Por Fábio Corrêa
Projeto que cria modalidades restritas de cobertura pressionaria hospitais públicos; para advogada, medida contraria Código de Defesa do Consumidor
Um projeto de flexibilização dos planos de saúde, que vem sendo costurado nos bastidores do governo federal, pode mudar radicalmente a forma como a saúde complementar atua no país. Revelado pelo jornalista Elio Gaspari, do jornal “O Globo”, a medida possibilitaria às operadoras oferecer módulos de atendimento restrito – ou seja, pacotes que cobrissem apenas exames ou certas complexidades. Além disso, o texto, que foi intitulado “Novo Mundo”, desregulamentaria os reajustes por faixa etária, acabaria com o tempo máximo de espera para atendimento, tiraria da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a definição dos índices de reajuste e acabaria com as multas por falta de atendimento em caso de enfermidade.
Fonte: O TEMPO, em 22.07.2019