Por Juliana Schincariol
As fundações podem investir até 80% dos recursos em debêntures de empresas de capital aberto e 20% nas companhias fechadas
Há previsão de investimentos expressivos de infraestrutura no Brasil nos próximos anos, mas os juros elevados reduzem o apetite de fundos de pensão atrelados a esses projetos e aumenta a atratividade dos títulos públicos do Tesouro Nacional, disse ontem o superintendente da Previc, Lucio Capelletto.
“Com os juros retrocedendo, os investimentos voltam para o radar das entidades, a diversificação é sempre bem-vinda”, disse no seminário “Como ampliar a participação dos Fundos de Pensão no financiamento de Infraestrutura”, da Fundação Getulio Vargas.
Fonte: Valor Econômico, em 08.03.2022