Se somados a pacientes com doenças crônicas, as despesas podem consumir até 66,5% dos gastos totais de um plano; para o Iess, cenário tende a piorar ano a ano, se ignorado pelo mercado
O gasto com internação da população idosa e com doença crônica pode ser 100 vezes maior que o despendido com o restante dos brasileiros. Com a projeção de que a participação deste perfil aumente nos próximos anos, o mercado de saúde suplementar sinaliza urgência na implementação de ações de redução de custo.
De acordo com a análise especial do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess), com base em uma operadora de autogestão (de 76,1 mil vidas), quase dois terços dos gastos assistenciais da empresa em 2015 foram consumidos por apenas 5% dos beneficiários. Enquanto os outros 95% da carteira foram responsáveis por 33,5% das despesas.
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Fonte: DCI, em 19.09.2017.