Por André Marinho
Instrumento funciona como uma alternativa ao modelo tradicional de resseguro
A Galapagos Capital planeja estruturar de 10 a 12 novas emissões de Letras de Risco de Seguro (LRS) até o final deste ano, depois de ter já ter liderado três operações desde dezembro de 2025. Inspirado nas Insurance-linked securities (ILS), o instrumento funciona como uma alternativa ao modelo tradicional de resseguro, ao transferir riscos de uma apólice para investidores no mercado de capitais.
Os títulos só podem ser emitidos por uma Sociedade Seguradora de Propósito Específico (SSPE), que depende de aval da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Além da Galapagos, o IRB (Re) também tem uma SSPE, a Andrina, que fez a primeira emissão do mercado há um ano. A terceira SSPE é a Ariel, fundada de forma independente.
Fonte: Estadão, em 27.05.2026