Norteada por princípios de transparência e segurança, a Forluz atua para maximizar os recursos de seus participantes, honrando os compromissos assumidos pelos planos de benefícios. Os excelentes resultados dos investimentos realizados no primeiro semestre de 2017 comprovam a eficiência deste trabalho. A rentabilidade do Plano A no período ficou em 4,74%, superando a Rentabilidade Mínima Atuarial (RMA) de 4,18% e batendo o percentual de 4,45%, estipulado pela Política de Investimentos.
Já o Plano B alcançou rentabilidade de 4,37%, também acima da RMA de 3,83% e alinhado à expectativa da Política de Investimentos, de 4,38%. Segundo o ex-gerente de Gestão de Portfólio da Entidade, Adriano Suzarte, os números refletem o bom desempenho, especialmente, dos segmentos de renda fixa, renda variável e empréstimos: “O primeiro semestre foi ótimo para a Fundação, exemplo do nosso compromisso em buscar as melhores alternativas de alocação para os recursos dos participantes. Estabelecemos metas e elas não foram somente cumpridas, mas superadas”.
Renda Fixa e Renda Variável
O gerente de Renda Fixa, Participações e Empréstimos, André Buscácio, explica que a carteira de renda fixa, no caso do Plano A, é composta 75% por títulos públicos NTN-B vinculados ao índice IPCA mais uma taxa prefixada. Já no caso do Plano B, 90% das aplicações estão em títulos públicos do mesmo tipo. Estas taxas são marcadas na curva, ou seja, são definidas no momento da compra dos títulos e levadas até o seu vencimento, evitando as oscilações de mercado. “A escolha pela marcação na curva se deve ao fato de que temos fluxos financeiros para pagar. Assim, sabemos quanto vamos ganhar e seguimos em linha reta”, esclarece.
André destaca ainda que, além de atualmente fazer frente às metas atuariais dos planos, o segmento de renda fixa consiste em um investimento de baixo risco. “As taxas dos títulos do Plano A estão, em média, IPCA + 7,30% a.a, ou seja, 1,3 pontos percentuais acima da RMA, de 6%. Já o Plano B está por volta de IPCA + 6,28%, também acima da RMA, de 5,30%. Sendo assim, é uma carteira que tem dado muito ganho. Estamos obtendo rentabilidade de 150% de CDI, número que geralmente é registrado somente em investimentos de alto risco, em empresas com operação mundial”.
Na parte de renda variável, a rentabilidade obtida no primeiro semestre foi de 6,15% para o Plano A e 5,63% no Plano B, decorrente do retorno positivo da alocação nos fundos de investimento. Em ambos os casos, o segmento registrou os parâmetros previstos pela Política de Investimentos da Entidade.
Empréstimos
A boa performance do segmento de empréstimos também alavancou os resultados do primeiro semestre. Nos dois planos, a rentabilidade foi de 5,44%. Segundo André, esta parte de operações com os participantes costuma oferecer uma contribuição positiva para os números dos planos. Além de rentabilizar os investimentos da Fundação, o segmento se configura como um benefício oferecido pela Entidade para os participantes, com taxas de juros abaixo do que é praticado no mercado. “Nosso índice de inadimplência é muito baixo. Embora demande uma estrutura operacional grande, os empréstimos são um ótimo investimento para os nossos recursos e remuneram as reservas dos participantes”, conclui André.
* Esta matéria foi publicada na revista Lume, edição de Setembro. Para conferir a reportagem na íntegra, clique aqui.
Fonte: Forluz, em 16.10.2017.