Investigação já garantiu ressarcimento de R$ 11 bilhões
A Força-Tarefa Greenfield encaminhou à Procuradoria-Geral da República (PGR) o Relatório de Atividades e de Execução do Plano de Ação do grupo. O intuito do documento é prestar contas dos trabalhos realizados entre agosto de 2017 e julho de 2018, período em que se executou a primeira parte do plano de ação do Planejamento Estratégico da FT.
A Greenfield originou-se em 2016 a partir de investigações para apurar ilícitos praticados contra fundos de pensão (principalmente Funcef, Petros e Previ), o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e (FGTS) e a Caixa Econômica Federal, além de casos conexos. Além da Operação Greenfield, a força-tarefa é responsável pelas operações Sépsis e ‘Cui Bono?’, Recomeço, Conclave, Tesouro Perdido, Patmos e Fundo Perdido.
O trabalho da força-tarefa impacta diretamente mais de 1,2 milhão de pensionistas dos fundos investigados, além de cerca de 88 milhões de trabalhadores com contas no FGTS.
Desde seu início, já foi garantido pela força-tarefa os ressarcimentos ao erário, aos fundos de pensão e às vítimas dos crimes, em valores atualizados, já ultrapassaram R$ 11 bilhões.
Confira aqui a íntegra do relatório.
Fonte: Procuradoria da República no Distrito Federal, em 10.08.2018.