A Forluz e as patrocinadoras Cemig, Cemig-D e Cemig-GT, assinaram contrato referente ao equacionamento mínimo exigido pela legislação do déficit do Plano A apurado até dezembro de 2017.
O valor total do déficit acumulado apurado naquele ano foi de R$ 908 milhões, que, após ajuste de precificação, ficou em R$ 597 milhões, resultando em uma parcela mínima a ser equacionada de R$ 178 milhões, com amortização em 13,9 anos e início do pagamento em 2019. O pagamento da primeira parcela já foi efetuado pelas patrocinadoras neste mês de abril.
Já em 2018, o plano encerrou o ano com redução do déficit técnico acumulado, sem a necessidade de contratação de novos planos de equacionamento em 2019. O valor apurado foi de R$ 726 milhões para o período e o déficit técnico após ajuste de precificação foi de R$ 390 milhões, equivalente a 4,93% das reservas matemáticas. Com isto, o valor ficou abaixo do limite estipulado para imediato equacionamento pelo artigo 29 da Resolução CNPC nº30/18.
Este resultado se deve, principalmente, ao retorno positivo dos investimentos. A Fundação encerrou 2018 com rentabilidade de 11,46% no Plano A, acima da RMA (Rentabilidade Mínima Atuarial) de 9,97%.
A Entidade destaca aos seus participantes que segue trabalhando, em conjunto com a Cemig, na busca por uma solução definitiva para enfrentar o déficit remanescente do Plano A.
Fonte: Forluz, em 05.04.2019.