Apesar de um ano difícil para os brasileiros, 2022 terminou com algumas boas notícias, dentre elas o crescimento do Produto Interno Bruto, que deverá fechar o ano em aproximadamente 3%, taxa de desemprego perto de 8% e dívida pública abaixo de 74% em relação ao PIB. O ponto de atenção para 2023 será a trajetória do déficit fiscal e o seu impacto no crescimento da dívida pública, taxa de juros e inflação.
No cenário internacional, a inflação nos EUA deu sinais de desaceleração e, com isso, o Banco Central - Fed deverá diminuir o ritmo de aumento da taxa de juros, com expectativa pela retomada econômica. Na China, a atenção segue voltada para as políticas contra a Covid-19 e o processo de reabertura econômica, o que será bom para o Brasil, tendo em vista que somos um grande exportador de commodities para os chineses.
Para a Zona do Euro, o monitoramento em relação ao gás fornecido pelos russos, deverá continuar nos próximos meses. Os preços deram uma estabilizada, mas continuam altos, refletindo uma das maiores inflações já registradas na região, levando o Banco Central Europeu a manter o ciclo de aumento dos juros no curto prazo.
Neste contexto, confira abaixo os resultados dos planos e perfis em dezembro de 2022:
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PLANOS |
Rentabilidade |
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Plano A |
0,29% |
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Plano B |
0,55% |
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Taesa |
0,14% |
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PERFIS/Rentabilidades |
Plano B |
Taesa |
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Ultra |
0,85% |
0,71% |
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Conservador |
0,50% |
0,39% |
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Moderado |
0,05% |
-0,03% |
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Agressivo |
- 0,69% |
-0,73% |
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Vitalício |
0,49% |
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Fonte: Forluz, em 10.01.2023.