No último dia 19 de junho, a Forluz completou três meses em regime de contingência. Entre os inúmeros desafios enfrentados neste novo cenário, está o de garantir a segurança de 77 empregados que trabalham remotamente para manter a Fundação funcionando a todo vapor. Para isso, várias ações foram colocadas em prática, com efeitos extremamente positivos. É o que destaca a gerente de Recursos Humanos e Administração, Renata Horta Vieira. "A Forluz é uma empresa muito séria, que desde o início se preocupou em preservar o bem-estar físico e mental da equipe. Esta postura se reflete nos resultados, já que conseguimos manter a rotina e 100% do quadro com saúde".
A primeira medida foi regulamentar o expediente em formato home office, com a assinatura do termo de teletrabalho. Além dos computadores e outras ferramentas do dia a dia, os empregados também puderam levar as cadeiras do escritório para casa. "Estávamos atentos à questão da ergonomia e quisemos ajudar as pessoas a terem mais conforto dentro de casa. Também enviamos recomendações e mensagens de apoio, por meio de nossa ferramenta de comunicação interna, com dicas para que a equipe pudesse se adaptar a este novo cenário e estabelecer uma rotina. Antecipamos a vacinação contra a gripe. O intuito é que as pessoas se sintam amparadas neste momento", aponta Renata. Todos receberam ainda um kit de máscaras de tecido.
Ações alinhadas
Os empregados são monitorados diariamente, por meio de um questionário de saúde. Segundo Renata, este é um importante recurso para que o RH possa desenvolver ações alinhadas às necessidades do time. "É um termômetro para sabermos onde devemos atuar. A partir dele, extraímos muita coisa. Acompanhamos se todos estão bem fisicamente e eventuais dificuldades que possam ter neste período".
A Fundação já ofereceu uma sessão de bate- -papo com um psicólogo para que as pessoas pudessem se abrir e conversarem com o especialista sobre os sentimentos causados pelo isolamento social. Frequentemente, Renata e a analista do RH, Ana Carolina Mayrink também ligam para os empregados. São alguns minutos de conversa que ajudam a atravessar esta fase. "Cada um tem suas particularidades e buscamos nos colocar no lugar do outro, ouvir o que estão sentindo. Queremos o melhor de cada um dentro deste cenário possível e, para isso, precisamos estar por perto".
As datas comemorativas também não passaram batido no calendário, mesmo em meio à Pandemia. A Páscoa e o Dia das Mães foram lembradas com campanhas especiais. Mensalmente, o presidente da Forluz, Gilberto Lacerda, se reúne com todo o time por meio de videoconferência. Uma prática que já era comum mesmo antes da contingência e foi mantida. A ideia é aproximar as pessoas e esclarecer dúvidas. Nestes encontros, foi proposto até mesmo um "happy hour" virtual é uma confraternização em clima de festa junina. Um jeito simples de oferecer momentos de descontração. "São pequenas coisas que fazem a diferença e ajudam na integração da equipe", pontua Renata.
Fonte: Forluz, em 06.07.2020