O mês de novembro foi marcado pela melhora da inflação nos EUA e Zona do Euro, manifestações de cidadãos chineses a respeito das restrições do governo para a Covid-19, e discussões em torno da PEC da Transição e seus impactos fiscais para os próximos anos na economia brasileira.
Nos EUA, ainda que os últimos dados da atividade econômica mostrem certa resiliência, o mercado americano poderá ter uma eventual recessão no próximo trimestre, reflexo da alta taxa de juros para conter uma inflação recorde por lá. Ao que parece, o ciclo de elevação dos juros pelo Fed poderá ser menor nas próximas reuniões, dado que a inflação de curto prazo veio abaixo do esperado, mostrando os efeitos da política contracionista implementada pelo Banco Central nos últimos meses. Caso isso aconteça, os investidores tendem a buscar economias que remunerem melhor os seus recursos, como é o caso do Brasil, que possui alta taxa de juros.
Na China, a política de “Covid Zero" continua impactando negativamente a economia local, mesmo após redução da taxa de juros. Além disso, jovens chineses foram às ruas manifestarem a sua insatisfação, algo pouco comum na história recente do país. Esse cenário é ruim para a economia brasileira, dado que a China é o nosso maior parceiro comercial e destino de grande parte das exportações brasileiras.
Na Zona do Euro, após meses seguidos de alta da inflação, o índice teve leve retração em novembro. Essa redução foi impactada, principalmente, pela redução no preço da energia. No entanto, o Banco Central europeu deve manter o ciclo de alta dos juros, pois o contexto geopolítico continuará influenciando fortemente a matriz energética da região.
No Brasil, o mês foi marcado pela discussão a respeito da PEC da Transição, uma proposta do novo governo que visa manter o pagamento do Auxilio Brasil de R$600,00, dentre outros gastos, fora do teto permitido (Teto de Gastos). No entanto, tal proposta não tem sido vista com bons olhos pelo mercado, já que o risco fiscal (capacidade do governo de honrar os seus compromissos), é alta. Nesse contexto, a inflação já está sendo revista para cima, o que poderá refletir em uma taxa básica mais alta no próximo trimestre, com impactos negativos na atividade econômica.
Confira abaixo os números dos planos e perfis em outubro:
|
PLANOS |
Rentabilidade |
|
|
Plano A |
0,30% |
|
|
Plano B |
0,36% |
|
|
Taesa |
-0,70% |
|
|
PERFIS/Rentabilidades |
Plano B |
Taesa |
|
Ultra |
0,91% |
0,25% |
|
Conservador |
0,25% |
-0,28% |
|
Moderado |
-0,55% |
-0,96% |
|
Agressivo |
-1,88% |
-2,10% |
|
Vitalício |
0,28% |
Para acessar o Boletim Mensal do Plano A, clique aqui.
Para acessar o Boletim Mensal do Plano B, clique aqui.
Para acessar o Boletim Mensal do Plano Taesaprev, clique aqui.
Fonte: Forluz, em 08.12.2022.