Os últimos três meses de 2021 têm sido desafiadores para os investidores no Brasil. Entre os principais fatores, estão a inflação, que segue em alta: nos últimos doze meses, o IPCA alcançou o índice de 10,67%. Outro ponto relevante é a preocupação do mercado com relação aos gastos públicos. Este cenário trouxe uma perspectiva de maior aumento nos juros, o que afetou os preços dos ativos brasileiros, impactando no resultado dos planos de benefícios da Forluz.
Diante deste contexto, o Plano A fechou o mês com retorno de 0,04%. Já o consolidado do Plano B ficou em 0,29%. Os perfis mais impactados foram o Moderado e o Agressivo, que possuem maior alocação em Renda Variável. As rentabilidades foram: 1,21% no Ultraconservador, 0,39% no Conservador, -0,86% no Moderado e -2,93% para o Agressivo.
Já o Plano Taesaprev encerrou o período com os seguintes números: -0,97% no Ultraconservador, -1,54% para o Conservador, -2,46% no Moderado e -3,99% no Agressivo.
Perante o contexto instável, a equipe de investimentos da Fundação tem buscado um posicionamento mais cauteloso. Entre as ações adotadas, está o aumento gradual da exposição a títulos públicos de menor prazo e a fundos multimercados, considerados boas alternativas para momentos de incertezas.
Para conferir, na íntegra, o Boletim Mensal dos planos, que traz a análise completa do cenário e perspectivas, acesse os links abaixo.
Fonte: Forluz, em 10.11.2021.