Fusões, aquisições, surgimento de novos players. O setor de planos de saúde anda aquecido e o mercado não cansa de se surpreender com os movimentos das empresas. Primeiro, uma gigante operadora anuncia sua saída do país e a venda de sua carteira de vidas. Outra companhia, com mais de 120 anos de existência, foi adquirida por uma rede de hospitais. Enquanto isso, uma healthtech divulga investimentos na ordem de R$ 1 bi e outra junta forças com a maior rede de clínicas do país. Tudo isso acontecendo sob a sombra da formação da maior operadora do país, surgida a partir da fusão entre uma marca do nordeste e outra de São Paulo. E tudo isso nos últimos 6 meses.
A pergunta que fica é: isso é bom ou ruim para o beneficiário dos planos de saúde?
Fonte: Saúde Business, em 12.04.2022