Por Vivian Ito
Enquanto as operadoras buscam soluções para redução de custos, os laboratórios oferecem cada vez mais inovação para mapear a doença antes que ela vire uma despesa maior
Dificuldade de financiamento da saúde suplementar, somado ao aumento dos custos com o envelhecimento da população e o aparecimento de doenças crônicas devem exigir dos laboratórios um investimento maior em exames de diagnóstico precoce e de alta complexidade, no médio prazo, evidenciando assim o seu papel no planejamento do mercado de medicina privada.
“Quando olhamos para os próximos anos, entendemos que os exames sofisticados e com maior tecnologia devem continuar ganhando espaço mais rápido que os testes convencionais”, explica o diretor de relação com investidores do Grupo Hermes Pardini, Fernando Ramos.
Estes investimentos não se resumem ao Pardini, a especialista em saúde da Frost & Sullivan, Rita Ragazzi, explica que o uso da tecnologia vive dois momentos importantes na área. O primeiro é para a eficiência operacional e o menor uso de recurso físico, agora a segunda etapa é o uso de inteligência artificial para a melhoria dos resultados tanto nos laboratoriais – onde deve ocorrer primeiro – quanto nos exames de imagem.
Leia aqui a matéria na íntegra.
Fonte: DCI, em 17.05.2018.