Por Juliana Santos
Com perdas estimadas em até R$ 34 bilhões, operadoras investem em IA e automação para reduzir custos, evitar irregularidades e escalar o atendimento com mais eficiência
Em 2025, as fraudes e os desperdícios continuam drenando cerca de 10% das receitas das operadoras de planos de saúde no Brasil, segundo levantamento da PwC Brasil. Práticas como uso indevido de carteirinhas, fracionamento de recibos e falsificação de documentos somam prejuízos que variam entre R$ 20 bilhões e R$ 34 bilhões, agravando o desafio de sustentabilidade do setor e pressionando margens, investimentos e reajustes.
Somente em 2023, foram registradas 2.042 notificações de crimes e ações cíveis — um salto de 66% em relação ao ano anterior. Em um ambiente regulatório e financeiro cada vez mais exigente, esse tipo de perda impacta diretamente a sinistralidade, eleva os custos operacionais e compromete a expansão da rede assistencial com qualidade.
Fonte: Saúde Business, em 23.06.2025