Apesar da aceleração da vacinação, da melhora na criação de vagas de empregos formais e da retomada da produção industrial, as incertezas relacionadas à reforma tributária, ao cenário político e ao ambiente macroeconômico de forma geral, a economia continua sendo impactada. Diante deste contexto, os resultados dos investimentos da Forluz foram impactados no último mês de setembro.
Pelo terceiro mês seguido, a Bolsa de Valores encerrou em baixa de -6,57%. o IPCA avançou 9,68% em 12 meses, acima da meta superior do Banco Central, de 5,25%. Na tentativa de frear o aumento persistente nos preços, o Comitê de Política Monetária (Copom) indicou que continuará com processo de alta da taxa básica de juros, hoje em 6,25% ao ano.
Por fim, apesar da retomada da economia, a tensão política e a inflação persistente continuam impactando o preço dos ativos.
Resultados Forluz
Em setembro, o Plano A encerrou com rentabilidade de 0,44%. Já no Plano B, o perfil Agressivo fechou o mês negativo em -2,04% e o Moderado com -0,28%. Os demais tiveram rentabilidade positiva: Ultraconservador com 1,47%, o Conservador com 0,77%.
No Plano Taesaprev, os perfis ficaram da seguinte forma: 0,34% para o Ultraconservador, -0,12% no Conservador, -0,96% para o Moderado e -2,36% no Agressivo.
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Perspectivas
Neste cenário de inúmeras incertezas, a Forluz decidiu adotar um cenário mais cauteloso de forma a proteger o portfólio da Fundação e amenizar os impactos para os planos de previdência, visando assegurar os recursos de seus participantes.
Fonte: Forluz, em 20.10.2021.