidades de previdência complementar, com “seus desvios apontados”, mas disse que os problemas se deveram às práticas e não ao veículo de investimento.
Fonte: Valor Econômico, em 16.09.2021