O grupo de trabalho “Seguros, Novo PAC e Neoindustrialização”, criado pela Susep, deverá entregar até novembro, 60 dias após a instalação, um relatório com recomendações de aperfeiçoamento regulatório de produtos e coberturas securitárias que deem suporte e impulso ao Novo Programa de Aceleração do Crescimento e à Nova Política Industrial.
Ambos estão em andamento e são eixos centrais das oportunidades de crescimento econômico para a sociedade brasileira.
O grupo de trabalho “Seguros, Novo PAC e Neoindustrialização” também criará um canal de comunicação e diálogo entre seguradoras, segurados, outros envolvidos no mercado, especialistas e autoridades públicas.
O objetivo é encontrar soluções que possam fortalecer o papel do seguro no crescimento econômico do país a curto prazo, com sustentabilidade a longo prazo.
Quem fará parte do grupo de trabalho
A contagem regressiva começa a partir do dia 6 de setembro, com a reunião de lançamento do grupo de trabalho.
O evento contará com a participação do ministro Fernando Haddad, de representantes de seguradoras e dos demais setores alcançados pelo conjunto de obras em Transportes, Água e Energia, Infraestrutura Urbana e Social, Agroindústria, Inovação e Sustentabilidade, Complexo Industrial da Saúde, Defesa Nacional e Soberania, e Transformação Digital na Indústria.
O que será tratado no grupo de trabalho
O relatório do GT deverá listar:
- Quais os seguros mais importantes para os setores alcançados pelo PAC e pela neoindustrialização
- Apontar os consensos em relação à melhoria regulatória
- Os pontos de divergência dos representantes dos segmentos econômicos participantes do grupo de trabalho
Para a Susep, “o GT estabelecerá um canal de interlocução, diálogo e busca de consensos entre seguradores, segurados, outros participantes do mercado, especialistas e autoridades públicas, para a construção de alternativas capazes de impulsionar o seguro como instrumento de um desenvolvimento econômico nacional que seja vibrante no curto prazo e sustentável no longo prazo.”
Sobre o Programa de Aceleração do Crescimento
- Foi lançado em agosto de 2023
- Planeja investimentos da ordem de R$ 1,7 trilhão com o início, retomada e conclusão de obras por todo o País
- A previsão é de que R$ 1,4 trilhão sejam alocados até 2026 e o restante (R$ 320,5 bilhões nos anos seguintes
- Os investimentos têm compromisso com a transição ecológica, com a neoindustrialização, com o crescimento do País e a geração de empregos de forma sustentável
- O programa é coordenado pelo Governo Federal, em parceria com o setor privado, estados, municípios e movimentos sociais
Fonte: Notícias do Seguro/CNseg, em 31.08.2023