“Os limites da geografia e da distância estão sendo abolidos pela Telemedicina. Podemos executar o melhor julgamento clínico e as melhores consultas profissionais de pacientes em uma zona de guerra e até mesmo na linha de frente”, explicou Gadi Segal, chefe de telemedicina interna do Sheba Medical Center, o maior hospital de Israel e um dos mais bem equipados do mundo, que de Tel Aviv atende à distância ucranianos imersos no conflito russo. Mais de 2 mil quilômetros separam médicos, voluntários e pacientes, ativando uma das operações de apoio remoto mais importantes da zona de guerra ucraniana. Em meio ao arsenal militar que explode o país, chega o “arsenal telemédico” com uma parafernália de soluções de teleatendimento à distância, capaz, por exemplo, de registrar exames físicos, ultrassonografia pré-natal, monitoramento de sinais vitais, bioanálises sanguíneas, etc.
Fonte: Saúde Business, em 09.03.2022