
A Fachesf recebeu o selo da 7ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, iniciativa promovida pelo Governo Federal, por meio do Ministério das Mulheres, que certifica organizações com compromisso efetivo com a igualdade no ambiente de trabalho. A entrega do selo foi realizada na segunda-feira (25 de maio), em cerimônia no Auditório do Instituto Serzedello Corrêa, do Tribunal de Contas da União, em Brasília (DF). O evento reuniu representantes do Governo Federal, de organismos internacionais e das empresas e instituições de todo o país reconhecidas pelo programa.
A Fundação foi representada pela gerente de Comunicação e Marketing, Nathalia Duprat, e pelo gerente de Recursos Humanos, Mário Borges, que atuam no Comitê de Equidade, Diversidade e Inclusão da Fachesf.
“O selo é um importante reconhecimento às iniciativas desenvolvidas pelo Comitê nos anos de 2024 e 2025, que contribuíram para o fortalecimento de um ambiente de trabalho mais respeitoso, inclusivo e alinhado às boas práticas de governança. Essa conquista reforça o posicionamento institucional da Fachesf no setor de previdência complementar como entidade comprometida com a equidade de gênero e raça”, afirma Nathalia Duprat.
“Entre as ações desenvolvidas, está o Programa Viver Bem, que estimula hábitos mais saudáveis e um ambiente de trabalho mais acolhedor. O programa inclui acesso à plataforma de atividades físicas, realização de palestras, ginástica laboral, sessões de quick massage, incentivo à participação em corridas e oferta diária de frutas”, detalha Mário Borges.
PROGRAMA – Durante a cerimônia, a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, destacou que o programa Pró-Equidade de Gênero e Raça é resultado da articulação entre o Ministério das Mulheres, por meio da Secretaria Nacional de Autonomia Econômica e Política de Cuidados, e os ministérios da Igualdade Racial e do Trabalho e Emprego, em parceria com a ONU Mulheres e a Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Segundo a Ministra Márcia Lopes, as 80 empresas reconhecidas demonstraram compromisso com a eliminação de barreiras de acesso, remuneração, ascensão e permanência de mulheres no emprego, além de adotarem medidas voltadas à gestão de pessoas e à transformação da cultura organizacional.
“Cada plano de ação bem-sucedido é um passo efetivo para a igualdade salarial, uma barreira a menos para a autonomia econômica e um caminho concreto para romper o ciclo da violência”, afirmou a ministra.
Fonte: Fachesf, em 27.05.2026.



