Por Ricardo Maravalhas
Nos últimos anos, a telemedicina, que antes era restrita, cresceu como uma solução importante durante o isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19. Para se ter uma ideia, tamanho foi o avanço que houve a sanção da Lei de Telessaúde nº 14.510 de 2022, que autoriza a prática em todo território nacional. Além de proporcionar mais autonomia para os profissionais de saúde e o setor, tais inovações também trouxeram desafios na gestão e privacidade de Dados.
A telemedicina é o uso de tecnologias para facilitar o tratamento de pacientes a distância, desde consultas gerais para uma primeira triagem e diagnóstico prévio, como prescrição de medicamentos ao monitoramento remoto. De acordo com o relatório da Distrito Healthtechs Reports, a telemedicina é uma das áreas mais promissoras na saúde digital, com projeções globais que têm estimativa de alcançar US$857,2 bilhões até 2030, com um crescimento médio anual de 18,8%. Porém, a capacidade de consultar um médico a poucos cliques de distância trouxe não apenas benefícios, como também dilemas, entre eles, a segurança e a privacidade de informações dos pacientes.
Fonte: Inforchannel, em 11.12.2024