Por Mariza Tavares
O algoritmo aprende com os dados que são coletados e é uma ferramenta fundamental em regiões remotas, diz especialista
Na coluna de domingo, escrevi sobre o risco de a inteligência artificial (IA) ser utilizada de forma prejudicial, lesando os direitos das pessoas, um desvio que não macula o enorme potencial da tecnologia para melhorar nossas vidas. Tive uma boa mostra disso no Global Summit Telemedicine & Digital Health, realizado de 20 a 22 de novembro em São Paulo. Aliás, estima-se que o mercado da saúde digital esteja na casa dos 660 bilhões de dólares em 2025. Alexandre Chiavegatto Filho, diretor do Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde (LABDAPS) da USP, prevê um “tsunami” nessa área:
Fonte: O GLOBO, em 29.11.2023