No último mês, todos os planos administrados pela Forluz apresentaram resultados acima de suas respectivas metas de rentabilidade. O período foi marcado por melhora parcial do ambiente externo, favorecida pela trégua formal no conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, embora os mercados ainda permaneçam atentos à perspectiva de juros elevados por mais tempo.
Nesse contexto, o Plano A registrou rentabilidade de 1,18% no mês, acumulando 6,48% no ano e 12,30% em 12 meses. O Plano B, por sua vez, apresentou retorno de 0,87% no período, com desempenho acumulado de 5,87% no ano e 11,45% em 12 meses. Já o Plano Taesaprev obteve rentabilidade de 0,85% no mês, alcançando 6,12% no ano e 13,39% em 12 meses.
Junho foi um período marcado por dinâmica macroeconômica mais complexa do que a simples oscilação dos preços do petróleo poderia sugerir. Em um primeiro momento, o recuo relevante do preço do barril de petróleo Brent ao longo do mês apontava para uma possível melhora das perspectivas para a inflação, o que, em tese, tenderia a abrir espaço para cortes de juros no Brasil e em outras economias. Na prática, contudo, as expectativas para a trajetória de juros continuaram elevadas.
Nos Estados Unidos, a primeira decisão do comitê de política monetária (Fomc) sob o comando de Kevin Warsh foi interpretada como um marco relevante, na medida em que o debate de mercado deixou de se concentrar na possibilidade de novos cortes e passou a incorporar, com maior convicção, a hipótese de juros elevados por mais tempo. Dessa forma, mesmo sem alteração imediata da taxa básica, o Banco Central norte-americano contribuiu para um ambiente financeiro global mais restritivo, reduzindo a margem de flexibilidade para a condução da política monetária em outras economias centrais, como Europa e Japão, e emergentes, como o Brasil.
No cenário doméstico, o mercado passou a revisar de forma mais consistente o nível terminal da Taxa Selic para os próximos anos, em razão da desancoragem das expectativas de inflação e das revisões para cima das projeções de crescimento da economia. O próprio Banco Central, em seu Relatório de Política Monetária, elevou sua projeção para o PIB de 2026 e atribuiu parte relevante desse movimento aos estímulos fiscais e creditícios. Esse quadro evidencia um ambiente de forças opostas: ao mesmo tempo em que a política monetária busca moderar a atividade, os estímulos fiscais e de crédito continuam sustentando a demanda.
Em síntese, os resultados observados no mês evidenciam a resiliência das carteiras administradas pela Forluz, mesmo em um ambiente ainda caracterizado por elevada complexidade macroeconômica. A combinação entre melhora parcial do cenário externo e persistência de desafios inflacionários reforça a importância da manutenção de uma postura cautelosa e tecnicamente disciplinada na gestão dos investimentos.
A seguir, estão apresentados os resultados completos por Plano e Perfil de Investimento. Para mais informações, consulte o Boletim Mensal da Forluz, elaborado pela equipe técnica da Entidade.
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PLANOS |
Rentabilidade |
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Plano A |
1,18 |
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Plano B |
0,87 |
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|
Taesaprev |
0,85 |
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PERFIS/Rentabilidades |
Plano B |
Taesaprev |
|
Ultra |
0,97 |
1,01 |
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Conservador |
0,77 |
0,90 |
|
Moderado |
0,61 |
0,76 |
|
Agressivo |
0,31 |
0,50 |
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Vitalício |
1,01 |
Para acessar o Boletim Mensal do Plano A, clique aqui.
Para acessar o Boletim Mensal do Plano B, clique aqui.
Para acessar o Boletim Mensal do Plano Taesaprev, clique aqui.
Fonte: Forluz, em 10.07.2026.