Por Jamille Niero
Pesquisa mostra que 76% dos beneficiários sabem que têm à disposição iniciativas de prevenção, mas o índice médio de utilização é de apenas 24%
Dados da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) mostram que o índice de sinistralidade (que é relação entre o valor pago pelos usuários com as mensalidades e o gasto com procedimentos médicos) está em uma crescente, com índices de 87,3% em 2022.
Além disso, nos últimos três anos, o custo do sinistro por vida cresceu a uma velocidade maior que o dos prêmios por vida, 6,4% ano após ano (o crescimento anterior era de 5,9%), o que resulta em um cenário de compressão de margens e busca por redução do custo unitário, como negociações com prestadores e necessidade de melhor gestão do uso dos benefícios.
Fonte: InfoMoney, em 04.09.2023