Com a pandemia estabilizada no Brasil e a vacinação caminhando, os beneficiários de planos de saúde retomaram os procedimentos antes deixados de lado. Essa retomada já impacta a operação dos planos de saúde, que no 3º trimestre de 2021 pagou a fornecedores e prestadores assistenciais R$ 43 bilhões, o valor mais alto desde o primeiro trimestre de 2019, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Esse custo recorde é consequência da inflação da saúde, da incerteza econômico brasileira, mas, sobretudo, pela alta demanda de procedimentos não urgentes.
Fonte: Medicina S/A, em 08.12.2021