Por Solange Beatriz Mendes
Não há solução mágica que dependa apenas das operadoras
É preciso que toda a cadeia produtiva da saúde busque reduzir e racionalizar custos para dar sustentabilidade ao sistema
Quando um bloco de gelo se desprende de uma geleira, muitas vezes não se tem ideia de seu tamanho, de sua magnitude, porque a maior parte dessa massa está submersa, longe dos olhos. Com os custos na área da saúde privada, é semelhante. O seu efeito parece ter a ver apenas com o que está acima da linha d’água — o aumento das mensalidades. Em 2018, a discussão será em um cenário da mais baixa inflação dos últimos 20 anos. Como explicar que o reajuste deva vir acima da inflação? Para compreender esse fato, não bastará olhar para a ponta do iceberg.
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Fonte: O Globo, em 21.04.2018.