Nos EUA, o Federal Open Market Committee – FOMC não surpreendeu e decidiu pela alta dos juros de 0,75 bps, atingindo um intervalo entre 2,25%-2,50%, em linha com o esperado pelo mercado. Powell, presidente do Fed (Banco Central Americano) sinalizou que o comitê segue comprometido em reduzir a inflação que está alta nos Estados Unidos.
Na China, mesmos após as medidas de redução de isolamento social, o Purchasing Manager's Index – PMI, que mede a atividade econômica do país, decepcionou e ficou em patamar de contração. Além disso, o setor imobiliário registrou quedas no mês e as incorporadoras tiveram dificuldades para entregar imóveis, reforçando um cenário de enfraquecimento da atividade.
Na Zona do Euro, a percepção é de cautela com relação à dívida pública. Com a elevação dos juros, o ponto de atenção passou a ser a evolução entre a situação atual e futura da dívida nessas economias. Com isso, o Euro veio a se desvalorizar frente ao Dólar, no maior nível dos últimos 20 anos.
No Brasil, assim como em outras economias, a inflação continua sendo ponto de atenção. Por outro, a preocupação com a situação fiscal foi amenizada diante da arrecadação recorde no 1°S22, de R$ 1 trilhão, influenciada pelas empresas de commodities.
Diante desse cenário, o Plano A fechou o mês com rentabilidade de 1,06%. O Plano B em 0,85% e os perfis apresentaram o seguinte resultado: o Ultraconservador fechou o mês com rentabilidade de 0,44%, o Conservador 0,92%, o Moderado 1,39% e o Agressivo fechou o mês com 2,19%.
No plano Taesaprev, os perfis apresentaram o seguinte resultado: Ultraconservador fechou em 0,30%, Conservador 0,78 %, Moderado 1,24%, e o Agressivo 1,98%.
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Fonte: Forluz, em 09.08.2022.