Por Estadão Conteúdo
Responsável por operar o DPVAT, o consórcio Líder argumenta que o dinheiro seria de natureza privada - e não pública. Em novembro, Bolsonaro assinou medida provisória extinguindo o "seguro obrigatório" para veículos a partir de 2020
Após decidir acabar com o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), o governo Jair Bolsonaro se prepara para travar uma briga judicial para ficar com o fundo de R$ 8,9 bilhões, o atual valor no caixa do seguro. Responsável por operar o DPVAT, o consórcio Líder argumenta que o dinheiro seria de natureza privada - e não pública.
Em novembro, Bolsonaro assinou medida provisória extinguindo o "seguro obrigatório" para veículos a partir de 2020. O benefício garantia indenização de até R$ 13,5 mil em casos de morte, invalidez permanente ou despesas médicas por acidentes de trânsito dentro do território nacional causado por veículo registrado no Brasil.
Fonte: Estado de Minas, em 10.12.2019