Por Liane Thedim
Entre as assets que vêm investindo nesse nicho nos últimos meses, criando divisões internas ou contratando distribuidores, estão SPX Capital, o multi-family office Julius Baer, MAG Investimentos, Tenax Capital e Suno
Depois de seis anos em banho-maria, os fundos fechados de previdência complementar, um mercado de R$ 1,3 trilhão, voltam ao foco das gestoras independentes de recursos. Desse total, R$ 130 bilhões estão em mãos que até pouco tempo estavam fora do jogo, diante de sucessivas descobertas de fraudes: os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), fundos que Estados e prefeituras foram obrigados a criar após a reforma da Previdência para servidores que recebem acima do teto do INSS, o que corresponde a quase um milhão de pessoas. Entre as assets que vêm investindo nesse nicho nos últimos meses, criando divisões internas ou contratando distribuidores, estão SPX Capital, o multi-family office Julius Baer, MAG Investimentos, Tenax Capital e Suno.
Fonte: Valor Econômico, em 24.03.2024