Por Aline Bronzati
As medidas de isolamento físico, que colocaram parte dos brasileiros em casa e fecharam as portas do comércio não essencial, estão obrigando seguradoras e varejistas a reverem contratos. As renegociações envolvem bilhões de reais nos chamados seguros massificados, que são as apólices vendidas nas redes. Com as portas das lojas fechadas, as varejistas não vão conseguir bater as metas estabelecidas em contratos de distribuição de seguros e, por isso, os prazos estão sendo esticados. Essa parceria geralmente envolve o pagamento do chamado upfront – valor antecipado dos ganhos futuros. O aumento da demanda por renegociações tem movimentado escritórios de advocacia, que assessoram os dois lados.
Fonte: Coluna do Broadcast, em 19.04.2020