Por Ana Carolina Pereira
Ciência que acompanha vida útil de todos os medicamentos, a farmacovigilância ganhou ainda mais relevância depois da pandemia
A pandemia de Covid-19 fez com que o mundo tivesse mais contato com questões aprofundadas sobre o setor da saúde. As pessoas passaram a entender, por exemplo, as diferenças entre os tipos de vacinas, além de ficarem alertas quanto às regras de aprovação de um novo medicamento e seus possíveis efeitos colaterais. Apesar da popularização desses processos científicos, pouco se falou de uma ciência que é menos conhecida do público geral, mas que faz, como nunca, parte da rotina de todos os pacientes: a farmacovigilância.
O nome é, de certa forma, autoexplicativo: trata-se de um conjunto de processos desenhados para, literalmente, vigiar um medicamento durante toda sua vida útil. A farmacovigilância é responsável por detectar, avaliar, compreender e prevenir os possíveis efeitos adversos ou quaisquer problemas relacionados a medicamentos, desde seu desenvolvimento, pesquisas e testes até a introdução e vigência no mercado. A área também deve agir em caso de qualquer notificação de evento adverso vinda de médicos, da população ou da própria indústria.
Fonte: Futuro da Saúde, em 12.12.2022