Por Jorge Wahl
Reportagem do jornal Correio Braziliense desta segunda, 13 de maio, dedicou matéria que mostra que o sentimento de que é preciso poupar individualmente está se fortalecendo entre a população. O Diretor Presidente Abrapp, Luís Ricardo Marcondes Martins, defendeu na reportagem que o sistema de Previdência Complementar Fechada tem um papel fundamental para o país solucionar o “problema social” da falta de poupança. “A reforma da Previdência abre janelas para o crescimento do setor e reforça a necessidade de as pessoas construírem a própria aposentadoria de outra forma”, ressaltou.
Ele explicou que, no Brasil, o nível de aplicação em previdência privada (menos de 10% da população) ainda é baixo, mas que o setor tem tentado atrair maior número de poupadores. “Nosso papel é divulgar e disseminar. Nós estamos incentivando a criação de fundos instituídos, que são aqueles fechados para associações e sindicatos. Estamos criando planos mais flexíveis e reinventando para a nova realidade atual, do mercado de trabalho mais informal”, destaca.
O Diretor Presidente da Real Grandeza, entidade fechada dos empregados de Furnas e Eletrobras, Sergio Wilson Fontes, argumentou na média que o setor de previdência fechado tem taxas menores de administração. “Nós, inclusive, não cobramos. Só cobramos a taxa de carregamento, que incide sobre o depósito mensal”, disse. A matéria trouxe ainda que a rentabilidade dos fundos de previdência complementar abertos alcançou média de 6% em 2018. Já a previdência fechada, por sua vez, teve rentabilidade acumulada de 12,22% no ano. (Jorge Wahl)
Fonte: Abrapp Acontece, em 14.05.2019.