Desenvolvimento tecnológico, como cloud, análise preditiva, automação, inteligência artificial, compartilhamento de dados, interoperabilidade e 5G, devem ter maior impacto sobre a saúde nos próximos cinco a 10 anos;
Embora entusiastas da tecnologia, menos da metade dos médicos aponta ter processos rotineiros de gestão da assistência automatizados;
Seis em cada 10 médicos se preocupam com responsabilidade sobre erros atribuídos à tecnologia;
Geriatria, psiquiatria, oncologia e medicina da família serão as especialidades médicas mais demandadas em 10 anos, segundo respondentes.
Os médicos brasileiros terão que adaptar seu modelo de assistência ao paciente, estabelecendo novas formas de comunicação e monitoramento de suas condições de saúde em tempo real para acompanhar a evolução da medicina nos próximos anos. É o que mostra a pesquisa “Os impactos da tecnologia para uma medicina que se moderniza – Novas metodologias, habilidades e formas de interação com os pacientes”, realizada pela Deloitte, maior organização de serviços profissionais do mundo, com apoio da Faculdade Unimed, da Innovatrix e do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SindHosp).
Fonte: FBH, em 07.10.2022