Alta dos juros, iniciadas no Brasil no início de 2021, é movimento observado nos mercados dos EUA e Europa. Saiba mais...
A economia global ainda sente os efeitos da Covid 19, agravados pela guerra na Ucrânia que já completa seis meses. Nos EUA, o presidente do Fed, Jerome Powell, subiu o tom em relação ao cenário atual de inflação. Segundo ele, o relaxamento prematuro das condições financeiras, nesse momento, poderia significar uma dor muito maior no futuro. Com isso, a taxa de juros deverá seguir um viés altista para os próximos meses impactando o crescimento do país.
Na China, a economia continua apresentando sinais de desaceleração. O país adotou novos lockdowns e as medidas de estímulo do governo ainda não surtiram os efeitos esperados na atividade econômica.
Na Zona do Euro, a inflação continua sendo um ponto de atenção. A crise energética, a seca e as fortes ondas de calor registradas na região, pressionam os preços. O valor do gás natural atingiu novos picos, afetando assim a renda das famílias e o custo das empresas. Com isso, o Banco Central Europeu deverá elevar os juros na região em um possível cenário de recessão.
No Brasil, a trajetória de baixa da inflação trouxe sinais favoráveis, aliviando o preço de produtos e serviços. Além disso, o aquecimento da atividade econômica e a criação de novas vagas de emprego seguem surpreendendo positivamente o mercado.
Mesmo com este cenário, todos os planos da Forluz tiveram resultado positivo no mês de agosto. O Plano A fechou o mês com rentabilidade de 0,81%. O Plano B em 0,68% e os perfis apresentaram o seguinte resultado: o Ultraconservador apresentou uma rentabilidade de 0,18%, o Conservador 0,75%, o Moderado 1,48% e o Agressivo fechou o mês com 2,70%.
No plano Taesaprev, os perfis apresentaram o seguinte resultado: Ultraconservador fechou em 0,49%, Conservador 1,02%, Moderado 1,66%, e o Agressivo 2,72%.
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Fonte: Forluz, em 09.09.2022.