Marcelo D’Agostino, gerente de Investimentos da Capef, comenta sobre os resultados do mês. Assista e fique por dentro do seu Plano de Previdência!
ESTADOS UNIDOS
Nos EUA, a aprovação da reforma tributária foi o destaque no mês. Os republicanos mostraram coordenação e sancionaram a reforma, o que gerará um déficit de US$ 1,5 trilhão aos cofres públicos nos próximos 10 anos.
O impulso fiscal para a atividade será positivo e deverá adicionar aproximadamente 0,3% ao PIB. Por outro lado, a medida pode gerar alguma elevação da inflação. Fatores como crescimento já acima do potencial e taxa de desemprego ligeiramente baixa também contribuem para esse cenário.
ZONA DO EURO
Na Zona do Euro, os indicadores econômicos continuam surpreendendo positivamente e apontam para um forte crescimento, ao redor de 2,5%. Os índices de confiança em patamares elevados, sobretudo da indústria, os ganhos no mercado de trabalho e a política monetária extremamente acomodatícia devem suportar a demanda agregada nos próximos meses e tornam o balanço de riscos mais positivo para a atividade.
ÁSIA
Na Ásia, a atividade econômica segue robusta na China e no Japão. A produção industrial e as vendas no varejo na economia chinesa avançaram 6,1% e 10,2%, respectivamente, em novembro na comparação anual, após expansão de 6,2% e 10% no mês anterior. Os dados mais recentes da economia chinesa são compatíveis com uma moderação do crescimento do PIB no quarto trimestre.
BRASIL
Na última reunião do ano, o Banco Central cortou a taxa de juros em 0,5%, para 7,0%, menor patamar da história, superando a série histórica alcançada em 2012, quando os juros ficaram em 7,25% ao ano por cerca de sete meses.
Adicionalmente, o Banco Central sinalizou no comunicado emitido após reunião que deverá seguir reduzindo o passo de afrouxamento monetário no próximo encontro.
A economia voltou a crescer no terceiro trimestre e o desempenho dos trimestres anteriores foi revisado para cima
O consumo deve seguir liderando a expansão da economia. Do lado fiscal, as receitas extraordinárias praticamente garantiram o cumprimento da meta fiscal em 2017. Para 2018, ainda será preciso aprovar medidas de ajuste no Congresso.
RESULTADO DOS INVESTIMENTOS
PLANO BD
No mês de dezembro, o Plano BD obteve um retorno de 0,71% contra uma meta atuarial de 0,75%.
No ano, os investimentos acumularam um retorno de 9,74% conta uma meta atuarial de 7,68%.
PLANO CV I
O Plano CV I, no mês de dezembro, obteve um retorno de 1,04%, contra uma meta atuarial de 0,93%. No ano, os investimentos acumularam um retorno de 10,03% contra uma meta atuarial de 8,61%.
Fonte: CAPEF, em 30.01.2018.