Os investimentos dos planos tiveram bom desempenho até setembro. A cota do Plano CV teve valorização de 10,74% no acumulado do ano, contra uma meta atuarial de 5,71% (INPC + 5,70% a.a.) no mesmo período. A cota do Plano PAII (Anei) rendeu 7,06% e a meta (INPC+5,5%a.a.) ficou em 5,39%.
A rentabilidade dos planos BDs também foram superiores a meta. O BDI teve rentabilidade de 7,14% para a meta atuarial de 5,56% (INPC + 5,50%a.a.) e o BDII alcançou rentabilidade de 7,15% e a meta foi de 5,49% (INPC + 5,40%a.a.).
Superávit - Os planos CV e BDs registraram também superávit em setembro. O superávit do Plano CV da ordem de R$ 15,7 milhões contribuiu para a redução do déficit, que passou para R$ 84,8 milhões. O dos planos BDI e BDII resultou no superávit acumulado de R$ 10,8 milhões e R$ 2,4 milhões, respectivamente.
Performance das carteiras - A renda variável no Plano CV, com desempenho acumulado no ano de 41,25%, impulsionou a rentabilidade. O retorno alcançado pelo Instituto neste segmento é superior à média de rentabilidade de 108 entidades de previdência privada fechada (24,33%), segundo o “Estudo Comparativo de Desempenho de Entidades Fechadas de Previdência Complementar” de setembro, realizado pela consultoria ADITUS.
A rentabilidade da renda fixa do Instituto ficou próxima dos números apresentados pelo estudo, que teve média aproximada de 8% em todos os planos. O mesmo acontece nos investimentos estruturados, que na média dos Planos CV foi de 8,22% e na média dos Planos BDs de 3,74%, levemente acima dos resultados do Infraprev conforme tabela abaixo.
Rentabilidade da carteira dos Planos de Benefícios

RF – Renda Fixa, RV – Renda Variável, IE- Investimentos Estruturados, IM – Imóveis, EMP – Empréstimos
Fonte: Infraprev, em 13.11.2017.