A Fundação Libertas firmou seis novos convênios de adesão para seu plano multi-instituído. As adesões são resultado das ações do planejamento estratégico iniciado a partir de 2015 e que agora começa a render um forte crescimento para a entidade. Outros seis convênios são negociados pela fundação e devem ser firmados até o final deste ano.
A entidade possui atualmente 21,4 mil participantes entre ativos e assistidos. O planejamento da Libertas prevê um crescimento de 50% do número de participantes no prazo de cinco anos. Até o final de 2019, a meta é alcançar a adesão de pelo menos 3 mil novos participantes, informa o Diretor Presidente da Libertas, Edevaldo Fernandes da Silva. “Estamos registrando grande procura de entidades de servidores públicos. São associações representativas de trabalhadores e buscamos atender essa demanda por planos de previdência”, explica o dirigente.
As organizações que já aderiram ao plano da Libertas são as seguintes: Associação dos Empregados da Copasa (AECO); Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgotos MG (Sindágua – MG); Sindicato dos Servidores da Tributação, Fiscalização e Arrecadação MG (Sinfazfisco); Associação dos Aposentados da Prodemge (Após Prodemge); Associação dos Trabalhadores da Codemig (ATC); e Associação dos Servidores do Instituto Mineiro de Agropecuária (Assima).
Segundo Edevaldo, o plano multi-instituído da Libertas é extremamente flexível e foi desenhado para se adaptar ao planejamento de vida de cada participante, e que tanto pode resultar em um benefício de aposentadoria quanto para custear a faculdade do filho ou neto, ou até mesmo um curso no exterior.
Públicos potenciais - O projeto de fomento da Libertas tem o objetivo de atrair a adesão de três públicos. Um deles é formado pelos associados diretos destas organizações, que somam um público potencial de mais de 20 mil pessoas, considerando apenas os convênios já assinados. O segundo grupo é formado pelos dependentes e familiares dos associados, que também poderão aderir ao plano multi-instituído.
Já o terceiro grupo é formado pelos atuais participantes que possuem outras fontes de renda e que poderão constituir planos suplementares. Neste grupo, a entidade identificou que cerca de 17% dos atuais participantes possuem renda acima do teto da contribuição patronal e que, por isso, teriam vantagens tributárias para participar do plano instituído.
Desafios - Para avançar com o projeto de fomento, a direção da Libertas definiu que, além dos convênios de adesão, existe a necessidade de trabalhar a fidelização dos participantes. Para isso, a direção da entidade tem implementado um programa de visitas nos municípios no interior de Minas Gerais para apresentar os resultados da gestão dos planos. Nestas visitas, é realizada a apresentação do Relatório Anual de Investimentos (RAI) e, além disso, é incentivado o aumento da contribuição para o plano de benefícios. As visitas visam ainda desincentivar os resgates das reservas no momento da aposentadoria.
Desta forma, o objetivo é fidelizar os atuais participantes e, com isso, fomentar a adesão de seus familiares. “Estamos reforçando a maior credibilidade com bons resultados de nossa gestão. Com isso, vamos criando uma cultura previdenciária que promove uma maior cobertura dos planos e melhor qualidade de vida para os participantes e suas famílias”, resume Edevaldo.
Fonte: Acontece Abrapp, em 03.10.2018.