O mês de junho foi positivo para a CELOS. A rentabilidade foi de 1,34% no Plano Misto e de 0,74% no Plano Transitório. As razões para os resultados se devem ao cenário econômico no país que apresentou uma melhora na expectativa pela aprovação da Reforma da Previdência, impactando no reequilíbrio das contas públicas, além da expectativa por novas reduções na taxa de juros. Com isso, os mercados apresentaram bom desempenho, apesar da retomada da atividade econômica seguir lenta.
Este cenário refletiu principalmente no segmento de Renda Variável do Plano Misto, que teve 4,00% de alta, equivalente a 0,42% de contribuição em sua performance, e no Plano Transitório, com alta de 3,32%. Também tiveram bom desempenho as aplicações em fundos Multimercado Estruturado, com retorno de 1,17%.
Os principais resultados que diferenciam a rentabilidade entre os planos são os dos títulos públicos e a relevância da aplicação em fundo de caixa e no contrato de reserva. As NTN-Bs do Plano Misto (de mais longo prazo) tiveram maior rendimento que as do Plano Transitório (de mais curto prazo). Ainda, o Plano Transitório possui menos NTN-C que o Misto. Isso resultou numa performance 0,84% na carteira de títulos públicos do Transitório versus 1,47% no Misto. Por fim, o Plano Transitório possui um maior percentual em fundo de caixa e no contrato de reserva, que renderam 0,46% e 0,62% respectivamente.
Referente ao primeiro semestre, o Plano Misto fecha o período com rentabilidade de 6,18%, equivalente a 201% do CDI e a 126% de sua meta atuarial. Já o Plano Transitório encerra os seis meses iniciais de 2019 com rendimento de 5,21%, equivalente a 169,52% do CDI e a 106% da sua meta atuarial.
Fonte: CELOS, em 18.07.2019